quinta-feira, 3 de julho de 2008

Pergunta a Xesco Espar fora do tema.


“Sempre houve uma dúvida, ou questão, que me acompanha nestes anos que levo como treinador de formação. Relaciona-se com a idade com que um jovem Atleta poderá ou deverá jogar ao mais alto nível de seniores. E faço esta questão ao Xesco, pois sei que acompanhou de perto, a integração do húngaro Lazlo Nagy no F. C. Barcelona com 19/20 anos, após o Mundial de Juniores que se realizou em Portugal, sabendo eu, que ele não entrou logo na 1ª Equipa Catalã”.
Abraço
José Carlos Rodrigues (Litos)


Esta questão colocada pelo nosso companheiro Litos, por não entrar no âmbito do tema proposto (estrutura do microciclo de competição) não foi enviada ao Xesco Espar, no entanto não creio que a sua opinião possa estar muito distante da minha no que respeita a esta problemática.

As Federações regulam logicamente as idades de participação nas competições e as equipas técnicas dos clubes devem regular a exigência aos atletas em formação. Desta forma, e tendo em conta diferentes factores, como o estado maturacional, nível técnico e táctico, características físicas e psicológicas, os atletas devem ser agrupados por nível de exigência seja dentro do próprio escalão, ou em escalões distintos. Por vezes é difícil assegurar que determinado atleta esteja a ser submetido a uma exigência ideal e necessária conducente a um crescimento sustentado. Se as actividades a desenvolver estiverem articuladas entre os diferentes escalões, a exigência torna-se mais simples de regular. É necessário que haja uma planificação dos diferentes factores que conduzem à formação integral do atleta nos planos físico, técnico e táctico, psicológico e teórico. É muito importante que a planificação tenha previsto o aumento de horas de trabalho com a idade, nem que para isso, os atletas tenham que treinar no mesmo dia em diferentes escalões, até porque sabemos que uma das carências existentes em Portugal é a quantidade de horas de trabalho destinadas ai treino das diferentes capacidades. Sem eliminar etapas, a velocidade a que cada atleta responde ao impacto das cargas, vai determinar a sua posição dentro dos diferentes grupos de trabalho do clube, pelo que, nunca sabemos quando vai chegar ao topo, mas devemos saber qual o caminho a percorrer. É muito importante que todos tenham oportunidade para jogar, por vezes é necessário aumentar o número de grupos de trabalho seja para treinar, seja para competir (se houver condições para isso), equipas satélite são exemplo disso. Finalmente, condições financeiras e a “filosofia” do clube ditarão a operacionalidade da planificação, que deve estar assente em pressupostos baseados na qualidade das actividades propostas.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Jogos Olímpicos de Beijing 2008




Neste link acedemos à página do andebol.


Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (última parte).

Comparación entre la Ejercitación 3 vs. 3 en Media Cancha y la Realización de Carreras Intermitentes

El ejercicio intermitente es la forma más efectiva de mejorar la aptitud física de los jugadores de Balonmano. La utilización de períodos de trabajo y recuperación similar a los registrados durante el juego es aconsejable cuando se realizan ejercitaciones de sprints intermitentes. Nosotros hemos analizado la HR durante una ejercitación característica de sprint (sprint de 10 segundos-recuperación de 20 segundos) y el ejercicio de 3 vs. 3 realizado en media cancha. Los resultados son bastante interesantes ya que muestran que ambas ejercitaciones produjeron respuestas cardiovasculares y metabólicas similares.
El siguiente gráfico muestra las respuestas de la HR en ambas ejercitaciones:

Figura 6. Resultados del análisis del porcentaje de la frecuencia cardiaca máxima durante un ejercicio de sprints intermitentes y un ejercicio de 3 vs. 3 en media cancha. Curva Roja: Sprints Intermitentes, Curva Blanca: Ejercicio 3 vs. 3.

Conclusiones

Estos datos muestran que las ejercitaciones específicas del Balonmano pueden ser tan efectivas como las actividades de sprints y de carreras en lo que se refiere a las respuestas adaptativas del sistema cardiovascular. Sin embargo es importante subrayar algunos aspectos de gran importancia a la hora de planificar las sesiones de entrenamiento para los jugadores de Balonmano:

Destreza de los jugadores

Si el nivel de destreza es bajo, seleccione ejercitaciones cuya cantidad de errores técnicos (i.e., pérdidas del balón, fases inactivas, etc.) sea limitada.
Seleccione el espacio a utilizar, la duración de la ejercitación y el número de jugadores en base a las destrezas de sus jugadores.

Duración

La duración de las ejercitaciones simples depende de sus jugadores. La situación ideal es incrementar progresivamente la duración de las ejercitaciones para asegurarse que sus jugadores puedan llevar a cabo largos períodos de actividades jugadas de alta intensidad.
Los períodos de recuperación nunca deberían ser mayores a 30 s - 1 min.

Planeamiento Semanal

Las ejercitaciones con número limitado de jugadores deberían ser utilizadas al comienzo de la semana.
Progresivamente durante la semana, se debería dedicar más tiempo a las ejercitaciones del tipo 6 vs. 6 para mejorar el trabajo de equipo y los aspectos tácticos del juego.

Monitoreo

Utilice el monitoreo de la HR para valorar la intensidad de sus ejercitaciones.
Planee sus sesiones en base a la cuidadosa consideración de las demandas cardiovasculares y metabólicas de las ejercitaciones que desea utilizar.

REFERENCIAS

1. Londeree and Moeschberger. Effect of age and other factors on HR max. Research Quarterly for Exercise & Sport, 53 (4), 297-304. 1982.
2. Miller et al. Predicting max HR. Medicine & Science in Sports & Exercise, 25 (9), 1077-1081. 1993.
3. Loftin M, Anderson P, Lytton L, Pittman P, Warren B. Heart rate response during handball singles match-play and selected physical fitness components of experienced male handball players. J Sports Med Phys Fitness, 36 (2): 95-9. 1996.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Resposta a anónimo - Euro 2008 de Futebol"

São muitas as razões que podem justificar a diferença entre nós e os nossos vizinhos Espanhóis. Uma delas ameniza a nossa culpa, já que, Espanha tem 40 milhões de habitantes o que permite ter uma base de recrutamento mais alargada de futuros praticantes de desporto. Culturalmente, a importância que damos à prática do desporto (desde tenra idade) é infinitamente diferente daquela que aqui me apercebo (já que vivo na Galiza). Os meus filhos já participaram em diferentes provas de distintos desportos, têm medalhas e diplomas de participação de todos os eventos, um deles tem 9 e o outro 5 anos, e vejam só, já são desportistas…
Qualquer prova de qualquer desporto é aproveitada para elevar ao mais alto o sentimento de ser Espanhol (não quero entrar nas divisões internas que também existem), e nós só soubemos quem era a Vanessa Fernandes depois de ela já não ter nada mais para ganhar… É uma pena que não aproveitemos o desporto para sentirmos orgulho de ser Português, até porque não deve ser fácil conquistar os mares como o fizeram os nossos antepassados. Devemos perceber onde e como estamos e decidir rapidamente para onde queremos ir. Para tal, é necessário perceber que só o trabalho e tempo de reflexão podem alterar o caminho que por vezes nos parece mal destinado. Por falar em orgulho, vejam o quadro abaixo que expressa as escolhas das diferentes federações desportivas do nosso país. Haverá algum motivo para ser assim? Será que os Espanhóis são tão diferentes de nós? Não quero com isto dizer que os treinadores que chegam de fora são maus ou piores que os Portugueses, tenho até apreço por Mats Olson que conheço pessoalmente, mas, será que falta algo mais para podermos traçar melhores caminhos?

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte V).

6 x 6
Media Cancha (Ejercitación Característica para Entrenar Aspectos Tácticos del Juego)

Figura 5. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 6 vs. 6 de 15 min de duración.

En la Figura 5 se aprecia la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano, otros datos útiles son los valores de la concentración de lactato (1.9±0.5 mM/L) y el tiempo que se pasó entre el 90% y el 100% de la HR máx. (9%). Esto sugiere que esta ejercitación es probablemente más útil para enseñar y ver nuevos aspectos tácticos del juego, sin embargo no produce un estrés suficiente sobre el sistema cardiovascular como para provocar respuestas adaptativas significativas (el 71% del tiempo total de la ejercitación se pasa con niveles de HR similares a los alcanzados durante un juego oficial).
La siguiente tabla resume nuestros hallazgos luego de analizar diferentes ejercitaciones:


Tabla 2. Resumen de los hallazgos a partir del análisis de diferentes ejercitaciones con jugadores de Balonmano.

Como se puede ver en la tabla, el aumento en el número de jugadores y el incremento de las dimensiones del espacio de juego reduce la intensidad. Esto es particularmente cierto cuando las ejercitaciones son llevadas a cabo utilizando solo la mitad de la cancha.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Monitorização do treino

Este exercício, é uma situação de jogo 2X2 todo o campo. Com 4 grupos; 3 séries de 8 minutos com funcionamento intermitente, já que o grupo que marca golo sai; 1,5 minutos de repouso entre séries; a duração das repetições é variável e ronda os 10/20” podendo ser superior.
É interessante constatar a diferença de comportamento cardiovascular de dois atletas no mesmo exercício. Podemos perceber que o primeiro tem valores médios (seta), e de frequência máxima cardíaca, muito abaixo do segundo. Também se verifica que a curva é muito mais escarpada no segundo (atinge valores mais elevados e desce mais rapidamente a valores de repouso ou próximos) exemplo do que no primeiro, o que pode sugerir maior capacidade aeróbia nos momentos de pausa. Factores psicológicos podem também justificar o impacto cardiovascular no primeiro exemplo…


domingo, 29 de junho de 2008

Euro 2008 de Futebol

"Los jugadores mantean a un Luis Aragonés eufórico, que se va como el seleccionador con más victorias de la historia de España y con el segundo título que tenemos en nuestras vitrinas. GRACIAS, LUIS."
(Jornal a Marca - 29 Jun 08)
Os amantes do desporto, e Espanha em particular, têm aqui uma boa oportunidade para aprenderem que esta vitória se deve em grande parte à teimosia de um treinador que defendeu sempre os seus princípios!

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte IV).

4 x 4

Esta ejercitación consiste de jugar 4 vs. 4 en diferentes posiciones. Esta ejercitación puede ser realizada con atacantes y defensores en diferentes combinaciones (i.e., dos defensores en la misma línea, defensores en diferentes líneas). Si las destrezas técnicas de los atacantes y los defensores son iguales, la intensidad es bastante alta. Cuando analizamos las secuencias de vídeo de la ejercitación, hallamos que la duración característica de las fases activas era menor que 15 seg. y la duración característica de las fases de recuperación era de 10-15 segundos.
Figura 4. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 4 vs. 4 de 6 min de duración.

En la Figura 4 se aprecia la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano, otros datos útiles son los valores de la concentración de lactato (3.6±0.7 mM/L) y el tiempo que se pasó entre el 90% y el 100% de la HR máx. (37%).
6 vs. 6 Media Cancha (Ejercitación Característica para Entrenar Aspectos Tácticos del Juego)


Figura 5. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 6 vs. 6 de 15 min de duración.

En la Figura 5 se aprecia la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano, otros datos útiles son los valores de la concentración de lactato (1.9±0.5 mM/L) y el tiempo que se pasó entre el 90% y el 100% de la HR máx. (9%). Esto sugiere que esta ejercitación es probablemente más útil para enseñar y ver nuevos aspectos tácticos del juego, sin embargo no produce un estrés suficiente sobre el sistema cardiovascular como para provocar respuestas adaptativas significativas (el 71% del tiempo total de la ejercitación se pasa con niveles de HR similares a los alcanzados durante un juego oficial).



sexta-feira, 27 de junho de 2008

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte III).

2 x 2 em meio campo

Esta ejercitación consiste en jugar 2 vs. 2 en diferentes posiciones. Esta ejercitación puede ser realizada con atacantes y defensores en diferentes combinaciones (i.e., dos defensores en la misma línea, defensores en diferentes líneas). Si las destrezas técnicas de los atacantes y los defensores son iguales, la intensidad es bastante alta. Cuando analizamos las secuencias de vídeo de la ejercitación, hallamos que la duración característica de las fases activas era 10 a 12 segundos.

Figura 3. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 3 vs. 3 de 6 min de duración.


3 x 3 em meio campo

Esta ejercitación consiste de jugar 3 vs. 3 en diferentes posiciones. Esta ejercitación puede ser realizada con atacantes y defensores en diferentes combinaciones (i.e., dos defensores en la misma línea, defensores en diferentes líneas). Si las destrezas técnicas de los atacantes y los defensores son iguales, la intensidad es bastante alta. Cuando analizamos las secuencias de vídeo de la ejercitación, hallamos que la duración característica de las fases activas era 12 a 15 segundos.

Figura 3. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 3 vs. 3 de 6 min de duración.

Monitorização do treino

Havendo meios para isso, é importante conhecer a resposta cardiovascular dos atletas quando submetidos a determinado tipo de exercício, sobretudo para averiguar se cumpre os objectivos a que se destina. Este exemplo corresponde ao comportamento da frequência cardíaca de um atleta submetido a um exercício de 2X2 em todo o campo. A duração total correspondeu a cerca de 28,5 minutos. 3Séries de 8’ com 1,5’ de pausa entre séries. É um esforço de carácter intermitente, já que são 4 equipas em jogo; a equipa que marca golo sai e prepara para nova repetição (em média 10/20 seg.).
A média da frequência cardíaca inclui as pausas pelo que não corresponde a um valor real se pretendermos avaliar somente a frequência em exercício.
Podemos observar claramente a rápida recuperação do atleta nos momentos de pausa, oferecido pelo declive da curva.
Embora saibamos que o indicador, frequência cardíaca, possa ser em determinados casos uma informação pouco fiável para prescrever o treino, será sempre um indicador a ter em conta para avaliar a adequabilidade do exercício.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte II).

"Para planificar o treino, é muito importante conhecermos a resposta cardiovascular dos atletas em jogo. É necessário que as sessões de treino produzam níveis de intensidade similares (ou superiores) em tempos também idênticos ou mesmo superiores."

A través del análisis de las respuestas de la HR en juegos oficiales de Balonmano con jugadores de elite, hemos hallado que la HR promedio era de aproximadamente 86% de la HR máx. (Figura 1). Estudios previos han mostrado hallazgos similares (Loftin et al., 1996).

Figura 1. Frecuencia cardiaca expresada como % de la HR máx. en un jugador durante un juego de posttemporada de la Liga Italiana.

Análisis adicionales han mostrado que en el 78% del tiempo total de juego, la HR de los jugadores representa el 80% de la HR máx., el 36% del tiempo la HR se encuentra entre el 90 y 100% de la HR máx.
Considerando el hecho de que un partido de Balonmano se juega en dos tiempos de 30 minutos cada uno, es importante asegurar que las sesiones de entrenamiento produzcan niveles de intensidad similares (o superiores) durante un tiempo similar (o mayor) para producir mejoras en la aptitud física de los jugadores. Aquí presentamos algunos ejemplos de ejercitaciones comunes del Balonmano y proponemos una clasificación de las demandas metabólicas de las ejercitaciones específicas del Balonmano.

El Entrenamiento de Balonmano debe Hacerse Jugando con el Balón

En un microciclo característico de un equipo de elite [1 semana de entrenamiento], 120 a 150 minutos son dedicados a ejercicios de acondicionamiento general. Esta cantidad representa aproximadamente del 15 al 20% del tiempo total de entrenamiento. El tiempo restante es dedicado a realizar ejercitaciones específicas del Balonmano, ejercitaciones técnicas y tácticas, partidos amistosos y repeticiones de situaciones de juego. Entonces queda claro que para mantener y/o incrementar la aptitud física de los jugadores, se debe realizar un planeamiento cuidadoso de las necesidades de las ejercitaciones específicas del Balonmano. A partir de esto, es importante subrayar que el acondicionamiento físico de los jugadores de Balonmano durante la temporada depende de la capacidad del entrenador para monitorear, elegir y variar las ejercitaciones que propone. Muchos entrenadores de elite cometen el error de contratar especialistas en acondicionamiento, los cuales pretenden entrenar a los jugadores de Balonmano como si fueran atletas de pista o campo, o separar los aspectos del acondicionamiento del entrenamiento global del Balonmano. En nuestra opinión, un buen entrenador de acondicionamiento para el Balonmano es aquel capaz de analizar y aconsejar al entrenador principal acerca de la calidad de sus ejercitaciones y posiblemente aquel con una experiencia decente en Balonmano. Asimismo, creemos que un gran entrenador de Balonmano es aquel capaz de conocer y entender la intensidad y las demandas fisiológicas de sus ejercitaciones y ser capaz de planificar sus sesiones de entrenamiento de acuerdo con ello. Por lo tanto, para mejorar el rendimiento, se debe mejorar la aptitud física de los jugadores de Balonmano mediante ejercitaciones y situaciones jugadas con características fisiológicas y espacio-temporales similares (y más intensas) a las que ocurren durante un partido real. Nosotros hemos analizado las respuestas de la HR de diferentes ejercitaciones comúnmente utilizadas por los entrenadores. Los resultados nos permitieron clasificarlas en base a su intensidad.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte I).

Expresso o meu agradecimento aos autores, Dr. Marco Cardinale e Dr. Vicenzo Manzi, pela autorização de publicação deste artigo neste espaço.

Este interessante estudo, a partir da monitorização da frequência cardíaca durante o treino, classificou diferentes tipos de exercitação com base na resposta cardiovascular dos atletas.

"Entrenamiento Especial para Equipos de Balonmano: Demandas Fisiológicas de Ejercitaciones Jugadas"

Marco Cardinale (1), Vincenzo Manzi (2).
(1)Olympic Medical Institute, Northwick Park Hospital, Harrow.
(2)Universiti di Roma Tor Vergata, Facolta di Medicina e Chirurgia.

INTRODUCCION

En un artículo previo sobre el rendimiento en el Balonmano hemos analizado las demandas fisiológicas del Balonmano y hemos destacado las características intermitentes del juego. El Balonmano es de hecho un juego rápido que requiere de la repetición de movimientos de alta intensidad en base a situaciones técnicas y tácticas. El acondicionamiento físico para los equipos de Balonmano debería caracterizarse por actividades acíclicas llevadas a cabo en ejercitaciones intermitentes para maximizar las mejoras específicas. El principal error que cometen la mayoría de los entrenadores es asignar la responsabilidad de la preparación física de sus jugadores a preparadores físicos que la mayoría de las veces provienen de otros deportes. El resultado característico de dicho error es ver a los jugadores de Balonmano corriendo en la pista durante la temporada competitiva y realizando ejercitaciones y actividades de acondicionamiento que no son relevantes para sus demandas competitivas. Un jugador de Balonmano entrenado no es aquel capaz de correr 1000 metros en la pista más rápido que cualquier otro. Un jugador de Balonmano entrenado es capaz de jugar Balonmano a un ritmo rápido (en posiciones defensivas y/o de ataque) durante todo el juego. Un jugador de Balonmano entrenado es aquel capaz de tomar buenas decisiones tácticas rápidamente durante todo el partido. Desafortunadamente, las características mencionadas previamente no pueden ser mejoradas en la pista o en el campo de atletismo, sino que solo pueden mejorarse planeando y periodizando cuidadosamente ejercitaciones jugadas en las cuales la toma de decisión es el componente principal.
En particular, durante la temporada competitiva, los jugadores de Balonmano pasan la mayor parte del tiempo realizando ejercitaciones específicas del Balonmano. Solo a través de la optimización de estas ejercitaciones y la alternación de sus intensidades será posible mantener y/o mejorar el acondicionamiento específico para el juego.
Por lo tanto, ¿cómo máximizar las sesiones de entrenamiento para el Balonmano? Obviamente entendiendo las demandas fisiológicas de las ejercitaciones propuestas y manipulando el volumen y la intensidad a través de la temporada competitiva. Una aproximación muy simple puede representarse por medio de la utilización de monitores de la frecuencia cardíaca durante las sesiones de entrenamiento para poder clasificar las ejercitaciones en base a las respuestas cardiovasculares de los jugadores.

Descripción del Método

Durante el ejercicio, la frecuencia a la cual el corazón late (frecuencia cardíaca, HR) se incrementa para cubrir la incrementada cantidad de oxígeno que demandan los músculos activos. Cuanto más intenso es el ejercicio, más rápido late el corazón. Los avances tecnológicos en el monitoreo de la HR han hecho posible que los deportistas y entrenadores registren y guarden datos de la HR durante los entrenamientos para subsiguientes análisis. Una vez que se han registrado los datos de la HR es posible analizar la intensidad de diferentes ejercitaciones y sesiones de entrenamiento. Antes de esto, es necesario definir la HR máx. y los diferentes niveles de intensidad con los cuales seremos capaces de cuantificar cada una de las sesiones de entrenamiento. La HR máx. puede determinarse a través de la realización de un esfuerzo máximo o de un test de aptitud física, tanto en el laboratorio como en el campo. El mejor método y a la vez el más fácil para calcular la frecuencia cardíaca máxima (HR máx.) es utilizar la ecuación 220-edad. Londeree y Moeschberger (1982) indicaron que la HR máx. varía mayormente con la edad, y que la relación no es lineal. Estos investigadores sugirieron una formula alternativa, 206.3 - (0.711 * edad). Similarmente, Miller et al. (1993) propusieron la formular 217 - (0.85 * edad) como una formula adecuada para calcular la HR máx.
Una vez que se ha establecido la HR máx., se pueden identificar los siguientes niveles de intensidad:

terça-feira, 24 de junho de 2008

Taça de Portugal Feminina

Parabéns ao Madeira Sad pela conquista da Taça de Portugal 2007/08.
Forte abraço ao João Paulo Barbosa e à equipa do Maiastars por ter chegado à final, ele merece, pela forma como se dedica no sentido de melhorar o rendimento das suas atletas.

Tomada de decisão (Decision Making)

Regulamos a actividade com estratégias que façam variar o espaço e o tempo (nº de passes para concluir a acção), o número de jogadores envolvidos (do mais simples para o mais complexo) e consequentemente o número de estímulos a perceber.


segunda-feira, 23 de junho de 2008

S.João do Porto



Desejo a todos um bom S.João!

Tomada de decisão (Decision Making)

É fundamental repetir, já que cada repetição é diferente das anteriores (distâncias; actividade dos defensores; regulamento; relação com os companheiros).
Embora a sucessiva repetição do exercício possa parecer semelhante, sensíveis alterações comportamentais, fazem com que a repetitibilidade não exista.


Consulta a Xesco Espar

Seguiram hoje para o Xesco Espar, as perguntas formuladas acerca da estrutura do microciclo de competição. Algumas delas chegaram-me também por e-mail. De uma forma geral, as questões giraram em torno de factores físicos, que provavelmente são aqueles que mais podem influenciar, de forma positiva ou negativa, quando construímos a semana de trabalho. Sequencia das cargas, importância da força máxima, tipo de trabalho de força e resistência mais adequados, relação com as cargas da pré-temporada, são algumas das dúvidas presentes nas perguntas que aqui são apresentadas.
Mesmo sem ainda saber a resposta, parece-me que valeu a pena a iniciativa.
Uma vez mais, obrigado Xesco!


Perguntas:

1. En un equipo de alto nivel, que entrene de 7 a 8 veces por semana, ¿de que tipo son las sesiones de resistencia (continuo o intermitente) y que carga utilizar para mantener niveles adquiridos anteriormente? ¿Como mezclarlas con el resto de las sesiones (posibles interferencias negativas con el entrenamiento de fuerza) teniendo en cuenta la mejor combinación posible?
2. Que grado de importancia tiene el entrenamiento de la fuerza máxima en el período competitivo, y si es importante trabajarla, en que días o día del microciclo de competición deberá ocurrir?
3. Que estructura deberá tener una sesión de trabajo de fuerza (Y que tipo de fuerza es mas importante trabajar) en un microciclo de competición?
4. Me gustaría saber la opinión de Xesco sobre el concepto de Fuerza explosiva, porque aun que creo que sé lo que es, veo diferentes formas de tratarla cuando se la define: Potencia, fuerza rápida, etc.
5. Que tipo de cuidados hay que tener con jugadores que hacen pesas en el gimnasio y después trabajan fuerza explosiva en la pista (Saltos, balones medicinales)?
6. Mirando a las diferentes capacidades físicas, cual será la secuencia mas correcta para llegar à sábado (partido) aprovechando la sobrecompensación resultante de la administración conjunta de las cargas de entrenamiento?
7. En un equipo de alto rendimiento, que grandes diferencias existen, a nivel de volumen (duración y frecuencia de las sesiones) de entrenamiento de fuerza, en sus diferentes expresiones, comparando la pré-temporada con el periodo competitivo?
8. Teniendo una pré-temporada tan corta, podremos introducir cargas típicas de microciclo de competición con intensidad específica, en la pré-temporada en alternancia con otras de distinta magnitud?

domingo, 22 de junho de 2008

Tomada de decisão (Decision Making)

O estabelecimento de um número de passes limitado, permite automaticamente criar um critério de êxito para a defesa. Não havendo limite de passes podemos trabalhar sistemas de continuidade.
O que se procura é desenvolver faculdades perceptivas em que a relação do envolvimento, da tarefa e do sujeito são inseparáveis.


Relíquias


Deixo um abraço ao meu amigo Pacheco e ao Manuel Machado que parece ter tido boa ideia em ter começado pelo Andebol...
Para os mais atentos, não deixem de olhar com olhos de ver para os artistas que estão em segundo plano!
Desejo boa sorte a todos!

sábado, 21 de junho de 2008

Tomada de decisão (Decision Making)

O que se procura com este trabalho é, a aquisição de padrões motores num contexto de perturbação ambiental.
Valorizando a tomada de decisão, a táctica assume o protagonismo, sendo a técnica integrada num plano secundário embora se complementem permanentemente.




sexta-feira, 20 de junho de 2008

Petição

Estes factores também contribuem para o Rendimento do Treinador!


Não, não é uma petição normal, daquelas a que sempre nos habituamos no dia a dia; bombeiros voluntários ou banco alimentar seriam disso um exemplo. É um pedido dos companheiros de escola de um puto, filho de um treinador, que rogam a sua continuidade no colégio onde neste momento ainda está inscrito. A verdade é que fui surpreendido com “tamanha organização”, de miúdos e miúdas que por vezes nos fazem pensar naquelas coisas importantes da vida. Estes putos, por momentos fizeram-me sentir que posso estar a interferir com a liberdade alheia, por ter renunciado a um projecto de trabalho arrastando comigo os que me são mais próximos. Mas, imediatamente me dei conta de que nesta vida nómada a liberdade tem um preço que por vezes há que pagar. Imagino que nesta profissão, muitos companheiros vivem situações mais difíceis, muitos deles por acreditarem que esta é a sua vida e até ao fim seguirão fiéis a ela, apenas me sinto mais um. O que me ocorre pensar, e isto é tipicamente o pensamento de um treinador, é que existem muitos aspectos positivos que acredito poderem superar os negativos. Quero crer que os meus filhos vão ter uma visão diferente do mundo, pelo enriquecimento pessoal que conhecer novas gentes aporta.
Estudaremos a estratégia mais eficaz para que a mudança seja uma vitória!

Tomada de decisão (Decision Making)

Para quem não esteve no Webinar, e queira saber um pouco mais acerca desta problemática, disponibilizo estes slides que não aparecem nos trabalhos de Tomada de decisão agregados ao blogue.


Todos estes factores podem ser melhorados com o treino, tendo sempre como meta a resolução de um problema.

Este tipo de trabalho procura integrar percepção, cognição e acção onde estão presentes todos os factores que podem determinar uma boa resposta.

Manipulamos o tempo com imposição de um número máximo de passes para finalizar.




quinta-feira, 19 de junho de 2008

Xesco Espar


Relativamente ao tema “Estrutura de um microciclo de competição”, e embora já tenhamos algumas questões interessantes, dispomos ainda de dois dias para participar nesta iniciativa.
Espero a vossa contribuição!







Durante mi etapa universitaria de formación, tuve el placer de conocer a Xesco Espar. Lo conocí porque era un habitual usuario del Servei d'Esports donde trabajaba para poder pagarme los estudios y posteriormente lo conocí como profesor. Xesco es profesor de balonmano y preparación física en el INEFC de Barcelona y era el preparador físico del Barça de Balonmano durante la magnífica etapa con Valero al frente y posteriormente fue entrenador del primer equipo tras la marcha de éste y anteriormente a la llegada de Manolo Cadenas.Pude asistir a una conferencia que daba sobre la teoría del entrenamiento deportivo. Me encantó su manera de explicar la planificación del entrenamiento y sobre todo la idea de que la planificación es el punto de partida y como el día a día va alterando las ideas iniciales. Me llamó la atención como la profesionalización del deporte lleva a tener atado todo tipo de detalle.Durante el turno de preguntas, le pude preguntar sobre su idea de la ejecución del entrenamiento deportivo en la etapa formativa (realmente era lo que a mí más me interesaba). Xesco comentó que los entrenadores formativos suelen cometer tres errores.

1) VISIÓN DEL NIÑO/A COMO "ADULTO EN MINIATURA". Sin lugar a dudas, un entrenador debe tener conocimientos sobre la etapa evolutiva, tanto a nivel físico como a nivel psicológico. Es importante saber hablar, más importante aún saber como hacerlo. Tan importante es lo qué dices como el cómo lo dices. No es lo mismo hacerlo con benjamines, con alevines, con infantiles o con cadetes. No podemos tratar a un alevín como si fuera un juvenil. Esto parece una obviedad, pero si tuviéramos alguna que otra cámara en algún que otro vestuario, más de uno nos llevaríamos las manos a la cabeza.Otro aspecto importante es conocer la singularidad de cada uno de los elementos que componen el equipo. Es decir, conocer las características personales de tus jugadores. Después de un pequeño tiempo de adaptación, has de conocer al jugador que necesita que le alces la voz para motivarlo y el que si le alzas la voz se hundirá en la miseria y no volverá a levantar cabeza en todo el partido. Si algún día consigues dominar eso a la perfección, ya podemos decir que tienes mucho ganado. Hay jugadores que necesitan sentirse importantes, otros a los que le tienes que estar constantemente encima para evitar sus despistes, jugadores que precisan el elogio constante (tengo uno que después de cada partido lanza la misma pregunta ¿Hilario, lo he hecho bien? Lo voy a echar de menos...)Por último, también es importante dos factores. Uno, aquellos jugadores que por sus características son más limitados que el resto de sus compañeros, se ha de potenciar su autoestima cuando realicen una acción de manera correcta. Es decir, realzarle los aspectos positivos que realice. Y dos, todos los mensajes han de acabar en tono positivo. Tú te puedes cabrear y echarle la mayor bronca del mundo (ojo, bronca a nivel formativo) a un jugador que comete un error enorme. Evidentemente, él ha de ser consciente del error. Pero tu discurso no ha de acabar en la bronca, siempre ha de acabar en tono positivo. "Venga, la próxima vez lo harás mejor". "Ánimo, que lo harás bien". O la frase más utilizada por mí cuando los miércoles analizamos los partidos y hacemos hincapié en los errores cometidos. "Si el error cometido sirve para que no lo vuelva a cometer, no es un error, es un acierto". Creo que mis jugadores esta frase se la saben de memoria, llevan dos años ya oyéndome...

2) MALA ELECCIÓN DE EJERCICIOS. Muchas veces observo los entrenamientos de los distintos compañeros, los calentamientos antes de empezar los partidos, sobre todo en el fútbol escolar, que es lo que más me gusta. Y muchos entrenadores, sobre todo aquellos que están empezando (aunque también los hay de la vieja escuela, llevar mucho tiempo en esto no es sinónimo de hacerlo bien, también puede ser de llevar mucho tiempo haciéndolo mal), caen en el error de que entrenar es hacer lo mismo que a ellos le hacen (muchos son jugadores) o que le han hecho y hacerlo con los niños y niñas, algunos rebajando un poco la intensidad (y otros ni eso, a tope). Así ves cosas tan curiosas como pré-benjamines haciendo estiramientos de aductores o benjamines corriendo y corriendo como si fueran maratonianos.Así, los ejercicios han de estar planificados y han de perseguir un objetivo. Cuando yo hago un ejercicio tengo que saber por qué lo hago y para qué lo necesito. También es muy importante no caer en la monotonía y trabajar la variedad. Un mismo ejercicio puede resultar diferente si introducimos pequeñas variaciones. Por ejemplo, en el entrenamiento de ayer pasamos 45 minutos haciendo un partido, pero durante los 45 minutos mis jugadores jugaron en diferentes espacios (más reducido, más amplio), sin posibilidad de mover la posición y moviendo, atacando en cuatro porterías pequeñas, luego en dos situadas en las esquinas, posteriormente en una portería con portero, etc.

3) NO SABER COMPENSAR EL PÉNDULO FORMACIÓN-RESULTADOS Aquí tenemos el kit de la cuestión. ¿Dónde está el punto intermedio entre enseñar e intentar ganar? ¿Qué es lo más importante? Lo más demagógico es decir que lo importante es que el chaval aprenda, que se divierta, etc. Estoy de acuerdo, pero no debemos olvidar que todo esto tiene un aire competitivo. En función del lugar donde te encuentres, el péndulo ha de tirar más hacia un lado o hacia otro. Estamos de acuerdo en que no es lo mismo entrenar en un equipo de barrio, en segunda división sin ninguna aspiración, que hacerlo en un división de honor, donde te van a exigir resultados. Aunque en los dos casos hablemos de jugadores y jugadoras de 10 y 11 años. Ya es el entrenador el que conociendo la filosofía del club el que debe aplicar la medida adecuada. Considero que también sería importante que esta medida fuera "transmitida" a los respectivos padres/madres para tratar de evitar malos entendidos.En resumen, no caer en estos tres errores es importante para que el trabajo sea realmente útil, provechoso y sobre todo adecuado para tus jugadores y jugadoras.

http://todostenemosalgoescondido.blogspot.com/

Fuerte abrazo a un gran Sevillista

Gracias Hilario

Webinar na Second Life


As novas tecnologias, sendo aproveitadas e exploradas convenientemente, abrem caminhos, alguns deles ainda por descobrir, conducentes ao conhecimento nas mais variadas áreas, em que o desporto e o Andebol em particular não são excepção.
Já tinha escutado comentários acerca da SL, que me levaram a pensar que seria mais uma brincadeira como outras que conhecemos da Internet “popular”.
Depois deste primeiro Webinar, integrado nos trabalhos de Doutoramento de António Lopes em Ciências do Desporto do INECF em Lleida, sob a orientação do Prof. Dr. Pedro Sequeira, percebi que é necessário adaptarmo-nos às novas circunstâncias que regem o funcionamento da aldeia global em que vivemos que se modifica a uma velocidade vertiginosa. Espero que os presentes tenham aproveitado da melhor forma esta sessão de formação, que sendo a primeira vez, faz antever as enormes possibilidades deste formato de ensino/aprendizagem, sobretudo pelas potencialidades de interacção existentes entre formadores e formandos.
Fica o meu agradecimento ao Prof. Dr. Pedro Sequeira e a António Lopes pelo convite.
Encontramo-nos algum destes dias na Second Life!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Coordenação Motora - Método para Potenciar a Finta

O exercício apresentado na figura, tem como objectivo trabalhar a finta com salto. Adapta-se por exemplo para fintar em espaço amplo ou para evitar interrupção do jogo por parte de um defensor que procura contacto físico.
Uma variante, consiste em conjugar o drible sempre que se coloca o apoio fora da escada de agilidade, importante para ampliar a finta e dar continuidade ao jogo.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Consulta a Xesco Espar




Bom dia minhas amigas e amigos!



Um dos objectivos que me levou a criar este blogue, que fez ontem exactamente um mês (oficialmente), foi gerar uma dinâmica de discussão sobretudo de carácter informativo onde todos pudéssemos aprender Andebol “trocando ideias”.
Da minha parte, estou a procurar encontrar formas para que essa discussão se estabeleça a um nível o mais elevado possível, porque acredito que só assim poderemos ter um crescimento real.
Deste modo, é com muita satisfação que anuncio a participação de Xesco Espar, uma referência como treinador e sobretudo como pessoa que não necessita de apresentações. Disponibilizou-se prontamente para se associar à intenção do blogue, com a humildade e o sentido de partilha que o caracterizam.

Eu sei que ele sabe, que não fica mais débil ao repartir conhecimento.

Obrigado Xesco!











Consulta

Este espaço destina-se a consultar um especialista da modalidade para lhe pedir um conselho ou parecer, acerca de um determinado tema ou problema.

Neste caso, o tema a tratar será, “Estrutura de um microciclo de competição”, pelo que, a partir de hoje e durante uma semana receberei as vossas questões (mensagens) associadas a esta temática, que posteriormente irei agrupar e seleccionar por ordem de pertinência. Podem também escrever para o meu e-mail, no entanto se todos podermos ver as perguntas que vão sendo colocadas, evitamos fazer perguntas idênticas. Tentarei reduzir ao máximo as questões a colocar, para que lhe seja mais fácil organizar a resposta tendo em conta o pouco tempo de que dispomos. Apelo à vossa capacidade de síntese e cuidado na elaboração da pergunta, mas também à perda de qualquer tipo de complexo que vos possa impedir de perguntar algo que vos intriga.

Espero que seja benéfico para todos, já que nem sempre existe esta abertura desinteressada para trocar experiências, aproveitem!

domingo, 15 de junho de 2008

Coordenação Motora - Método para Potenciar a Finta


Estes exemplos correspondem aos exercícios da fig. 7 e 8 apresentados no artigo.








As tarefas devem ser executadas de forma a privilegiar movimentos coordenados e controlados em que a velocidade de execução deve ser “óptima” de forma a evitar gestos desnecessários que possam aumentar o gasto energético ou contribuir para movimentos que não cumprem o protocolo. O equilíbrio entre a velocidade de execução e o cumprimento da tarefa deve ser encontrado pelo executante.


sábado, 14 de junho de 2008

Reflexão




"Quando tinhamos todas as respostas, mesmo todas, mudaram todas as perguntas"



Mario Benedetti



Se conseguirmos conviver com este pensamento, como Treinadores, Atletas ou Dirigentes, vamos concerteza ser melhores no futuro!

Informação

Tenho recebido alguns e-mails que perguntam acerca da possibilidade de colocar no blogue artigos e material que pode ser de interesse geral, ao que tenho respondido que não o podem fazer a não ser no espaço correspondente às mensagens. No entanto se forem artigos ou informação extensa, podem envia-la para o meu e-mail de forma resumida ou por partes para poder ser publicada. Não devemos esquecer que se estes artigos não forem dos próprios devemos ter a devida autorização dos autores. Por outro lado, podem enviar os links que podem conduzir a essa informação no espaço destinado às mensagens ou então para o meu endereço de e-mail.
Obrigado!

Coordenação Motora - Método para Potenciar a Finta


Relativamente ao artigo, "Método para Potenciar a Finta", e porque tenho tido pedidos de esclarecimento acerca de alguns exercícios, ficam aqui alguns exemplos práticos acerca da execução de alguns deles. A escada de agilidade pode ser facilmente construida com marcas colocadas no chão como se percebe no exemplo (vídeo).

Os casos apresentados, correspondem aos exercícios das figuras 1 (esquerda)e 6 (direita) descritos no artigo.
Para que este tipo de exercícios sejam mais ou menos intensos, podemos manipular variaveis como a velocidade de execução ou a distância a que são colocados os apoios fora da escada, aumentando assim o desequilibrio e a intensidade das contrações excentricas (travar mudando de direcção).

A melhoria da capacidade de diferenciação cinestésica, permitirá ao atleta o ordenamento adequado dos seus movimentos parciais, permitindo sequenciar e sincronizar as tarefas de forma mais precisa através da melhoria da percepção do seu corpo, aumentando assim a percepção constante das condições espaciais, temporais e da força a aplicar durante a execução de um determinado gesto. A capacidade de ritmo relaciona-se com a habilidade para organizar acções musculares em relação ao espaço e ao tempo. A orientação espacial permite determinar e variar a posição e os movimentos do corpo no espaço e no tempo relativamente ao campo de acção (terreno de jogo, material fixo, …) e/ou a um objecto ou interveniente em movimento (móbil, companheiros ou adversários,...) Por outro lado a capacidade de equilíbrio, consiste em manter o corpo em estado de equilíbrio ou recupera-lo após o movimento.


sexta-feira, 13 de junho de 2008

Velocidade em Andebol


Por falar em treino da Velocidade deixo aqui um link que vos conduz a um artigo interessante acerca do treino da velocidade em Andebol.

"O treino da velocidade en Andebol deve realizar-se modificando a organização dos acontecimentos e situações de jogo mediante a manipulação das variáveis que afectam os estádios que se desenvolvem em cada vertente do tratamento de informação" (Seirul-lo, 1998)


http://www.efdeportes.com/efd28a/velocbm.htm

La Preparación Física en la Formación de Jugadores de Deportes de Equipo(última parte)


Velocidad

• Se trata de una capacidad determinante en el balonmano por lo cual debemos construir la futura composición de la fibra muscular a favor de las fibras de contracción rápida
• En general, el volumen dedicado a la velocidad será superior al de otras capacidades
• La velocidad se desarrolla paralelamente a las capacidades perceptivo-motrices (coordinativas)
• La relación entre el entrenamiento de la velocidad y la mejora coordinativa y decisional del jugador es fundamental. Será necesario adaptar las tareas específicas de velocidad al dominio técnico-táctico. Para poder ejecutar a gran velocidad cualquier acción será necesario tener total dominio de la misma.
• La velocidad de los movimientos mejora generalmente hasta los 12 años, por tanto, es importante su entrenamiento en edades tempranas

Velocidad de Reacción

• La velocidad de reacción y la rapidez de la frecuencia de movimientos cíclicos deben desarrollarse entre los 7 y 12 años. Se realizarán muchas tareas de velocidad de reacción simple y, progresivamente, compleja
• De 12 a 14 años existen las condiciones óptimas para su desarrollo a máxima intensidad. Aumenta el entrenamiento de velocidad de reacción compleja mediante estímulos progresivamente más específicos.

Velocidad Acíclica y Cíclica

• La velocidad acíclica comienza su entrenamiento a los 10-12 años
• La velocidad cíclica comienza su entrenamiento a los 12 años
• A partir de los 14 años se incrementa sustancialmente su entrenamiento de ambas con objeto de mejorar los desplazamientos acíclicos, cíclicos y la velocidad gestual
• El entrenamiento máximo de estas capacidades se realizará a partir de los 16 años.

Flexibilidad

• La flexibilidad dará al deportista mayores posibilidades para el dominio de la técnica además de formar parte fundamental del programa preventivo
• Comienza su disminución a partir de los 10 años
• Se recomienda utilizar, siempre con precaución, métodos activos en las primeras edades y aumentar gradualmente a otras técnicas.

Bibliografía
• ANTÓN, J.L. (1990). Balonmano. Fundamentos y etapas de aprendizaje. Madrid. Gymnos.
• ANTÓN, J.L.; DOBLADO, M.M. (1997). La iniciación a los deportes de equipo: una propuesta pedagógica. En Jiménez, J.; Sáenz-López, P.; Díaz, M. El deporte escolar. Huelva. Universidad de Huelva.
• ANTÓN, J.L. (1998). Balonmano. Táctica grupal ofensiva. Madrid. Gymnos.
• ANTÚNEZ, A.; UREÑA, N. (2002) Guía didáctica de Balonmano. Murcia. Diego Marín Librero Editor.
• AÑÓ, V. (1997). Planificación y organización del entrenamiento juvenil. Madrid. Gymnos.
• BANGSBO, J. (1997). Entrenamiento de la condición física en el fútbol. Barcelona. Paidotribo.
• BÁRCENAS, D.; ROMÁN, J.D. (1991). Balonmano. Técnica y metodología. Madrid. Gymnos.
• BAYER, C. (1986). La enseñanza de los juegos deportivos colectivos. Barcelona. Hispano Europea, S.A.
• BOSCO, C. (1991). Aspectos fisiológicos de la preparación física del futbolista. Barcelona. Paidotribo.
• CALLEJA, J; LEKUE, J; LEJARRETA, M.; LEIBAR, X. (2002). Desarrollo de la velocidad en jóvenes jugadores de Baloncesto. II Curso de Especialización de la Preparación Física en Baloncesto de Formación y Alto Nivel. Madrid. INEF de Madrid.
• ESPAR, F. (2001). Balonmano. Barcelona. Ediciones Martínez Roca.
• GARCÍA MANSO, J.M; NAVARRO VALDIVIELSO, M.; RUIZ CABALLERO, J.A. (1996). Bases teóricas del entrenamiento deportivo. Principios y aplicaciones. Madrid. Gymnos.
• KONZAG, I. (1992). Actividad cognitiva y formación del jugador. RED. Vol. 7, 6-11.
• LATISKEVITS, L.A. (1991) Balonmano. Barcelona. Paidotribo.
• MARTÍN ACERO, R. (2000) Velocidad en el fútbol: aproximación conceptual. Revista digital www.efdeportes.com. Buenos Aires.
• MORAS, GERARD. (1994). La preparación integral en el voleibol. Barcelona. Paidotribo.
• NAVARRO, F. (1994). Evolución de las capacidades físicas y su entrenamiento. Madrid. COE.
• ROMÁN, J.D.; TORRESCUSA, L.C.; SÁNCHEZ, F. (1988). Guía metodológica de iniciación al balonmano. Madrid. FEBM.
• RUIZ PÉREZ, L.M. (2000). Deporte y aprendizaje. Procesos de adquisición y desarrollo de habilidades. Madrid. Visor.
• RUIZ PÉREZ, L.M. (2000). Desarrollo de la pericia. Curso "Detección de talentos y la búsqueda de la excelencia en el deporte". Toledo. UCLM.
• TROSSE, H.D. (1993). Balonmano, entrenamiento, técnica y táctica. Barcelona. Martínez Roca.
• V.V.A.A. (1991). Balonmano. Madrid. C.O.E.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

La Preparación Física en la Formación de Jugadores de Deportes de Equipo(ParteV)

Alguns trabalhos com bola medicinal de 3kg.




Fuerza

· Por razones de adaptación neuromuscular se considera importante adaptar los métodos a las edades de los deportistas y alternar constantemente los métodos
· Consideramos apropiada la utilización de pesas a partir de la etapa juvenil, no antes.
· La correcta utilización de juegos de fuerza como luchas, autocargas, circuitos, móviles ligeros, gomas,... será suficiente para el aumento de las diferentes manifestaciones de fuerza evitando el estancamiento propio de la utilización precoz de las pesas (destacado por algunos autores)
· Durante la infancia se utilizarán juegos y ejercicios que involucren gran cantidad de grupos musculares buscando respuestas musculares y mejorar el tono muscular. Los métodos serán informales
· A partir de la etapa infantil se incluirán algunos ejercicios más específicos existiendo aún predominio de los ejercicios generales. Comienza el uso progresivo de métodos de circuito.
· Progresivamente aumentarán los ejercicios específicos hasta llegar a superar a las generales en la etapa juvenil. Comenzarán a utilizarse métodos según los objetivos.
· En términos generales primero se buscará el desarrollo de la coordinación intermuscular para posteriormente, en el momento oportuno, poder entrenar con eficacia la coordinación intramuscular y la hipertrofia muscular.

Fuerza - Velocidad

· Dada su gran importancia en balonmano y teniendo en cuenta todo lo anterior, consideramos importante empezar a entrenar esta capacidad desde los 10 años, incluso a los 8 años, mediante cargas muy ligeras que permitan una alta velocidad de contracción.
· Es una capacidad que aumenta en la primera pubertad (12-14 años), por tanto, a partir de los 12 años el entrenamiento de esta capacidad será fundamental.
· A partir de los 14 años se entrenará con máxima intensidad esta capacidad adaptando los movimientos a las acciones específicas del balonmano.

Fuerza Máxima

· Es necesario que el organismo haya solidificado el crecimiento y completado el proceso de desarrollo para poder entrenar la fuerza máxima
· Esto conlleva la imposibilidad de estimular la fuerza máxima antes de 14-16 años. A partir de los 14 años existe mayor presencia hormonal q desarrolla una mayor masa
· Su entrenamiento en principio (14 años) se realizará mediante ejercicios generales (autocargas, ejercicios por parejas,...) sin utilización de pesas.
· En la etapa juvenil, cuando el proceso de desarrollo haya finalizado se podrá trabajar con confianza y sin riesgos. No obstante, consideramos importante no superar el 85% de carga máxima y no llegar al fallo, es decir, 4 (6) repeticiones

Resistencia a la Fuerza

· La resistencia a la fuerza no se una capacidad prioritaria en el balonmano
· Destacamos que se trata de una capacidad muy específica cuyo entrenamiento se basa en ejercicios específicos del propio deporte
· Teniendo en cuenta que involucra el metabolismo anaeróbico su iniciación será tardía, aproximadamente hacia los 14 años
· A partir de los 16 años se entrenará con total intensidad.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Selecção Feminina

Nunca é demais referir o êxito da Selecção Sénior Feminina Portuguesa ao ter-se classificado para o Europeu da Macedónia a disputar em Dezembro próximo, até porque este blogue, com apenas um mês de existência tem neste momento cerca de 3000 visitas, das quais 30% são oriundas de fora do País, sobretudo de Espanha e PALOP.
Uma vez mais parabéns à Selecção!


Ana Sousa: «Depois desta qualificação nada será como antes
FOI A GOLEADORA FRENTE À POLÓNIA

Poucos acreditavam, mas o milagre aconteceu. A Selecção Nacional feminina cometeu a proeza de recuperar de uma desvantagem de 9 golos (28-37) frente à Polónia, carimbando, em Gaia, um triunfo por 11 tentos (35-24), que ofereceu pela primeira vez o apuramento para uma fase final de um Europeu. Um feito histórico, não só do andebol, mas também do desporto nacional, já que Portugal, naquilo que diz respeito ao sector feminino, nunca conseguira uma qualificação de sucesso para grandes eventos internacionais em modalidades colectivas.“Depois desta qualificação, nada será como antes. Esperemos que toda esta dedicação e grande esforço das jogadoras da Selecção sirva para alguma coisa, como seja uma aposta mais forte do País no andebol feminino”, considerou Ana Sousa, de 23 anos, que foi um dos grandes trunfos da turma das quinas, cotando-se como a melhor marcadora da segunda mão do playoff, com 9 golos.Um sonhoA lateral-direita de características polivalentes, que esta temporada foi vice-campeã na liga italiana pelo RIAM Vigasio, diz que a Selecção feminina tem evoluído muito e está a jogar cada vez melhor, graças à maior experiência das suas atletas, muitas delas obrigadas a procurar o profissionalismo em campeonatos mais competitivos: “A saída para o estrangeiro de várias jogadoras aumentou o nosso nível. Ainda há pouco tempo seria impensável viver este momento. Após tantos anos de trabalho, é sem sombra de dúvida o ponto mais alto da minha carreira”, festejou Ana Sousa.

Autor: ALEXANDRE REIS E JOÃO BAPTISTA SEIXAS
Data: Terca-feira, 10 Junho de 2008 - 00:27

Treino da Força



Este tipo de exercícios são variações dos movimentos de halterofilia que permitem desenvolver sobretudo altas taxas de produção de força ou seja elevados níveis de potência. A intensidade do exercício pode ser determinada em função da velocidade de execução e não só pela quantidade de carga a mover. Neste exemplo prático verificam-se muitos erros de execução já que ainda estávamos numa fase de aprendizagem. Para se poder progredir quanto à intensidade é necessário primeiro dominar as determinantes de execução do exercício.

Determinantes de execução:

Início do movimento com a barra ligeiramente abaixo dos joelhos.
Apoios ligeiramente oblíquos.
Braços em extensão para implicar os membros inferiores no início do movimento.
Tronco ligeiramente inclinado à frente.
Bacia em anteversão.
Procurar executar com uma elevada taxa de produção de força.