segunda-feira, 7 de julho de 2008

Xesco Espar - Resposta 2


2. Que grado de importancia tiene el entrenamiento de la fuerza máxima en el período competitivo, y si es importante trabajarla, en que días o día del microciclo de competición deberá ocurrir?
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2. Que grau de importância tem o treino da força máxima no período competitivo, e se é importante, em que dias ou dia do microciclo de competição deverá ocorrer?

La fuerza máxima en balonmano tiene una cierta importancia en las acciones de 1x1 defensivas. Para el resto de acciones (saltar, correr, lanzar) es más importante la fuerza explosiva. Entrenar los dos tipos de fuerza simultáneamente es un problema ya que si trabajas mucho la fuerza máxima, puedes perder explosividad y si sólo trabajas la fuerza explosiva, con el paso del tiempo , los niveles de fuerza máxima tienden a estancarse o bajar.
Para mí, lo ideal es trabajar la fuerza máxima solamente en el periodo transitorio, ya sea en el mesociclo de descarga o el de preparación. Pero podemos hacer otras consideraciones…
Para jugadores mayores (ya formados y que por lo tanto tienen unos buenos niveles de fuerza máxima), en el periodo competitivo deberíamos trabajar principalmente la fuerza explosiva o potencia. Si de todas maneras se trabaja (lo cual podría ser aconsejable una vez cada dos semanas), debería separarse por lo menos tres días respecto del partido (es decir lunes, martes o miércoles).
En el caso de jugadores jóvenes (pero de más de 20 años) en los que hay que seguir aumentando los niveles de fuerza, te diría lo mismo, es decir, lunes, martes, miércoles o como mucho jueves.
En los menores de 20 años no deberíamos trabajar la fuerza máxima nunca. Primero deben adaptarse al trabajo de pesas.
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A força máxima em andebol tem uma certa importância nas acções de 1x1 defensivas. Para as restantes acções (saltar, correr, lançar) é mais importante a força explosiva. Treinar os dois tipos de força simultaneamente é um problema, já que se trabalhas muito a força máxima, podes perder explosividade e se só trabalhas a força explosiva, com o passar do tempo, os níveis de força máxima tendem a estancar ou a descer.
Para mim o ideal é trabalhar a força máxima somente no período transitório, seja no mesociclo de descarga ou no preparatório. Mas podemos fazer outras considerações…
Para jogadores mais velhos (já formados e que portanto têm bons níveis de força máxima), no período competitivo deveríamos trabalhar principalmente a força explosiva ou potência. Se no entanto se trabalha, (o que poderia ser aconselhável uma vez em cada duas semanas), deveria separar-se pelo menos três dias relativamente ao jogo (quer dizer, segunda, terça ou quarta-feira).
No caso de jogadores jovens (mas com mais de 20 anos) em que há que seguir aumentando níveis de força, dir-te-ia o mesmo, quer dizer, segunda, terça, quarta e como muito, quinta-feira.
Com os menores de 20 anos não deveríamos trabalhar a força máxima nunca. Primeiro devem adaptar-se ao trabalho com cargas.

domingo, 6 de julho de 2008

FAP


Torrinha foi eleito

CARLOS MANUEL PEREIRA (Jornal o jogo)

Depois de 25 anos nos quadros da Federação de Andebol de Portugal (FAP), 21 dos quais como presidente, chegou ontem ao fim o legado de Luís Santos. O novo ciclo deverá dar continuidade ao trabalho já desenvolvido, pois o sucessor é Henrique Torrinha, vice-presidente e braço-direito de Luís Santos desde os seus primeiros mandatos. Eleito com 71 por cento dos votos para o quadriénio 2008/2012, Torrinha faz-se acompanhar, na Direcção, pelos vice-presidentes Rui Coelho e Ulisses Pereira e pelo director executivo Miguel Ferreira Fernandes. Além da Direcção, foram eleitos presidentes Pedro Feist (Mesa da Assembleia Geral), Raul Castro (Conselho Fiscal), António Galambas (Conselho de Arbitragem), António de Sousa (Conselho Disciplinar), Pedro Mourão (Conselho Jurisdicional) e Fernando Pais (Conselho Técnico).
Por uma questão de transparência financeira, e dado que Luís Santos renunciou à continuidade do seu mandato, o Conselho Fiscal colocou na Assembleia Geral a apreciação e votação das demonstrações financeiras intercalares da FAP, relativas ao período de 1 de Janeiro a 31 de Maio deste ano. Apenas a Liga se absteve na votação, tendo o documento sido aprovado com os restantes votos favoráveis (20). Na hora da despedida, Luís Santos mostrou total disponibilidade para continuar a trabalhar com a FAP e apelou a todos os associados para acreditarem no trabalho que está a ser desenvolvido, dizendo ter "a certeza absoluta do êxito da nova Direcção", que terá como objectivo dar ainda mais visibilidade ao andebol.

"Fazer do andebol um produto"

Henrique Torrinha, ontem eleito presidente da Federação de Andebol de Portugal, tem já uma estratégia para aumentar o prestígio da modalidade. O primeiro passo, sublinha, é tornar "o andebol num produto", sendo este o único caminho para a afirmação da modalidade, procurando "presenças sistemáticas das Selecções Nacionais nas fases finais dos Campeonatos da Europa e do Mundo". O dirigente destaca ainda a necessidade de ter uma "organização e uma gestão adequada", sob pena de não haver desenvolvimento nem futuro para o andebol. O presidente recém-empossado apresentou, como objectivos, a preparação dos futuros ciclos olímpicos, a criação de um Centro de Alto Rendimento, em local a designar, a construção da sede social, em Lisboa, a criação do museu da modalidade, a preparação das iniciativas de comemoração do 75.º aniversário da FAP, que se celebra em 2014, e a publicação do livro "A História do Andebol". A consolidação de protocolos com autarquias é também um plano a implantar.

Liga dos Campeões 2008/09


El presidente del Ademar León, Juan Arias, considera que el sorteo en la Liga de Campeones fue "beneficioso" ya que valoró los rivales en el Grupo G, el Montpellier, el Zurich y el vencedor de la eliminatoria Benfica-Bregenz, como "complicados, pero accesibles". Arias reconoció que "hubiera firmado dicha composición del grupo antes del sorteo, al tratarse de desplazamientos cómodos, en lugares conocidos".

sábado, 5 de julho de 2008

Avaliação da condição física - Árbitros 2

Esclarecimento:

Sendo mais precisos, o teste utilizado para avaliar a capacidade aeróbia dos árbitros, não foi nenhum pertencente ao protocolo de testes de yo-yo de Bangsbo, mas sim o "shuttle run test". Este teste difere dos testes de yo-yo (com pausas entre os percursos de 40m) por ser um teste contínuo de carga progressiva. É também um teste mais adequado que o teste de Cooper, por eliminar problemas de controlo do ritmo como já tinha afirmado no post anterior correspondente a este tema, já que a velocidade de corrida é controlada por um sinal sonoro. Este teste difere também do teste de Cooper por ter mudanças de sentido aproximando-se ao tipo de esforço desenvolvido pelos árbitros em jogo.

Xesco Espar - Resposta 1

Dentro del periodo competitivo creo que lo mejor es siempre trabajar con el tipo intermitente porque es más específico, ya sea de carga aeróbica o anaeróbica. Si el equipo va a estar varias semanas con estos volúmenes de entrenamiento, mi consejo sería hacer la sesión a mediados de semana (miércoles) e ir alternando una semana aeróbico y una semana anaeróbico. En el caso de que ese equipo esté jugando más de un partido por semana, entonces no habría que entrenar la resistencia ya que el partido sirve de carga. Solamente usaría el método continuo (y absolutamente aeróbico) en el caso de que el equipo tuviese durante varias semanas dos partidos por semana. En ese caso sería aconsejable una carga aeróbica suave en la semana siguiente sin partido entre semana. Si el equipo entrena 7-8 veces, supongo que los jugadores son “físicamente expertos” y pueden recuperarse muy bien entre sesiones. Desde este punto de vista, solamente habría que separar las cargas en días diferentes, o realizar las cargas de fuerza antes de la de resistencia. Pero excepto después de un entrenamiento duramente anaeróbico, creo que incluso al día siguiente se podría entrenar la fuerza.

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Dentro do período competitivo creio que o melhor é sempre trabalhar com o método do tipo intermitente por ser mais específico, seja de carga aeróbia ou anaeróbia. Se a equipa vai estar várias semanas com estes volumes de treino, o meu conselho seria fazer a sessão a meio da semana (quarta-feira) e ir alternando uma semana aeróbio e outra semana anaeróbio. No caso dessa equipa estar a jogar mais do que um jogo por semana, então não se deveria treinar a resistência já que o próprio jogo serviria de carga. Somente utilizaria o método contínuo (e absolutamente aeróbio) no caso de que a equipa tivesse durante várias semanas dois jogos por semana. Nesse caso seria aconselhável uma carga aeróbia suave na semana seguinte sem jogo entre semana. Se a equipa treina 7 a 8 vezes, suponho que os jogadores são “fisicamente evoluídos” e podem recuperar-se muito bem entre sessões. Desde este ponto de vista, somente haveria que separar as cargas em dias diferentes, ou realizar as cargas de força antes das de resistência. Mas excepto depois de um treino duramente anaeróbio, creio que inclusivamente ao dia seguinte se poderia treinar a força.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Resposta de Xesco Espar


Foi com muita satisfação que recebi as respostas de Xesco Espar às perguntas colocadas por alguns dos treinadores visitantes deste blogue. Embora seja de fácil leitura e interpretação, vou proceder à tradução dessas respostas para facilitar a compreensão aos que estão menos familiarizados com a língua espanhola. Amanhã colocarei a primeira questão associada ao tema, “estrutura de um microciclo de competição”.

1. En un equipo de alto nivel, que entrene de 7 a 8 veces por semana, ¿de que tipo son las sesiones de resistencia (continuo o intermitente) y que carga utilizar para mantener niveles adquiridos anteriormente? ¿Como mezclarlas con el resto de las sesiones (posibles interferencias negativas con el entrenamiento de fuerza) teniendo en cuenta la mejor combinación posible?

Numa equipa de alto nível, que treine de 7 a 8 vezes por semana, de que tipo são as sessões de resistência (contínuo ou intermitente) e que carga utilizar para manter níveis adquiridos anteriormente? Como programar com o resto das sessões (possíveis interferências negativas com o treino da força) tendo em conta a melhor combinação possível?

Avaliação da condição física - Árbitros 1

Boa tarde.
Este mail que lhe envio surge na conversa que mantive com alguns colegas no fim-de-semana passado, na acção de reciclagem de preparação para a época 2008/09.No Sábado foram feitos os testes escritos e físicos. Já no início desta época, o Teste de Cooper tinha sido eliminado, e foi substituído pelo "shuttle test", conhecido por muita gente como o teste do yo-yo.Tive colegas que defenderam com unhas e dentes o Cooper, mas eu defendo que este teste é muito mais exigente e, muito possivelmente, mais adequado a aferir a verdadeira condição física do árbitro.Peço-lhe a sua opinião acerca do assunto, se possível, para que eu e os meus colegas possamos ficar mais esclarecidos.Desde já o meu muito obrigado.
Um abraço,Carlos Capela

Resposta:

O yo-yo test (não sei qual foi a versão utilizada) ao ser um teste intermitente, por sí só já é um teste mais adequado para quem efectua um trabalho em campo de característica intermitente (com pausas e mudanças de ritmo). O grande problema do teste de cooper, é que ao ser um teste contínuo, por vezes não determina com clareza a capacidade aeróbia do indivíduo avaliado por motivos relacionados com o controlo do ritmo. Alguns indivíduos fazem um bom teste porque sabem controlar o ritmo a adoptar durante os 12 minutos e outros fazem um mau teste porque por vezes começam demasiado rápido, ou demasiado lento e nunca chegam a explorar a sua real capacidade. Com a utilização do yo-yo test, esse problema não se coloca, já que o teste demarca os tempos de repouso (constantes) e a velocidade de deslocamento (crescente).

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Sensação retardada de desconforto muscular-Delayed Onset Muscle Soreness

Da iniciativa levada a cabo por todos os que participaram no jogo de veteranos entre o Club Balonmano Cangas e o Clube Desportivo de Portugal (onde iniciei a minha actividade como atleta Iniciado e posteriormente como treinador de Infantis), fica a reportagem fotográfica e o apoio teórico necessário para a explicação do fenómeno (no âmbito da miopatia do exercício) para os que se queixaram de dores musculares nos dias seguintes... No meu caso particular, foi uma despedida difícil de esquecer, pela simplicidade e generosidade demonstrada por todos. Está marcado o próximo encontro para daqui a um ano no Porto.

Abraço a todos.




Links - Miopatia do exercício:

http://www.fcdef.up.pt/RPCD/_arquivo/artigos_soltos/vol.1_nr.2/09.pdf
http://sportsmedicine.about.com/cs/injuries/a/doms.htm

Regresso de Carlos Queiros



Isto sim, é uma boa notícia para o País!

Desejo bom trabalho e boa sorte ao Professor Carlos Queiroz.

Espero que consiga fazer com que o objectivo seja sobretudo colectivo e como muito bem diz Jorge Araújo, "que o todo seja maior que a soma das partes".

Homenagem a José Luzia


Pergunta a Xesco Espar fora do tema.


“Sempre houve uma dúvida, ou questão, que me acompanha nestes anos que levo como treinador de formação. Relaciona-se com a idade com que um jovem Atleta poderá ou deverá jogar ao mais alto nível de seniores. E faço esta questão ao Xesco, pois sei que acompanhou de perto, a integração do húngaro Lazlo Nagy no F. C. Barcelona com 19/20 anos, após o Mundial de Juniores que se realizou em Portugal, sabendo eu, que ele não entrou logo na 1ª Equipa Catalã”.
Abraço
José Carlos Rodrigues (Litos)


Esta questão colocada pelo nosso companheiro Litos, por não entrar no âmbito do tema proposto (estrutura do microciclo de competição) não foi enviada ao Xesco Espar, no entanto não creio que a sua opinião possa estar muito distante da minha no que respeita a esta problemática.

As Federações regulam logicamente as idades de participação nas competições e as equipas técnicas dos clubes devem regular a exigência aos atletas em formação. Desta forma, e tendo em conta diferentes factores, como o estado maturacional, nível técnico e táctico, características físicas e psicológicas, os atletas devem ser agrupados por nível de exigência seja dentro do próprio escalão, ou em escalões distintos. Por vezes é difícil assegurar que determinado atleta esteja a ser submetido a uma exigência ideal e necessária conducente a um crescimento sustentado. Se as actividades a desenvolver estiverem articuladas entre os diferentes escalões, a exigência torna-se mais simples de regular. É necessário que haja uma planificação dos diferentes factores que conduzem à formação integral do atleta nos planos físico, técnico e táctico, psicológico e teórico. É muito importante que a planificação tenha previsto o aumento de horas de trabalho com a idade, nem que para isso, os atletas tenham que treinar no mesmo dia em diferentes escalões, até porque sabemos que uma das carências existentes em Portugal é a quantidade de horas de trabalho destinadas ai treino das diferentes capacidades. Sem eliminar etapas, a velocidade a que cada atleta responde ao impacto das cargas, vai determinar a sua posição dentro dos diferentes grupos de trabalho do clube, pelo que, nunca sabemos quando vai chegar ao topo, mas devemos saber qual o caminho a percorrer. É muito importante que todos tenham oportunidade para jogar, por vezes é necessário aumentar o número de grupos de trabalho seja para treinar, seja para competir (se houver condições para isso), equipas satélite são exemplo disso. Finalmente, condições financeiras e a “filosofia” do clube ditarão a operacionalidade da planificação, que deve estar assente em pressupostos baseados na qualidade das actividades propostas.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Jogos Olímpicos de Beijing 2008




Neste link acedemos à página do andebol.


Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (última parte).

Comparación entre la Ejercitación 3 vs. 3 en Media Cancha y la Realización de Carreras Intermitentes

El ejercicio intermitente es la forma más efectiva de mejorar la aptitud física de los jugadores de Balonmano. La utilización de períodos de trabajo y recuperación similar a los registrados durante el juego es aconsejable cuando se realizan ejercitaciones de sprints intermitentes. Nosotros hemos analizado la HR durante una ejercitación característica de sprint (sprint de 10 segundos-recuperación de 20 segundos) y el ejercicio de 3 vs. 3 realizado en media cancha. Los resultados son bastante interesantes ya que muestran que ambas ejercitaciones produjeron respuestas cardiovasculares y metabólicas similares.
El siguiente gráfico muestra las respuestas de la HR en ambas ejercitaciones:

Figura 6. Resultados del análisis del porcentaje de la frecuencia cardiaca máxima durante un ejercicio de sprints intermitentes y un ejercicio de 3 vs. 3 en media cancha. Curva Roja: Sprints Intermitentes, Curva Blanca: Ejercicio 3 vs. 3.

Conclusiones

Estos datos muestran que las ejercitaciones específicas del Balonmano pueden ser tan efectivas como las actividades de sprints y de carreras en lo que se refiere a las respuestas adaptativas del sistema cardiovascular. Sin embargo es importante subrayar algunos aspectos de gran importancia a la hora de planificar las sesiones de entrenamiento para los jugadores de Balonmano:

Destreza de los jugadores

Si el nivel de destreza es bajo, seleccione ejercitaciones cuya cantidad de errores técnicos (i.e., pérdidas del balón, fases inactivas, etc.) sea limitada.
Seleccione el espacio a utilizar, la duración de la ejercitación y el número de jugadores en base a las destrezas de sus jugadores.

Duración

La duración de las ejercitaciones simples depende de sus jugadores. La situación ideal es incrementar progresivamente la duración de las ejercitaciones para asegurarse que sus jugadores puedan llevar a cabo largos períodos de actividades jugadas de alta intensidad.
Los períodos de recuperación nunca deberían ser mayores a 30 s - 1 min.

Planeamiento Semanal

Las ejercitaciones con número limitado de jugadores deberían ser utilizadas al comienzo de la semana.
Progresivamente durante la semana, se debería dedicar más tiempo a las ejercitaciones del tipo 6 vs. 6 para mejorar el trabajo de equipo y los aspectos tácticos del juego.

Monitoreo

Utilice el monitoreo de la HR para valorar la intensidad de sus ejercitaciones.
Planee sus sesiones en base a la cuidadosa consideración de las demandas cardiovasculares y metabólicas de las ejercitaciones que desea utilizar.

REFERENCIAS

1. Londeree and Moeschberger. Effect of age and other factors on HR max. Research Quarterly for Exercise & Sport, 53 (4), 297-304. 1982.
2. Miller et al. Predicting max HR. Medicine & Science in Sports & Exercise, 25 (9), 1077-1081. 1993.
3. Loftin M, Anderson P, Lytton L, Pittman P, Warren B. Heart rate response during handball singles match-play and selected physical fitness components of experienced male handball players. J Sports Med Phys Fitness, 36 (2): 95-9. 1996.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Resposta a anónimo - Euro 2008 de Futebol"

São muitas as razões que podem justificar a diferença entre nós e os nossos vizinhos Espanhóis. Uma delas ameniza a nossa culpa, já que, Espanha tem 40 milhões de habitantes o que permite ter uma base de recrutamento mais alargada de futuros praticantes de desporto. Culturalmente, a importância que damos à prática do desporto (desde tenra idade) é infinitamente diferente daquela que aqui me apercebo (já que vivo na Galiza). Os meus filhos já participaram em diferentes provas de distintos desportos, têm medalhas e diplomas de participação de todos os eventos, um deles tem 9 e o outro 5 anos, e vejam só, já são desportistas…
Qualquer prova de qualquer desporto é aproveitada para elevar ao mais alto o sentimento de ser Espanhol (não quero entrar nas divisões internas que também existem), e nós só soubemos quem era a Vanessa Fernandes depois de ela já não ter nada mais para ganhar… É uma pena que não aproveitemos o desporto para sentirmos orgulho de ser Português, até porque não deve ser fácil conquistar os mares como o fizeram os nossos antepassados. Devemos perceber onde e como estamos e decidir rapidamente para onde queremos ir. Para tal, é necessário perceber que só o trabalho e tempo de reflexão podem alterar o caminho que por vezes nos parece mal destinado. Por falar em orgulho, vejam o quadro abaixo que expressa as escolhas das diferentes federações desportivas do nosso país. Haverá algum motivo para ser assim? Será que os Espanhóis são tão diferentes de nós? Não quero com isto dizer que os treinadores que chegam de fora são maus ou piores que os Portugueses, tenho até apreço por Mats Olson que conheço pessoalmente, mas, será que falta algo mais para podermos traçar melhores caminhos?

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte V).

6 x 6
Media Cancha (Ejercitación Característica para Entrenar Aspectos Tácticos del Juego)

Figura 5. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 6 vs. 6 de 15 min de duración.

En la Figura 5 se aprecia la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano, otros datos útiles son los valores de la concentración de lactato (1.9±0.5 mM/L) y el tiempo que se pasó entre el 90% y el 100% de la HR máx. (9%). Esto sugiere que esta ejercitación es probablemente más útil para enseñar y ver nuevos aspectos tácticos del juego, sin embargo no produce un estrés suficiente sobre el sistema cardiovascular como para provocar respuestas adaptativas significativas (el 71% del tiempo total de la ejercitación se pasa con niveles de HR similares a los alcanzados durante un juego oficial).
La siguiente tabla resume nuestros hallazgos luego de analizar diferentes ejercitaciones:


Tabla 2. Resumen de los hallazgos a partir del análisis de diferentes ejercitaciones con jugadores de Balonmano.

Como se puede ver en la tabla, el aumento en el número de jugadores y el incremento de las dimensiones del espacio de juego reduce la intensidad. Esto es particularmente cierto cuando las ejercitaciones son llevadas a cabo utilizando solo la mitad de la cancha.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Monitorização do treino

Este exercício, é uma situação de jogo 2X2 todo o campo. Com 4 grupos; 3 séries de 8 minutos com funcionamento intermitente, já que o grupo que marca golo sai; 1,5 minutos de repouso entre séries; a duração das repetições é variável e ronda os 10/20” podendo ser superior.
É interessante constatar a diferença de comportamento cardiovascular de dois atletas no mesmo exercício. Podemos perceber que o primeiro tem valores médios (seta), e de frequência máxima cardíaca, muito abaixo do segundo. Também se verifica que a curva é muito mais escarpada no segundo (atinge valores mais elevados e desce mais rapidamente a valores de repouso ou próximos) exemplo do que no primeiro, o que pode sugerir maior capacidade aeróbia nos momentos de pausa. Factores psicológicos podem também justificar o impacto cardiovascular no primeiro exemplo…


domingo, 29 de junho de 2008

Euro 2008 de Futebol

"Los jugadores mantean a un Luis Aragonés eufórico, que se va como el seleccionador con más victorias de la historia de España y con el segundo título que tenemos en nuestras vitrinas. GRACIAS, LUIS."
(Jornal a Marca - 29 Jun 08)
Os amantes do desporto, e Espanha em particular, têm aqui uma boa oportunidade para aprenderem que esta vitória se deve em grande parte à teimosia de um treinador que defendeu sempre os seus princípios!

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte IV).

4 x 4

Esta ejercitación consiste de jugar 4 vs. 4 en diferentes posiciones. Esta ejercitación puede ser realizada con atacantes y defensores en diferentes combinaciones (i.e., dos defensores en la misma línea, defensores en diferentes líneas). Si las destrezas técnicas de los atacantes y los defensores son iguales, la intensidad es bastante alta. Cuando analizamos las secuencias de vídeo de la ejercitación, hallamos que la duración característica de las fases activas era menor que 15 seg. y la duración característica de las fases de recuperación era de 10-15 segundos.
Figura 4. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 4 vs. 4 de 6 min de duración.

En la Figura 4 se aprecia la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano, otros datos útiles son los valores de la concentración de lactato (3.6±0.7 mM/L) y el tiempo que se pasó entre el 90% y el 100% de la HR máx. (37%).
6 vs. 6 Media Cancha (Ejercitación Característica para Entrenar Aspectos Tácticos del Juego)


Figura 5. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 6 vs. 6 de 15 min de duración.

En la Figura 5 se aprecia la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano, otros datos útiles son los valores de la concentración de lactato (1.9±0.5 mM/L) y el tiempo que se pasó entre el 90% y el 100% de la HR máx. (9%). Esto sugiere que esta ejercitación es probablemente más útil para enseñar y ver nuevos aspectos tácticos del juego, sin embargo no produce un estrés suficiente sobre el sistema cardiovascular como para provocar respuestas adaptativas significativas (el 71% del tiempo total de la ejercitación se pasa con niveles de HR similares a los alcanzados durante un juego oficial).



sexta-feira, 27 de junho de 2008

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte III).

2 x 2 em meio campo

Esta ejercitación consiste en jugar 2 vs. 2 en diferentes posiciones. Esta ejercitación puede ser realizada con atacantes y defensores en diferentes combinaciones (i.e., dos defensores en la misma línea, defensores en diferentes líneas). Si las destrezas técnicas de los atacantes y los defensores son iguales, la intensidad es bastante alta. Cuando analizamos las secuencias de vídeo de la ejercitación, hallamos que la duración característica de las fases activas era 10 a 12 segundos.

Figura 3. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 3 vs. 3 de 6 min de duración.


3 x 3 em meio campo

Esta ejercitación consiste de jugar 3 vs. 3 en diferentes posiciones. Esta ejercitación puede ser realizada con atacantes y defensores en diferentes combinaciones (i.e., dos defensores en la misma línea, defensores en diferentes líneas). Si las destrezas técnicas de los atacantes y los defensores son iguales, la intensidad es bastante alta. Cuando analizamos las secuencias de vídeo de la ejercitación, hallamos que la duración característica de las fases activas era 12 a 15 segundos.

Figura 3. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 3 vs. 3 de 6 min de duración.

Monitorização do treino

Havendo meios para isso, é importante conhecer a resposta cardiovascular dos atletas quando submetidos a determinado tipo de exercício, sobretudo para averiguar se cumpre os objectivos a que se destina. Este exemplo corresponde ao comportamento da frequência cardíaca de um atleta submetido a um exercício de 2X2 em todo o campo. A duração total correspondeu a cerca de 28,5 minutos. 3Séries de 8’ com 1,5’ de pausa entre séries. É um esforço de carácter intermitente, já que são 4 equipas em jogo; a equipa que marca golo sai e prepara para nova repetição (em média 10/20 seg.).
A média da frequência cardíaca inclui as pausas pelo que não corresponde a um valor real se pretendermos avaliar somente a frequência em exercício.
Podemos observar claramente a rápida recuperação do atleta nos momentos de pausa, oferecido pelo declive da curva.
Embora saibamos que o indicador, frequência cardíaca, possa ser em determinados casos uma informação pouco fiável para prescrever o treino, será sempre um indicador a ter em conta para avaliar a adequabilidade do exercício.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte II).

"Para planificar o treino, é muito importante conhecermos a resposta cardiovascular dos atletas em jogo. É necessário que as sessões de treino produzam níveis de intensidade similares (ou superiores) em tempos também idênticos ou mesmo superiores."

A través del análisis de las respuestas de la HR en juegos oficiales de Balonmano con jugadores de elite, hemos hallado que la HR promedio era de aproximadamente 86% de la HR máx. (Figura 1). Estudios previos han mostrado hallazgos similares (Loftin et al., 1996).

Figura 1. Frecuencia cardiaca expresada como % de la HR máx. en un jugador durante un juego de posttemporada de la Liga Italiana.

Análisis adicionales han mostrado que en el 78% del tiempo total de juego, la HR de los jugadores representa el 80% de la HR máx., el 36% del tiempo la HR se encuentra entre el 90 y 100% de la HR máx.
Considerando el hecho de que un partido de Balonmano se juega en dos tiempos de 30 minutos cada uno, es importante asegurar que las sesiones de entrenamiento produzcan niveles de intensidad similares (o superiores) durante un tiempo similar (o mayor) para producir mejoras en la aptitud física de los jugadores. Aquí presentamos algunos ejemplos de ejercitaciones comunes del Balonmano y proponemos una clasificación de las demandas metabólicas de las ejercitaciones específicas del Balonmano.

El Entrenamiento de Balonmano debe Hacerse Jugando con el Balón

En un microciclo característico de un equipo de elite [1 semana de entrenamiento], 120 a 150 minutos son dedicados a ejercicios de acondicionamiento general. Esta cantidad representa aproximadamente del 15 al 20% del tiempo total de entrenamiento. El tiempo restante es dedicado a realizar ejercitaciones específicas del Balonmano, ejercitaciones técnicas y tácticas, partidos amistosos y repeticiones de situaciones de juego. Entonces queda claro que para mantener y/o incrementar la aptitud física de los jugadores, se debe realizar un planeamiento cuidadoso de las necesidades de las ejercitaciones específicas del Balonmano. A partir de esto, es importante subrayar que el acondicionamiento físico de los jugadores de Balonmano durante la temporada depende de la capacidad del entrenador para monitorear, elegir y variar las ejercitaciones que propone. Muchos entrenadores de elite cometen el error de contratar especialistas en acondicionamiento, los cuales pretenden entrenar a los jugadores de Balonmano como si fueran atletas de pista o campo, o separar los aspectos del acondicionamiento del entrenamiento global del Balonmano. En nuestra opinión, un buen entrenador de acondicionamiento para el Balonmano es aquel capaz de analizar y aconsejar al entrenador principal acerca de la calidad de sus ejercitaciones y posiblemente aquel con una experiencia decente en Balonmano. Asimismo, creemos que un gran entrenador de Balonmano es aquel capaz de conocer y entender la intensidad y las demandas fisiológicas de sus ejercitaciones y ser capaz de planificar sus sesiones de entrenamiento de acuerdo con ello. Por lo tanto, para mejorar el rendimiento, se debe mejorar la aptitud física de los jugadores de Balonmano mediante ejercitaciones y situaciones jugadas con características fisiológicas y espacio-temporales similares (y más intensas) a las que ocurren durante un partido real. Nosotros hemos analizado las respuestas de la HR de diferentes ejercitaciones comúnmente utilizadas por los entrenadores. Los resultados nos permitieron clasificarlas en base a su intensidad.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Exigências Fisiológicas de Formas jogadas (Parte I).

Expresso o meu agradecimento aos autores, Dr. Marco Cardinale e Dr. Vicenzo Manzi, pela autorização de publicação deste artigo neste espaço.

Este interessante estudo, a partir da monitorização da frequência cardíaca durante o treino, classificou diferentes tipos de exercitação com base na resposta cardiovascular dos atletas.

"Entrenamiento Especial para Equipos de Balonmano: Demandas Fisiológicas de Ejercitaciones Jugadas"

Marco Cardinale (1), Vincenzo Manzi (2).
(1)Olympic Medical Institute, Northwick Park Hospital, Harrow.
(2)Universiti di Roma Tor Vergata, Facolta di Medicina e Chirurgia.

INTRODUCCION

En un artículo previo sobre el rendimiento en el Balonmano hemos analizado las demandas fisiológicas del Balonmano y hemos destacado las características intermitentes del juego. El Balonmano es de hecho un juego rápido que requiere de la repetición de movimientos de alta intensidad en base a situaciones técnicas y tácticas. El acondicionamiento físico para los equipos de Balonmano debería caracterizarse por actividades acíclicas llevadas a cabo en ejercitaciones intermitentes para maximizar las mejoras específicas. El principal error que cometen la mayoría de los entrenadores es asignar la responsabilidad de la preparación física de sus jugadores a preparadores físicos que la mayoría de las veces provienen de otros deportes. El resultado característico de dicho error es ver a los jugadores de Balonmano corriendo en la pista durante la temporada competitiva y realizando ejercitaciones y actividades de acondicionamiento que no son relevantes para sus demandas competitivas. Un jugador de Balonmano entrenado no es aquel capaz de correr 1000 metros en la pista más rápido que cualquier otro. Un jugador de Balonmano entrenado es capaz de jugar Balonmano a un ritmo rápido (en posiciones defensivas y/o de ataque) durante todo el juego. Un jugador de Balonmano entrenado es aquel capaz de tomar buenas decisiones tácticas rápidamente durante todo el partido. Desafortunadamente, las características mencionadas previamente no pueden ser mejoradas en la pista o en el campo de atletismo, sino que solo pueden mejorarse planeando y periodizando cuidadosamente ejercitaciones jugadas en las cuales la toma de decisión es el componente principal.
En particular, durante la temporada competitiva, los jugadores de Balonmano pasan la mayor parte del tiempo realizando ejercitaciones específicas del Balonmano. Solo a través de la optimización de estas ejercitaciones y la alternación de sus intensidades será posible mantener y/o mejorar el acondicionamiento específico para el juego.
Por lo tanto, ¿cómo máximizar las sesiones de entrenamiento para el Balonmano? Obviamente entendiendo las demandas fisiológicas de las ejercitaciones propuestas y manipulando el volumen y la intensidad a través de la temporada competitiva. Una aproximación muy simple puede representarse por medio de la utilización de monitores de la frecuencia cardíaca durante las sesiones de entrenamiento para poder clasificar las ejercitaciones en base a las respuestas cardiovasculares de los jugadores.

Descripción del Método

Durante el ejercicio, la frecuencia a la cual el corazón late (frecuencia cardíaca, HR) se incrementa para cubrir la incrementada cantidad de oxígeno que demandan los músculos activos. Cuanto más intenso es el ejercicio, más rápido late el corazón. Los avances tecnológicos en el monitoreo de la HR han hecho posible que los deportistas y entrenadores registren y guarden datos de la HR durante los entrenamientos para subsiguientes análisis. Una vez que se han registrado los datos de la HR es posible analizar la intensidad de diferentes ejercitaciones y sesiones de entrenamiento. Antes de esto, es necesario definir la HR máx. y los diferentes niveles de intensidad con los cuales seremos capaces de cuantificar cada una de las sesiones de entrenamiento. La HR máx. puede determinarse a través de la realización de un esfuerzo máximo o de un test de aptitud física, tanto en el laboratorio como en el campo. El mejor método y a la vez el más fácil para calcular la frecuencia cardíaca máxima (HR máx.) es utilizar la ecuación 220-edad. Londeree y Moeschberger (1982) indicaron que la HR máx. varía mayormente con la edad, y que la relación no es lineal. Estos investigadores sugirieron una formula alternativa, 206.3 - (0.711 * edad). Similarmente, Miller et al. (1993) propusieron la formular 217 - (0.85 * edad) como una formula adecuada para calcular la HR máx.
Una vez que se ha establecido la HR máx., se pueden identificar los siguientes niveles de intensidad:

terça-feira, 24 de junho de 2008

Taça de Portugal Feminina

Parabéns ao Madeira Sad pela conquista da Taça de Portugal 2007/08.
Forte abraço ao João Paulo Barbosa e à equipa do Maiastars por ter chegado à final, ele merece, pela forma como se dedica no sentido de melhorar o rendimento das suas atletas.

Tomada de decisão (Decision Making)

Regulamos a actividade com estratégias que façam variar o espaço e o tempo (nº de passes para concluir a acção), o número de jogadores envolvidos (do mais simples para o mais complexo) e consequentemente o número de estímulos a perceber.


segunda-feira, 23 de junho de 2008

S.João do Porto



Desejo a todos um bom S.João!

Tomada de decisão (Decision Making)

É fundamental repetir, já que cada repetição é diferente das anteriores (distâncias; actividade dos defensores; regulamento; relação com os companheiros).
Embora a sucessiva repetição do exercício possa parecer semelhante, sensíveis alterações comportamentais, fazem com que a repetitibilidade não exista.


Consulta a Xesco Espar

Seguiram hoje para o Xesco Espar, as perguntas formuladas acerca da estrutura do microciclo de competição. Algumas delas chegaram-me também por e-mail. De uma forma geral, as questões giraram em torno de factores físicos, que provavelmente são aqueles que mais podem influenciar, de forma positiva ou negativa, quando construímos a semana de trabalho. Sequencia das cargas, importância da força máxima, tipo de trabalho de força e resistência mais adequados, relação com as cargas da pré-temporada, são algumas das dúvidas presentes nas perguntas que aqui são apresentadas.
Mesmo sem ainda saber a resposta, parece-me que valeu a pena a iniciativa.
Uma vez mais, obrigado Xesco!


Perguntas:

1. En un equipo de alto nivel, que entrene de 7 a 8 veces por semana, ¿de que tipo son las sesiones de resistencia (continuo o intermitente) y que carga utilizar para mantener niveles adquiridos anteriormente? ¿Como mezclarlas con el resto de las sesiones (posibles interferencias negativas con el entrenamiento de fuerza) teniendo en cuenta la mejor combinación posible?
2. Que grado de importancia tiene el entrenamiento de la fuerza máxima en el período competitivo, y si es importante trabajarla, en que días o día del microciclo de competición deberá ocurrir?
3. Que estructura deberá tener una sesión de trabajo de fuerza (Y que tipo de fuerza es mas importante trabajar) en un microciclo de competición?
4. Me gustaría saber la opinión de Xesco sobre el concepto de Fuerza explosiva, porque aun que creo que sé lo que es, veo diferentes formas de tratarla cuando se la define: Potencia, fuerza rápida, etc.
5. Que tipo de cuidados hay que tener con jugadores que hacen pesas en el gimnasio y después trabajan fuerza explosiva en la pista (Saltos, balones medicinales)?
6. Mirando a las diferentes capacidades físicas, cual será la secuencia mas correcta para llegar à sábado (partido) aprovechando la sobrecompensación resultante de la administración conjunta de las cargas de entrenamiento?
7. En un equipo de alto rendimiento, que grandes diferencias existen, a nivel de volumen (duración y frecuencia de las sesiones) de entrenamiento de fuerza, en sus diferentes expresiones, comparando la pré-temporada con el periodo competitivo?
8. Teniendo una pré-temporada tan corta, podremos introducir cargas típicas de microciclo de competición con intensidad específica, en la pré-temporada en alternancia con otras de distinta magnitud?

domingo, 22 de junho de 2008

Tomada de decisão (Decision Making)

O estabelecimento de um número de passes limitado, permite automaticamente criar um critério de êxito para a defesa. Não havendo limite de passes podemos trabalhar sistemas de continuidade.
O que se procura é desenvolver faculdades perceptivas em que a relação do envolvimento, da tarefa e do sujeito são inseparáveis.


Relíquias


Deixo um abraço ao meu amigo Pacheco e ao Manuel Machado que parece ter tido boa ideia em ter começado pelo Andebol...
Para os mais atentos, não deixem de olhar com olhos de ver para os artistas que estão em segundo plano!
Desejo boa sorte a todos!

sábado, 21 de junho de 2008

Tomada de decisão (Decision Making)

O que se procura com este trabalho é, a aquisição de padrões motores num contexto de perturbação ambiental.
Valorizando a tomada de decisão, a táctica assume o protagonismo, sendo a técnica integrada num plano secundário embora se complementem permanentemente.




sexta-feira, 20 de junho de 2008

Petição

Estes factores também contribuem para o Rendimento do Treinador!


Não, não é uma petição normal, daquelas a que sempre nos habituamos no dia a dia; bombeiros voluntários ou banco alimentar seriam disso um exemplo. É um pedido dos companheiros de escola de um puto, filho de um treinador, que rogam a sua continuidade no colégio onde neste momento ainda está inscrito. A verdade é que fui surpreendido com “tamanha organização”, de miúdos e miúdas que por vezes nos fazem pensar naquelas coisas importantes da vida. Estes putos, por momentos fizeram-me sentir que posso estar a interferir com a liberdade alheia, por ter renunciado a um projecto de trabalho arrastando comigo os que me são mais próximos. Mas, imediatamente me dei conta de que nesta vida nómada a liberdade tem um preço que por vezes há que pagar. Imagino que nesta profissão, muitos companheiros vivem situações mais difíceis, muitos deles por acreditarem que esta é a sua vida e até ao fim seguirão fiéis a ela, apenas me sinto mais um. O que me ocorre pensar, e isto é tipicamente o pensamento de um treinador, é que existem muitos aspectos positivos que acredito poderem superar os negativos. Quero crer que os meus filhos vão ter uma visão diferente do mundo, pelo enriquecimento pessoal que conhecer novas gentes aporta.
Estudaremos a estratégia mais eficaz para que a mudança seja uma vitória!

Tomada de decisão (Decision Making)

Para quem não esteve no Webinar, e queira saber um pouco mais acerca desta problemática, disponibilizo estes slides que não aparecem nos trabalhos de Tomada de decisão agregados ao blogue.


Todos estes factores podem ser melhorados com o treino, tendo sempre como meta a resolução de um problema.

Este tipo de trabalho procura integrar percepção, cognição e acção onde estão presentes todos os factores que podem determinar uma boa resposta.

Manipulamos o tempo com imposição de um número máximo de passes para finalizar.




quinta-feira, 19 de junho de 2008

Xesco Espar


Relativamente ao tema “Estrutura de um microciclo de competição”, e embora já tenhamos algumas questões interessantes, dispomos ainda de dois dias para participar nesta iniciativa.
Espero a vossa contribuição!







Durante mi etapa universitaria de formación, tuve el placer de conocer a Xesco Espar. Lo conocí porque era un habitual usuario del Servei d'Esports donde trabajaba para poder pagarme los estudios y posteriormente lo conocí como profesor. Xesco es profesor de balonmano y preparación física en el INEFC de Barcelona y era el preparador físico del Barça de Balonmano durante la magnífica etapa con Valero al frente y posteriormente fue entrenador del primer equipo tras la marcha de éste y anteriormente a la llegada de Manolo Cadenas.Pude asistir a una conferencia que daba sobre la teoría del entrenamiento deportivo. Me encantó su manera de explicar la planificación del entrenamiento y sobre todo la idea de que la planificación es el punto de partida y como el día a día va alterando las ideas iniciales. Me llamó la atención como la profesionalización del deporte lleva a tener atado todo tipo de detalle.Durante el turno de preguntas, le pude preguntar sobre su idea de la ejecución del entrenamiento deportivo en la etapa formativa (realmente era lo que a mí más me interesaba). Xesco comentó que los entrenadores formativos suelen cometer tres errores.

1) VISIÓN DEL NIÑO/A COMO "ADULTO EN MINIATURA". Sin lugar a dudas, un entrenador debe tener conocimientos sobre la etapa evolutiva, tanto a nivel físico como a nivel psicológico. Es importante saber hablar, más importante aún saber como hacerlo. Tan importante es lo qué dices como el cómo lo dices. No es lo mismo hacerlo con benjamines, con alevines, con infantiles o con cadetes. No podemos tratar a un alevín como si fuera un juvenil. Esto parece una obviedad, pero si tuviéramos alguna que otra cámara en algún que otro vestuario, más de uno nos llevaríamos las manos a la cabeza.Otro aspecto importante es conocer la singularidad de cada uno de los elementos que componen el equipo. Es decir, conocer las características personales de tus jugadores. Después de un pequeño tiempo de adaptación, has de conocer al jugador que necesita que le alces la voz para motivarlo y el que si le alzas la voz se hundirá en la miseria y no volverá a levantar cabeza en todo el partido. Si algún día consigues dominar eso a la perfección, ya podemos decir que tienes mucho ganado. Hay jugadores que necesitan sentirse importantes, otros a los que le tienes que estar constantemente encima para evitar sus despistes, jugadores que precisan el elogio constante (tengo uno que después de cada partido lanza la misma pregunta ¿Hilario, lo he hecho bien? Lo voy a echar de menos...)Por último, también es importante dos factores. Uno, aquellos jugadores que por sus características son más limitados que el resto de sus compañeros, se ha de potenciar su autoestima cuando realicen una acción de manera correcta. Es decir, realzarle los aspectos positivos que realice. Y dos, todos los mensajes han de acabar en tono positivo. Tú te puedes cabrear y echarle la mayor bronca del mundo (ojo, bronca a nivel formativo) a un jugador que comete un error enorme. Evidentemente, él ha de ser consciente del error. Pero tu discurso no ha de acabar en la bronca, siempre ha de acabar en tono positivo. "Venga, la próxima vez lo harás mejor". "Ánimo, que lo harás bien". O la frase más utilizada por mí cuando los miércoles analizamos los partidos y hacemos hincapié en los errores cometidos. "Si el error cometido sirve para que no lo vuelva a cometer, no es un error, es un acierto". Creo que mis jugadores esta frase se la saben de memoria, llevan dos años ya oyéndome...

2) MALA ELECCIÓN DE EJERCICIOS. Muchas veces observo los entrenamientos de los distintos compañeros, los calentamientos antes de empezar los partidos, sobre todo en el fútbol escolar, que es lo que más me gusta. Y muchos entrenadores, sobre todo aquellos que están empezando (aunque también los hay de la vieja escuela, llevar mucho tiempo en esto no es sinónimo de hacerlo bien, también puede ser de llevar mucho tiempo haciéndolo mal), caen en el error de que entrenar es hacer lo mismo que a ellos le hacen (muchos son jugadores) o que le han hecho y hacerlo con los niños y niñas, algunos rebajando un poco la intensidad (y otros ni eso, a tope). Así ves cosas tan curiosas como pré-benjamines haciendo estiramientos de aductores o benjamines corriendo y corriendo como si fueran maratonianos.Así, los ejercicios han de estar planificados y han de perseguir un objetivo. Cuando yo hago un ejercicio tengo que saber por qué lo hago y para qué lo necesito. También es muy importante no caer en la monotonía y trabajar la variedad. Un mismo ejercicio puede resultar diferente si introducimos pequeñas variaciones. Por ejemplo, en el entrenamiento de ayer pasamos 45 minutos haciendo un partido, pero durante los 45 minutos mis jugadores jugaron en diferentes espacios (más reducido, más amplio), sin posibilidad de mover la posición y moviendo, atacando en cuatro porterías pequeñas, luego en dos situadas en las esquinas, posteriormente en una portería con portero, etc.

3) NO SABER COMPENSAR EL PÉNDULO FORMACIÓN-RESULTADOS Aquí tenemos el kit de la cuestión. ¿Dónde está el punto intermedio entre enseñar e intentar ganar? ¿Qué es lo más importante? Lo más demagógico es decir que lo importante es que el chaval aprenda, que se divierta, etc. Estoy de acuerdo, pero no debemos olvidar que todo esto tiene un aire competitivo. En función del lugar donde te encuentres, el péndulo ha de tirar más hacia un lado o hacia otro. Estamos de acuerdo en que no es lo mismo entrenar en un equipo de barrio, en segunda división sin ninguna aspiración, que hacerlo en un división de honor, donde te van a exigir resultados. Aunque en los dos casos hablemos de jugadores y jugadoras de 10 y 11 años. Ya es el entrenador el que conociendo la filosofía del club el que debe aplicar la medida adecuada. Considero que también sería importante que esta medida fuera "transmitida" a los respectivos padres/madres para tratar de evitar malos entendidos.En resumen, no caer en estos tres errores es importante para que el trabajo sea realmente útil, provechoso y sobre todo adecuado para tus jugadores y jugadoras.

http://todostenemosalgoescondido.blogspot.com/

Fuerte abrazo a un gran Sevillista

Gracias Hilario

Webinar na Second Life


As novas tecnologias, sendo aproveitadas e exploradas convenientemente, abrem caminhos, alguns deles ainda por descobrir, conducentes ao conhecimento nas mais variadas áreas, em que o desporto e o Andebol em particular não são excepção.
Já tinha escutado comentários acerca da SL, que me levaram a pensar que seria mais uma brincadeira como outras que conhecemos da Internet “popular”.
Depois deste primeiro Webinar, integrado nos trabalhos de Doutoramento de António Lopes em Ciências do Desporto do INECF em Lleida, sob a orientação do Prof. Dr. Pedro Sequeira, percebi que é necessário adaptarmo-nos às novas circunstâncias que regem o funcionamento da aldeia global em que vivemos que se modifica a uma velocidade vertiginosa. Espero que os presentes tenham aproveitado da melhor forma esta sessão de formação, que sendo a primeira vez, faz antever as enormes possibilidades deste formato de ensino/aprendizagem, sobretudo pelas potencialidades de interacção existentes entre formadores e formandos.
Fica o meu agradecimento ao Prof. Dr. Pedro Sequeira e a António Lopes pelo convite.
Encontramo-nos algum destes dias na Second Life!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Coordenação Motora - Método para Potenciar a Finta

O exercício apresentado na figura, tem como objectivo trabalhar a finta com salto. Adapta-se por exemplo para fintar em espaço amplo ou para evitar interrupção do jogo por parte de um defensor que procura contacto físico.
Uma variante, consiste em conjugar o drible sempre que se coloca o apoio fora da escada de agilidade, importante para ampliar a finta e dar continuidade ao jogo.