
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
Mundial 2011 na Suécia
España se queda sin organizar el Mundial de 2011España no organizará el Campeonato del Mundo de 2011 de balonmano. La Federación Internacional de Balonmano (IHF) ha elegido a Suecia y ha dejado fuera a Dinamarca y Hungría, además de España. La elección se ha llevado a cabo en la ciudad alemana de Herzogenaurach (a 20 kilómetros de Nuremberg, Baviera).
Fonte: Marca
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Barcelona - Kiel
"Special game"16.10.2008 - Kiel coach, Alfred Gislasson, talks about playing in Barcelona.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Scandibérico
Ataque em Superioridade e Inferioridade Numérica (parte II).
Este quadro indica a superioridade do Ciudad Real em relação ao Kiel nas situações de vantagem e desvantagem numérica, sendo claramente um dos factores que decidiu a vitória a favor dos Espanhois.

terça-feira, 14 de outubro de 2008
Ataque em Superioridade e Inferioridade Numérica (parte I).
O tempo que normalmente estamos obrigados a jogar nestas circunstancias requer uma atenção especial da nossa parte pelo menos na proporção expressa no primeiro quadro.
O segundo quadro apresenta um estudo feito por Cabodevilla (2000) que correlaciona os dois primeiros postos obtidos com o menor número de exclusões. Neste ponto não me parece clara a associação já que Portugal aparece como a equipa mais sancionada tendo no entanto obtido o melhor resultado de sempre numa competição internacional (Croácia 2000). Da mesma forma, a Ucrânia contraria a ideia inicial do autor dado que é a equipa pior classificada tendo obtido o terceiro posto na lista das equipas menos sancionadas. Depois de ter feito um estudo de correlação entre a classificação final e a média de exclusões por jogo das 12 equipas envolvidas (r=0.43), percebemos que existem outros factores que condicionam o rendimento das equipas quando jogam em assimetria que não estão apenas relacionadas com a diferença numérica.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Juan de Dios aspirante à presidencia da RFBM

Juan de Dios Román se presentará a las elecciones para la presidencia de la Federación Española de Balonmano. El ex seleccionador nacional, después de meditar su decisión durante un tiempo, ha decidido dar el paso de intentar presidir el balonmano español.
domingo, 12 de outubro de 2008
Competências fundamentais dos jogadores da 1ª linha

sábado, 11 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
El Blog de 'Barbolax', en la red
'Barbolax', habitual colaborador de distintos foros de Internet y de http://www.aebm.com/, dispone de un blog propio al que se puede acceder haciendo click en el siguiente enlace.
Fuente: AEBM
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
2008 EHF Top Coaches’ Seminar

As published earlier by the European Handball Federation, this year a coaches’ course is planned to take place in Skopje / MKD.
Top coaches from Europe and also from other continents are heartily invited on the final weekend of the 2008 Women’s European Championships. The programme worked out by the EHF Methods Commission and EHF lecturers will focus on practical tips from coaches with great experience.
The coach of the Olympic gold medallist France will also be among the presenters. Claude Onesta will try to give an insight to modern handball and to building a successful team.
If you wish to attend the event, you are still not late. The application deadline for the Top Coaches Seminar was extended until 17 October 2008. There are approximately 20 free places for handball experts.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Consulta

Foto gentilmente cedida por: Jornal o Jogo
Este é o grupo de perguntas que seguiram para o Professor José António Silva a quem desde já agradeço a disponibilidade por participar neste espaço
Gostaria de saber se reconhecem diferenças ao nível do jogo 1x1 quando comparamos um jogo sénior masculino e um feminino. Dois anos como treinador do feminino parecem indicar que neste contexto a frequência de ocorrência é menor.Se sim, será que estamos perante uma problema de formação respeitante à metodologia de treino?
1-Gostaria de saber que tipo de perfil deve-se ter para treinar o feminino?
Que diferenças ao nível dos conteúdos tácticos habitualmente empregues no jogo, sobretudo referindo-nos ao jogo de alto nível?
Será a mesma coisa ao nível do relacionamento atleta/treinador, funcionar com o feminino ou com o masculino?
Gostaria de saber se no entendimento do Professor José António Silva, nao devem existir diferênças ao nível do treino da força. Sou treinador de Andebol Feminino e por vezes tenho receio em utilizar cargas mais fortes no treino desta capacidade.
De volta
Boa tarde a todos, estou de volta para matar saudades da família e dos amigos. Tem sido para mim uma experiência desportiva fantástica poder trabalhar com atletas com capacidades ainda por descobrir. Essa experiência para além dos factores desportivos tem sido sobretudo valiosa para a minha formação como pessoa. Por outro lado, se lerem a notícia publicada na sequência deste post, do treinador do Poderoso Petro de Luanda (a base da selecção Angolana) Vivaldo Eduardo (também treinador da Selecção) merece o meu agradecimento já que no nosso meio, por vezes é difícil ver publicamente expresso o reconhecimento dos pares.
Fonte: Angola Press
Treinador do Petro de Luanda destaca nível competitivo
Luanda – O treinador sénior feminino do Petro de Luanda, Vivaldo Eduardo, reconheceu sexta-feira as qualidades do Atlético Sport Aviação (ASA) no recém terminado campeonato nacional de andebol.
Falando à imprensa após a conquista do título da modalidade pela sua equipa, o técnico elogiou a postura do adversário: “O ASA está em bom nível, melhorou muito em termos tácticos e é bem orientado. Isso valorizou o campeonato”.
De acordo com Vivaldo Eduardo, os outros clubes deviam também seguir o exemplo do ASA, que apostou na formação e na preparação das suas atletas.
O jogo terminou em 27-22 favorável para o Petro de Luanda.
Papel do fisioterapeuta
Bom dia Professor!!Tudo bem?
Aproveito para o questionar, pois julgo ser a pessoa indicada pela experiência que tem dentro e fora de portas, acerca de um aspecto muito particular.
O do Fisioterapeuta no Andebol…
Ao longo do tempo fui-me deparando com realidades que não se coadunam com a minha forma de estar.
O que quero dizer é que reparo que existe um subaproveitamento do Fisioterapeuta, já que este pode oferecer muito mais do que oferece nos clubes por onde passa.
Não será aquele profissional para tratar apenas determinada lesão… Mas para a maioria julgo que o é!
Sempre tive a preocupação, e com o passar do tempo e de acordo com a formação que felizmente tenho a sorte de fazer ano após ano com os melhores nomes internacionais da área, de intervir de forma diferente e a meu ver marcante!
Aquele fisioterapeuta que se limita a passar o treino sentado à espera que algo aconteça está condenado ao insucesso. Na minha opinião o nosso papel tem que ser muito mais activo. Tem obrigatoriamente que passar pelo trabalho diário com os atletas com o objectivo de prevenção.
Isto é, o fisioterapeuta não pode estar à espera que alço aconteça… tem que se antecipar ao surgimento de determinada lesão, pois como ambos sabemos a esmagadora maioria das lesões são de carácter microtraumático (mesmo aquela rotura do ligamento cruzado anterior que por vezes se diz que foi apenas macrotraumático e que ultrapassou o limite fisiológico da estrutura, muitas vezes apresenta um longo período de preparação para que um dia rompa… mecanismos complexos mas muito bem explicados biomecanicamente…)
Para não me estender muito mais e não ocupar o seu tempo, o que quero dizer é que o que faço/fazia com as equipas desportivas é trabalhar mesmo que o atleta seja ainda assintomático e não aguardar pela instalação de determinado quadro doloroso.
Com a consciência, como fisioterapeuta, docente do curso de fisioterapia, etc, que esta tarefa não é fácil e envolve muito investimento em formação por parte do profissional… Mas será que os grandes clubes não pretendem sempre os melhores??
Gostava de ter a sua opinião quanto ao que se passa fora de Portugal neste particular, pois cá, pelo que vi nos últimos anos o fisioterapeuta e responsáveis pelo clube não têm esta forma de estar, sendo na minha opinião decisiva.
Obrigado pela atenção.
Continuação de bom trabalho.
Abraço
sábado, 20 de setembro de 2008
Donner no Gil Eanes
A ele e ao Gil Eanes desejo-lhe sorte nesta nova aventura.
Hoje mesmo embarco para Angola para também trabalhar com as vice-campeãs Africanas do ASA (cujo máximo sponsor é a Taag), com campeonato a disputar já a partir do dia 22 de Setembro, com o campeonato Africano marcado para 19 de Novembro em Casablanca – Marrocos.
É certo que em pouco tempo não é possível mudar muita coisa, no entanto as atletas Angolanas do ASA pelo pouco tempo que trabalhei com elas percebi que têm muito para dar. Veremos se vale a pena a experiência, eu acredito que sim.
Até breve!
Aleksander Donner vai treinar o Gil Eanes, da I Divisão feminina. O técnico, 59 anos, que passou por ABC, Madeira SAD e Benfica, e conta com dez títulos de campeão nacional, vai rubricar um contrato de quatro anos para acumular funções de treinador principal do Gil Eanes e da formação dos atletas masculinos do Costa d'Ouro e Lacobrigense. "Queremos que o andebol de Lagos cresça mais, e nada melhor do que ir buscar um treinador com qualidade indiscutível", disse José Manuel Dias a O JOGO.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Ciudad Real perde em Valladolid

El Pevafersa dio una lección de balonmano en Pisuerga y se impuso al todopoderoso Ciudad Real, cuya calidad individual no fue suficiente para superar la buena defensa y el trabajo en equipo de los vallisoletanos, que contaron con dos buenos directores de orquesta -Perales y Entrerríos-. Los de Pastor hicieron del trabajo en equipo su mejor arma y vencieron al campeón de Liga.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Consulta
Fico à espera da vossa participação
Abraço

Foto gentilmente cedida por jornal o jogo
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Material de Guarda-redes
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Efeito concorrente do treino da força e da resistência (última parte)
Bell et. al. (2000) Effect of concurrent strength and endurance training on skeletal muscle properties and hormone concentrations in humans. European Journal Applied Physiology, v.81, n.5.
Bell et. al. (1997) Effects of strength trining and concurrent strength and endurance training on strength, testosterona, and cortizol. Journal of strength and conditioning research, v.11, n.1.
Collins, A. e Snow, T. (1993) Are adaptations to combined endurance and strength training affected by sequence of training? J. Sports Science, v.11, n.6.
Glowacki, S. (2003) The effects of concurrent training on performance variables in previously untrained males. Graduate Studies of Texas A&M University
Hass et al. (2001) Concurrent improvements and cardiorespiratory and muscle fitness in response to total body recumbent stepping in humans. European Journal Applied Physiology, v.85, n.1-2.
Hakkinen et. al. (2003) Neuromuscular adaptations during concurrent strength and endurance training versus strength training. European Journal Applied Physiology, v.89, n.1.
Hennessy e Watson (1994) The interferente effects of training for strength and endurance simultaneously. Journal of Strength and Conditioning Research. 8(1):12-19
Leverritt et. al. (2000) Changes in leg strength 8 and 32 h after endurance exercise. J. Sport Science, v.18, n.11.
Sale et. al. (1990 b) Comparation of two regimens of concurrent strength and endurance training. Medicine and Science in Sports and Exercise, v.2, n.3.
Manso, J. (1999) Alto rendimiento – La adaptacion y la excelência deportiva. Gymnos, Editorial Deportiva, S.L.
Chtara, M. et. al. (2005) Effects of intra-session concurrent endurance and strength training sequence on aerobic performance and capacity. Br J Sports Med, 39(8):555-60.
sábado, 6 de setembro de 2008
Utilidade do site

Deixo os comentários para vocês, dizendo somente que por respeito a todos, este resultado me obriga a continuar tentando fazer ainda melhor.
Relativamente às 3 votações de muito má, e utilizando uma linguagem militar quando se trabalha ordem unida (movimentos sincronizados do pelotão), só eles é que estão bem!..
Obrigado a todos por terem participado na votação!
Consulta
José António Silva, actual treinador do Sport Lisboa e Benfica, será o próximo colaborador no espaço designado, “consulta”, sucedendo a Xesco Espar. O tema a tratar será: “Andebol Feminino e Masculino – Que Diferenças?”. O tema surge no sentido de podermos perceber se existe variabilidade ao nível dos factores de rendimento tendo como base a discriminação por género.
À imagem do que sucedeu no trabalho anterior com Xesco Espar, receberei as questões no espaço correspondente às mensagens ou via e-mail. Agruparei essas questões por ordem de pertinência e conteúdo, para envio posterior ao José António, que tentará responder para publicação no menor espaço de tempo, sempre tendo em conta a sua disponibilidade.
Agradeço desde já a abertura do José António para cooperar com todos os treinadores que desejem participar.
Aproveitem!
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
FISIOLOGÍA, ENTRENAMIENTO Y MEDICINA DEL BALONCESTO
http://www.paidotribo.com/default.asp
ATENTAMENTE
DR. JULIO CALLEJA DR. NICOLAS TERRADOS
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Efeito concorrente do treino da força e da resistência (Parte VI)
Em termos práticos, a evidência de fadiga sugere que quando programamos treino de força e resistência (potência/capacidade) para o mesmo dia, o trabalho de força deve ser efectuado pela manhã e o de resistência ao final da tarde. Deve atender-se também ao tipo de grupos musculares maioritariamente envolvidos no treino da manhã que deverá diferir do treino da tarde. Ou seja, se planificamos treino da força do trem superior de manhã, poderemos trabalhar potência ou capacidade aeróbia ao final da tarde.
Resposta muscular: Quanto ao recrutamento das fibras musculares de acordo com o tipo de treino efectuado verifica-se que, durante o treino com orientação aeróbia as fibras maioritariamente recrutadas são do tipo I (lentas) e IIa (oxidativas rápidas). Por outro lado, se o treino for orientado para desenvolver níveis de força, as fibras mais solicitadas são do tipo IIa (oxidativas rápidas) e IIb (glicoliticas). Este facto sugere que desde que o treino aeróbio seja de moderada intensidade, a interferência que poderá ocorrer no treino da força será mínima inexistente. O mesmo já não se verifica se o treino aeróbio for de alta intensidade ou prolongado podendo interferir na capacidade para adquirir mais força.
Sugestão
domingo, 31 de agosto de 2008
Efeito concorrente do treino da força e da resistência (Parte V)

Também existem estudos que contrariam os resultados anteriores. Leveritt et al. (2000) demonstraram com uma amostra de alunos universitários, não existirem diferenças significativas na produção de força após treino em regime aeróbio em cicloergometro (50 min), seguido de exercício de força realizado 8 e 32 horas depois.
Relativamente à ordem que decorre o treino da força e resistência, Collins e Snow (1993) não referiram diferenças significativas entre dois grupos que treinaram 3 vezes por semana no mesmo dia, em que o grupo 1 fez trabalho de força antes do treino de resistência e o grupo 2 trabalhou na ordem contrária. No entanto existem trabalhos que demonstram que o efeito agudo do exercício aeróbio, pode inibir a qualidade do treino da força.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Efeito concorrente do treino da força e da resistência (Parte IV)

Estes autores levaram a efeito um estudo que implicava o treino da força e da resistência no mesmo dia e em dias alternados. O grupo 1 treinou duas vezes por semana força e resistência no mesmo dia. O grupo 2 treinou 4 vezes por semana força e resistência em dias alternados. O grupo 2 aumentou significativamente a força máxima (G1= +13%; G2= +25%) e o número de repetições a 80% da 1 RM até à fadiga (G1= +39%; G2= +64%), sendo que o VO2max foi similar em ambos os grupos (G1= 5%; G2= 2%).
Henessy e Watson (1994), demonstraram que o treino da força efectuado de forma isolada (TF), apresentou ganhos ao nível da força, potência e velocidade, não se verificando alterações nos resultados de resistência. Por outro lado, o Grupo que trabalhou de forma concorrente (TC), apresentou ganhos de resistência e força, embora os ganhos de força só se manifestassem nos membros superiores. Os ganhos de resistência ocorreram de forma similar nos grupos que só treinaram resistência (TR) e que efectuaram treino combinado (TC).
Estes resultados sugerem cuidados necessários ao planificar programas de treino direccionados para desportos que necessitem de força, potência, velocidade e resistência.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Efeito concorrente do treino da força e da resistência (Parte III)
Bell et al. (2000) realizaram um estudo durante doze semanas que envolveu quatro grupos com trabalho de distinta orientação, verificando-se que a combinação do treino da força com a resistência pode suprimir algumas adaptações provocadas pelo treino da força e favorecer outras ao nível da capilarização do musculo esquelético. O grupo 1 (TF) fez trabalho de força 3 vezes por semana, o grupo 2 (TR) fez trabalho de resistência 3 vezes por semana, o grupo 3 (TC) fez 6 vezes por semana treino combinado de força e resistência e o grupo 4 (C) serviu como grupo de controlo. O treino da força (TF e TC) teve como base a combinação de trabalho com máquinas universais e carga livre tendo em conta um programa equilibrado para todo o corpo. A intensidade do treino foi definida em 72% a 84% e incrementada em aproximadamente 4% cada 3 semanas. O número de repetições e séries variou entre 4 a 12 e 2 a 6 respectivamente. O treino aeróbio (TR e TC) decorreu 3 vezes por semana com 2 sessões de corrida continua (intensidade equivalente ao limiar ventilatorio. W ≈ 173W) em cicloergometro (30 min. de exercício, com aumento progressivo de 4 min. cada 4 semanas até 42 min.) e 1 sessão de treino intervalado com 3 min. de exercício (90% VO2max - W ≈ 291W ) e 3 min. de repouso (4 séries com incremento de uma série cada 4 semanas até 7 séries).
Os resultados obtidos com o grupo que fez treino combinado (TC) demonstraram reduzidas alterações ao nível da força na extensão do joelho; pouca hipertrofia muscular especialmente nas fibras do tipo I; uma subida dos níveis de concentração urinária de cortizol principalmente nas mulheres (pode sugerir um elevado estado catabólico); incremento de capilares por fibra. Por outro lado, o incremento do VO2max foi similar entre os grupos TC e TR o que sugere que as adaptações de força no treino combinado ficaram comprometidas quando comparadas com as adaptações de resistência onde não se verificaram diferenças.
domingo, 24 de agosto de 2008
Adeus Pequim, olá Londres!

sábado, 23 de agosto de 2008
Efeito concorrente do treino da força e da resistência (Parte II)
Na actualidade, parece ser de concordância generalizada que os estímulos fisiológicos que ocorrem no músculo esquelético decorrentes do treino da força e/ou da resistência, são divergentes na sua natureza podendo ser mesmo antagónicos na procura de ganhos de força (Bell e tal.2000; Hakkinen e tal. 2003).
Parece lógico que alguma atenuação nas adaptações causadas por um ou pelos dois tipos de treino possa ocorrer, quando são administrados em simultâneo como nos JDC (Glowacki, 2003).
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Efeito concorrente do treino da força e da resistência (Parte I)
Este texto é apenas uma reflexão acerca desta temática, sendo um artigo inacabado que comecei a escrever em Outubro de 2006, decidindo mesmo assim partilhar convosco.O presente documento resulta da leitura de diferentes artigos científicos e teve como propósito, a partir duma selecção prévia, análise e articulação de conteúdos, perceber se existem motivos que justifiquem cuidados na organização das cargas de treino quando combinamos trabalhos de força e resistência, como acontece de forma obrigatória e sistemática em jogos desportivos colectivos (JDC).
Embora seja relativamente fácil desenvolver níveis de força e potência durante os períodos de transição e pré-época, o mesmo não pode ser garantido no período ou períodos competitivos de forma a manter ou mesmo incrementar os níveis atingidos nos períodos precedentes, ao que acresce o facto de também serem necessários elevados níveis de resistência aeróbia e anaeróbia (Baker (2001). Também não podemos nem devemos ignorar o elevado número de competições cuja tendência é aumentar (aspectos financeiros), restando apenas tempo por vezes para recuperar, no sentido de voltar a competir no melhor estado funcional possível.
Como treinadores ou preparadores físicos, em JDC, sabemos da importância da força explosiva e da velocidade de reacção discriminativa, bem como de elevados níveis de resistência aeróbia e/ou anaeróbia (que varia de acordo com a modalidade desportiva). No entanto, existe provavelmente uma forma óptima de combinar o treino das referidas capacidades no sentido de promover adaptações de acordo com o objectivo previamente definido. Ou seja, é necessário organizar a carga de treino, pelo que a sua sistematização por um período de tempo determinado é a base da planificação desportiva no sentido de se obter um efeito positivo resultante da acumulação de cargas com diferente orientação (Manso, 1999).
Balizas

quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Ouro para Nelson Évora
O Guarda-Redes de Andebol (última parte)

Na defesa a remates de Pivot a distância para o rematador reduz-se, pois o guarda-redes sai da baliza e o rematador salta em direcção a esta, no entanto a recepção da bola pelo Pivot de costas ou perpendicularmente à baliza, dá mais tempo ao guarda-redes de intervir. Aproxima-se do rematador e pode actuar, esperando até que o atacante não possa variar o seu remate ou intuir a trajectória provável desse mesmo remate.
Os autores propõem diferentes tipos de actuação em função da “envolvência” do remate:
· Se o Pivot recebeu a bola de costas, o guarda-redes deve avançar sobre ele para poder “abafar” a bola (Ribeiro, 2002);
· Se o remate é realizado com pressão defensiva o Guarda-redes deve manter-se na linha de baliza (Hecker & Thiel, 1993, Ribeiro, 2002);
· Se o remate é efectuado sem oposição, do lado do braço de remate o Guarda-redes avança 2 ou 3 passos em direcção ao rematador, cobre a baliza com o tronco, braços e perna livre, efectuando posteriormente a defesa, em salto lateral e com impulsão unipedal (Hecker & Thiel, 1993; Ribeiro, 2002).
Na medida do possível, não se situar no centro da baliza, protegendo por um posicionamento ofensivo um dos lados da baliza. Não saltar em direcção ao Pivot mas reagir lateralmente.
Partindo da posição base Olson (2003a) refere que o guarda-redes deve realizar um deslocamento frontal em corrida com 2/3 passos amplos, com intenção de fechar o máximo de ângulo possível e surpreender o adversário na sua intervenção. Após avançar deve atrasar o máximo possível a sua intervenção. Se conseguir aproximar-se suficiente do adversário salta para cima para lhe tapar por completo a baliza, caso contrário tenta cobrir o maior ângulo possível. A perna de impulsão deve ser a mais afastada da bola de modo a dirigir e orientar o corpo para ela, enquadrando-se sempre com a bola.
Técnica específica de Remates de Contra-ataque:
O guarda-redes deve organizar a sua defesa de forma activa. Deve-se esforçar por exercer uma grande pressão sobre o rematador. Pode-se fazer por uma reacção defensiva organizada pela utilização consciente de fintas e observação precisa do remate (Hecker & Thiel, 1993). Não saltar em direcção ao rematador, agir lateralmente em direcção a um dos lados, partindo de uma posição estável e esperar sobre a linha de baliza se o rematador é pressionado por um defensor ou parte de uma posição desfavorável.
Apesar de utilizada com alguma frequência, em especial num passado recente, parece não ser muito aconselhável a utilização da defesa em “leque”.
BIBLIOGRAFIA
Antón, J. G. (2000): Balonmano, Perfeccionamento e investigación. INDE (eds), Barcelona.
Antón, J. G. (2002): Balonmano, Táctica Grupal Defensiva. Grupo Editorial Universitário. Granada.
Constantini, D. (s/d): Handball. Eds EPS. Cahiers des Sports. FF Handball.
Czerwinski, J. (1993): El Balonmano, Técnica, Táctica y Entrenamiento. Deporte & Entrenamiento. Paidotribo (eds). Barcelona.
Espar, F. (1998): “El concepto de táctica individual en los deportes colectivos”. In: Apunts, Ed. Física y Deportes. Nº 51. pp. 16-22.
Gallet, B. (1995): “Lexique Handball”. In: Aproches du Handball. F.F.H.B. N. º 26. pp. 11-13.
Greco, P. J. (2002): Caderno do Goleiro de Handebol. Belo Horizonte.
Hecker, S.; Thiel, A. (1993): Handball: Le Gardien de But. Éditions Vigot. Paris.
Hellgren, C. (1992): Une séance d'entrainement pour gardiens de but (la technique suédoise). In: Euro-Hand. pp. 81-89.
Latiskevits, L. A. (1991): Balonmano. Deporte & Entrenamiento, Paidotribo (eds). Barcelona.
Olsson, M. (2000): O treino de guarda-redes. Documentação de apoio ao Iº Colóquio Internacional de Andebol Boavista F.C..
Olsson, M. (2003): Individualisation of Goalkeeper Training. On-line: http:/www.europeanhandball.com/ , Periodical nº 1-2003. Pp. 54-60.
Olsson, M. (2003a): Escola Sueca. In: Andebol Top. Nº 14. pp. 13-16.
Olsson, M. (2004): The cooperation between the goalkeeper and the defence. On-line: http:/www.europeanhandball.com/ , Periodical nº 1-2004. Pp. 53-57.
Pascual, X. ((2004): El lanzamiento de primera línea: claves para el porteo. In: Revista Área de Balonmano, nº 31, Comunicacación técnica nº 233; pp. 1-15.
Ribeiro, M. (2002): O Guarda-redes. In: Andebol Top. Nº 11. pp. 25-32.
Rivière, D. (1989): Hand-Ball, les conseils d'un entraîneur à ses joueurs. Éditions Vigot. Paris.
Sanchéz, F. (2002): Deportes de Equipo: Análisis funcional, evaluación y aprendizaje de la táctica. Master en Alto Rendimiento Deportivo. Madrid
Sousa, R. (1994): Estudo Monográfico do Guarda-Redes - Soren Gottfredsen. Monografia de Licenciatura. FCDEF-UP. Porto.
Spate, D. (1993): L'entraînement du gardien de but. In: World Handball Magazine. IHF. Nº 2/93. pp. 35-42.
Weineck, J. (1986): Manual de Treinamento Esportivo. Editora Manole. São Paulo.
Zeier, U. (1987): O guarda-redes de Andebol. In: Cadernos 7 metros. Nº 3.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Espanha na meia final com a Islandia
España despierta y se mete en semifinalesRUBÉN HERAS - Los de Pastor juegan su mejor partido y ganan a Corea del Sur por 24-29. Los goles de Rocas y las paradas de Barrufet, fundamentales para la victoria. Ahora, Islandia será el rival de la selección en semifinales.
Fonte-TVE
O Guarda-Redes de Andebol (Parte IX)

Nos remates das pontas é necessário que o guarda-redes tenha consciência de que tem que usar o corpo todo para defender e não apenas as mãos ou as pernas (Olsson, 2000). Neste tipo de remate a bola para entrar tem que passar no raio de acção do guarda-redes. Por isso é fundamental esperar ao máximo numa posição de expectativa; se reagir cedo demais está a dar mais possibilidades ao rematador. Segundo Ribeiro (2002) o guarda-redes não deve sair nem saltar, se o rematador estiver pressionado ou o remate for executado de ângulo muito fechado. Olsson (2000) afirma também que se o rematador ganha algum ângulo o guarda-redes tem que ir acompanhando essa trajectória mas sempre de frente para o rematador, não pode “abrir a baliza” colocando o seu corpo paralelo à linha de golo.
Avançar quando o rematador remata sem oposição, para reduzir ângulo de remate, seguido de salto lateral, com impulsão unipedal. A envergadura e altura do guarda-redes, condicionam a profundidade da saída.
Propõe-se como técnica adequada: avançar um passo a perna mais próxima do poste a fim de reduzir ângulo de remate. A partir desta posição o guarda-redes salta lateralmente para cima, em que:
* o braço do lado da perna de impulsão protege o 1º poste;
* a perna livre, mais uma ou duas mãos, são colocadas lateralmente na direcção do 2º poste, para cobrir o máximo o máximo de superfície.
Remates a meia-altura e para zonas inferiores da baliza:
Procedimento idêntico ao descrito para os remates para as zonas superiores exceptuando a parte final do acto defensivo. Assim que o rematador baixa o braço, o guarda-redes segue rapidamente o movimento, a fim de poder contactar com a bola, com a perna livre e uma mão.
Os braços abertos, o mais próximo do poste, um semi-flectido, o outro mais estendido. Uma vez que se tenha dado o remate abaixo, leva a perna em abdução à posição da outra, assim juntam-se as duas em função da localização do remate, mais perto ou mais afastado da posição inicial de uma das duas. Os braços baixam-se e colocam-se paralelos ao tronco, as mãos com as palmas viradas para a bola e os dedos orientados para baixo.
Para os remates de ponta em geral, propõe-se como variante avançar o apoio contrário ao poste da baliza, em direcção ao braço do rematador, cobrindo assim o 2º poste e “oferecendo” o remate para o 1º poste, seguido de movimento igual ao anteriormente proposto mas em sentido contrário.
Outra técnica possível refere-se à utilização de fintas, através da saída precoce e exagerada do guarda-redes, na direcção do ponto de impulsão, forçando um "chapéu", o que dá a possibilidade de "abafar" a bola.
Remates especiais (roscas e chapéus):
No caso de remates em “Chapéu” o guarda-redes deve recuar e apanhar a bola em salto, com uma ou duas mãos. A técnica proposta é de rodar, apoiando a perna do lado interior da baliza, realizando uma impulsão e com a mão mais próxima do poste tenta interceptar a trajectória da bola.
Nos remates em “Rosca” tem de se aperceber “antecipadamente” o que acontece, quando vê a colocação da mão do rematador É necessário antecipar os remates em “chapéu”.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
O Guarda-Redes de Andebol (Parte VIII)

As bolas devem ser paradas, com as duas mãos e, se necessário, com a perna livre, devendo evitar-se a utilização de pé e mão; o contacto com a bola é promovido através de um salto lateral, com impulsão unipedal (perna de impulsão contrária à bola). Recomenda-se a utilização da defesa só com uma mão, quando o guarda-redes não se encontra posicionado no centro da baliza, tendo assim de intervir a uma grande distância.
Remates para zonas inferiores da baliza:
Remates a zonas centrais: fechar simultâneo das pernas, baixando os braços paralelos à altura das mesmas.
Remates aos ângulos: defesa com perna e mão e defesa em desequilíbrio, levando o centro de gravidade em direcção à bola, avançando o ombro para a frente a fim de evitar o desequilíbrio para trás, as mãos e a perna devem formar em conjunto com os braços, uma superfície que ajude a parar a bola. A superfície corporal oferecida à bola é maior e por isso a probabilidade de êxito aumenta.
A defesa em equilíbrio (defesa sem abandonar o solo, oferecendo à bola apenas o pé e parte da perna, o que significa que no fim da acção o guarda-redes continua de pé) é também pode ser utilizada, no entanto exige características antropométricas elevadas, para ser utilizada com sucesso.
Remates picados:
Propõe-se a mesma técnica de defesa dos remates para baixo, com a particularidade de nos picados ser necessário orientar o movimento do corpo para a frente, pois é difícil prever se o remate após o ressalto direccionado para baixo, a meia-altura ou para cima, sendo assim necessário procurar defender com todo o corpo.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
O preço das medalhas...
Vanessa Fernandes junta-se às críticas a atletas que não se esforçam“Um atleta de alta competição tem de ter objectivos concretos, pessoas em quem confiar a 100 por cento e nunca fazer as coisas só por ele, ter uma boa equipa. Tem de saber o que quer, onde está e o que significa a alta competição. A alta competição não é uma brincadeira, não é fazer meia dúzia de provas, andar a receber uma bolsa e está feito. Isto é como um trabalho”, afirmou Vanessa Fernandes, para quem há “dificuldade em Portugal em perceber isso”.Horas depois de se sagrar vice-campeão olímpica, Vanessa Fernandes lamentou a postura de alguns atletas. E embora não tenha nomeado nenhum alvo particular das críticas, acabar por recorrer a um exemplo concreto. “Temos muito talentos, na natação e no atletismo. O Tiago Venâncio, para mim, podia nadar muito, podia ser um grande atleta, mas não há uma estrutura fixa nesses sectores, é tudo feito um bocado à balda”, criticou a portuguesa, dando como bons exemplo Naide Gomes e Nélson Évora. “São pessoas de trabalho. A Naide gosta de trabalhar e vai até ao limite, o Nélson também. Nota-se logo mal se fala com as pessoas e o que eles têm feito demonstram isso.”Vanessa Fernandes afirmou ainda que “há pessoas que vêm aqui e é-lhes igual ficar em 50 ou 20.º, mas cada um faz o que pode no momento”, explicando que a presença nos Jogos Olímpicos não pode ser vista como um fim, mas sim como um início: “Eu não penso assim. Para mim são os resultados que me dão ambição e nunca estou satisfeita. Para ficar satisfeita com alguma coisa é um bocado complicado.”As palavras de Vanessa Fernandes surgiram depois de a triateta ter sido questionada sobre as críticas de Vicente Moura à atitude de alguns atletas, nomeadamente os que apresentaram desculpas que “não são as correctas” para o mau comportamento desportivo.O presidente do COP não especificou a quem se referia em concreto, mas o que é certo é que ao fim de 10 dias de Jogos, há declarações de diversos atletas portugueses que terão causado forte impacto, e até espanto, em Portugal. Marco Fortes (lançamento do peso) disse, após a eliminação, que não se adaptou ao horário matinal da sua prova. "De manhã só é bom é na caminha, pelo menos comigo", disse o lançador do Sporting, de 25 anos, eliminado no passado dia 15, com dois lançamentos nulos e um lançamento a 18,05m, bem longe do seu melhor (20,13m).No mesmo dia, também Jéssica Augusto, após a eliminação na prova dos 3.000 obstáculos, anunciou que iria de férias, justificando o abandono da corrida dos 5.000 metros dizendo que não participaria porque "não vale a pena", dada a forte concorrência africana.Hoje mesmo, Arnaldo Abrantes, eliminado nos 200m com um dos piores tempos, e Vânia Silva, eliminada na prova do lançamento do martelo, também fizeram declarações que estão a suscitar reacções diversas. Abrantes justificou a sua fraca prestação com o facto de ter "bloqueado" quando viu o estádio olímpico cheio, enquanto Vânia Silva admitiu que "não é muito dada a este tipo de competições" [os Jogos Olímpicos].No balanço dos resultados da natação, também o presidente da Federação Portuguesa de Natação (FPN), Paulo Frischknecht lançou críticas ao facto de o nadador Tiago Venâncio ter optado por se preparar sozinho para os Jogos Olímpicos. Na opinião deste dirigente, essa opção "do nadador, da família e do seu treinador" deram como resultado uma participação fraca de Tiago Venâncio, que registou os piores resultados dos nadadores lusos em Pequim. "Foi o único atleta que não se apresentou em forma e um nadador a quem ele ganhava regularmente há quatro anos foi campeão olímpico. Deve reflectir sobre isso", afirmou o presidente da FPN.




















