

Foi publicado, esta sexta-feira, o livro "Limitações à Liberdade Contratual do Praticante Desportivo", de Lúcio Correia.
Aproveito para deixar o mais profundo agradecimento ao Xesco Espar por ter aceite o convite para participar no espaço denominado “consulta”.
8. Teniendo una pré-temporada tan corta, podremos introducir cargas típicas de microciclo de competición con intensidad específica, en la pré-temporada en alternancia con otras de distinta magnitud?


Men's and women's EHF Cup, Cup Winners' Cup and Challenge Cup: you can download the various stages of the competitions, the teams involved, the playing dates by rounds and the dates of the draw events.




Esclarecimento:
Dentro del periodo competitivo creo que lo mejor es siempre trabajar con el tipo intermitente porque es más específico, ya sea de carga aeróbica o anaeróbica. Si el equipo va a estar varias semanas con estos volúmenes de entrenamiento, mi consejo sería hacer la sesión a mediados de semana (miércoles) e ir alternando una semana aeróbico y una semana anaeróbico. En el caso de que ese equipo esté jugando más de un partido por semana, entonces no habría que entrenar la resistencia ya que el partido sirve de carga. Solamente usaría el método continuo (y absolutamente aeróbico) en el caso de que el equipo tuviese durante varias semanas dos partidos por semana. En ese caso sería aconsejable una carga aeróbica suave en la semana siguiente sin partido entre semana. Si el equipo entrena 7-8 veces, supongo que los jugadores son “físicamente expertos” y pueden recuperarse muy bien entre sesiones. Desde este punto de vista, solamente habría que separar las cargas en días diferentes, o realizar las cargas de fuerza antes de la de resistencia. Pero excepto después de un entrenamiento duramente anaeróbico, creo que incluso al día siguiente se podría entrenar la fuerza.


Links - Miopatia do exercício:
“Sempre houve uma dúvida, ou questão, que me acompanha nestes anos que levo como treinador de formação. Relaciona-se com a idade com que um jovem Atleta poderá ou deverá jogar ao mais alto nível de seniores. E faço esta questão ao Xesco, pois sei que acompanhou de perto, a integração do húngaro Lazlo Nagy no F. C. Barcelona com 19/20 anos, após o Mundial de Juniores que se realizou em Portugal, sabendo eu, que ele não entrou logo na 1ª Equipa Catalã”.
Abraço
José Carlos Rodrigues (Litos)
Esta questão colocada pelo nosso companheiro Litos, por não entrar no âmbito do tema proposto (estrutura do microciclo de competição) não foi enviada ao Xesco Espar, no entanto não creio que a sua opinião possa estar muito distante da minha no que respeita a esta problemática.
As Federações regulam logicamente as idades de participação nas competições e as equipas técnicas dos clubes devem regular a exigência aos atletas em formação. Desta forma, e tendo em conta diferentes factores, como o estado maturacional, nível técnico e táctico, características físicas e psicológicas, os atletas devem ser agrupados por nível de exigência seja dentro do próprio escalão, ou em escalões distintos. Por vezes é difícil assegurar que determinado atleta esteja a ser submetido a uma exigência ideal e necessária conducente a um crescimento sustentado. Se as actividades a desenvolver estiverem articuladas entre os diferentes escalões, a exigência torna-se mais simples de regular. É necessário que haja uma planificação dos diferentes factores que conduzem à formação integral do atleta nos planos físico, técnico e táctico, psicológico e teórico. É muito importante que a planificação tenha previsto o aumento de horas de trabalho com a idade, nem que para isso, os atletas tenham que treinar no mesmo dia em diferentes escalões, até porque sabemos que uma das carências existentes em Portugal é a quantidade de horas de trabalho destinadas ai treino das diferentes capacidades. Sem eliminar etapas, a velocidade a que cada atleta responde ao impacto das cargas, vai determinar a sua posição dentro dos diferentes grupos de trabalho do clube, pelo que, nunca sabemos quando vai chegar ao topo, mas devemos saber qual o caminho a percorrer. É muito importante que todos tenham oportunidade para jogar, por vezes é necessário aumentar o número de grupos de trabalho seja para treinar, seja para competir (se houver condições para isso), equipas satélite são exemplo disso. Finalmente, condições financeiras e a “filosofia” do clube ditarão a operacionalidade da planificação, que deve estar assente em pressupostos baseados na qualidade das actividades propostas.
Figura 6. Resultados del análisis del porcentaje de la frecuencia cardiaca máxima durante un ejercicio de sprints intermitentes y un ejercicio de 3 vs. 3 en media cancha. Curva Roja: Sprints Intermitentes, Curva Blanca: Ejercicio 3 vs. 3.
Figura 5. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 6 vs. 6 de 15 min de duración.
Tabla 2. Resumen de los hallazgos a partir del análisis de diferentes ejercitaciones con jugadores de Balonmano.
Figura 4. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 4 vs. 4 de 6 min de duración.
Figura 5. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 6 vs. 6 de 15 min de duración.En la Figura 5 se aprecia la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano, otros datos útiles son los valores de la concentración de lactato (1.9±0.5 mM/L) y el tiempo que se pasó entre el 90% y el 100% de la HR máx. (9%). Esto sugiere que esta ejercitación es probablemente más útil para enseñar y ver nuevos aspectos tácticos del juego, sin embargo no produce un estrés suficiente sobre el sistema cardiovascular como para provocar respuestas adaptativas significativas (el 71% del tiempo total de la ejercitación se pasa con niveles de HR similares a los alcanzados durante un juego oficial).
Figura 3. Respuesta de la HR de un jugador del Equipo Nacional Italiano registrada durante la realización de una ejercitación 3 vs. 3 de 6 min de duración.
Figura 1. Frecuencia cardiaca expresada como % de la HR máx. en un jugador durante un juego de posttemporada de la Liga Italiana.
