8º - Que critérios devem ser utilizados, na rotação dos guarda-redes? Fazem eles a gestão ou o treinador decide sempre quem deve jogar?Cada entrenador debe tomar sus decisiones. Decir que un criterio u otro es mejor o peor no creo que sea relevante, ya que en unas situaciones habrá unos que sean mejores y en otras esos mismos criterios en otras no lo son.
Para mí la gestión es responsabilidad del entrenador, y lo que debe hacer es explicar cual es su criterio, del cual pueden estar conformes o no los porteros, pero es importante que lo conozcan
Nosotros anteriormente, utilizamos un criterio de rotación: un partido uno, un partido otro. No es ni mejor ni peor, es solo eso un criterio, pero dependerá de la calidad que tengan tus porteros.
9º - Parece ser consensual que os guarda-redes atingem o seu melhor nível já com idades avançadas (próximo e mais de 30 anos), fruto da sua experiência de longos anos de baliza na leitura de milhares e milhares de remates. A minha questão é: de que forma se poderia promover, junto dos guarda-redes mais jovens, diferentes metodologias de treino que lhes permitisse acelerar este processo de aquisição da experiência táctica, proporcionando-lhes assim possibilidades de melhor rendimento em idades mais jovens quando têm ainda melhores capacidades físicas?
En primer lugar, debemos tener en cuenta que, bajo mi punto de vista, la experiencia conduce a la maestría. Todos los jugadores, no solamente los porteros se encuentran en esta situación. Desde mi parecer debemos de basar nuestros entrenamientos en aspectos mucho más tácticos y estratégicos. Creo que la experiencia se debe a situaciones vividas, y estas situaciones debemos de intentar asemejarlas en los entrenamientos. Creo que este es nuestro problema, que no se acaban de ajustar los ejercicios propuestos en los entrenamientos a lo que realmente sucede en el juego, sobretodo cuando hablamos de especificidad.
En la metodología de trabajo que nosotros utilizamos es muy importante el trabajo de preíndices de lanzamiento. Este trabajo muchas veces conduce a errores, ya que se entiende que un tipo de apoyo del lanzamiento, o un tipo de armado supone una localización “segura”. Esto no es cierto, ni es la intención del trabajo, sino que la intención es la de hacer que el portero tome decisiones constantemente, para que pueda autoformar unas estrategias propias que le permitan poder ejecutar la acción motriz correspondiente.
En definitiva, mi creencia va enfocada a que debemos de crear una base de acciones técnico-tácticas, que se correspondan a una determinada situación, y debemos tener en cuenta que estas situaciones son muchísimas, y la adquisición de este trabajo requiere tiempo. Para mí, la única forma es destinar más tiempo al trabajo táctico-estratégico.






















Na minha opinião as atletas têm maior dificuldade em ultrapassar os problemas que resultam dos conflitos normais que surgem no trabalho de uma equipa. De facto, os atletas masculinos perante uma situação conflituosa com um colega ou treinador, reagem muitas vezes de uma forma imediata, tendo no entanto mais facilidade em a ultrapassar. Quando existe um problemas desta natureza os atletas masculinos têm maior facilidade em falar deles, confrontando pontos de vista e procurando uma solução. No que diz respeito às atletas, estas muitas vezes não expressam de imediato o que pensam, pelo que o problema se pode manter dissimulado durante algum tempo. Como consequência creio que é muito importante para os treinadores terem muita atenção a qualquer indício que signifique a existência de conflitos que não foram totalmente resolvidos. Caso existam, há a necessidade de promover momentos em que essas situações sejam esclarecidas e resolvidas, por forma a que o trabalho possa decorrer sem qualquer perturbação.




Creio que a principal diferença ocorre ao nível da autonomia que os atletas revelam em jogo. Enquanto numa equipa masculina muitas vezes os atletas conseguem de forma autónoma encontrar as soluções que entendem mais adequadas a uma determinada situação de jogo, as jogadoras por vezes necessitam de indicações mais precisas para conduzir as suas acções na competição. Este aspecto, que pode constituir-se como uma desvantagem em ambientes onde a comunicação seja difícil, permite por outro lado que o treinador tenha um maior controlo relativamente ao desempenho das jogadoras e da equipa. No caso das equipas masculinas, por vezes este controlo é menos efectivo levando a que haja situações de jogo em que a prestação da equipa se afaste do que o treinador pretende.

















