domingo, 15 de março de 2009

BARCELONA BORGES 29-26 CIUDAD REAL





Enhorabuena Pasqui, lo mereces por la forma humilde con que te entregas al trabajo. Te deseo suerte y fuerza para lo que viene ya en seguida!
Saludos!

Barcelona Borges, campeón de la Copa del Rey
El Barcelona Borges es el nuevo campeón de la Copa del Rey de balonmano después de imponerse al Ciudad Real por 29 a 26 tras un apasionante partido marcado por la dureza defensiva culé y la gran labor bajo los palos de Kasper Hvidt.

FC Barcelona e Ciudad Real na final da taça

EL FC BARCELONA BORGES LOGRA EL PASE A LA FINAL
FC Barcelona Borges y BM Ciudad Real disputaran mañana la final de la XXXIV Copa de S.M. el Rey 2009. El Barça de Pasqual dejó en la cuneta al Portland San Antonio en una semifinal de dos caras ... [+]

sábado, 14 de março de 2009

SEMIFINALES MUY IGUALADAS

Veroljub Kosovac, Talant Dujshebaev, Xavi Pascual y Chechu Villaldea, los entrenadores de los cuatro equipos que disputarán las semifinales de la Copa del Rey, han coincidido en señalar que ambos partidos ... [+]

sexta-feira, 13 de março de 2009

quinta-feira, 12 de março de 2009

Comportamento individual defensivo

Embora já existam alguma questões colocadas ao Juan García Herrero acerca do tema "Comportamento individual defensivo", creio que poderemos explorar um pouco mais esta temática. Nós treinadores, estamos sempre de acordo quando abordamos a problemática defensiva sendo ponto assente que os Portugueses por norma defendem mal, no entanto, devemos perguntar-nos se damos a importância à defesa que ela merece para algum dia podermos dizer que defendemos bem. Se a avaliação do interesse dos treinadores pela defesa fosse feita pela participação nesta iniciativa estariamos em terreno muito negativo...
Que me desculpem os três particpantes até ao momento.

Aguardo ainda mais algumas questões até 13 de Março!

link de lançamento da "consulta": Consulta a Juan García Herrero

segunda-feira, 9 de março de 2009

Quarterfinals drawn

The pairings for the Quarterfinals of the EHF Champions League were drawn in the EHF Headquarters, Vienna.

The fixtures:

HC Croatia Osiguranje-Zagreb vs THW Kiel
Ciudad Real vs MKB Veszprém KC
SG Flensburg Handewitt vs HSV Hamburg
Chehovskie Medvedi vs Rhein-Neckar LöwenPlaying



dates:1st leg: 25-29 March 20092nd leg: 1-5 April 2009
The exact playing times will be published in the upcoming days after consultation with TV partners.
TEXT: EHF

Teams ready for the Quarterfinals

Eight teams are preparing for the draw on Monday evening in the EHF Headquarters, Vienna.
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sábado, 7 de março de 2009

X Seminário internacional A.E.B.M. "Memorial Domingo Barcenas"

GRANOLLERS
Del 13 a 15 de marzo de 2.009


Consulta a Juan García Herrero

Convido à leitura deste artigo da autoria de Juan García Herrero, que poderá ajudar à formulação de perguntas acerca do tema a tratar!

Artigo: "Algunas consideraciones sobre el entrenamiento individual defensivo en las etapas de formación"

link:
http://www.aebm.com/documentos/archivos/Entrenamiento%20defensa%20individual%20en%20jóvenes.pdf

sexta-feira, 6 de março de 2009

Conferência técnica de Andebol


Informações e inscrições contactar Luís Mortágua:
Tel.: 96 619 39 14
E-mail: luismortagua@hotmail.com

Consulta a Juan García Herrero

Após ter feito uma proposta ao Juan García Herrero sobre um tema possível acerca da defesa, ele respondeu-me com uma proposta associada à componente prática que segundo ele pode interessar aos treinadores. Assim, o tema será: “Comportamento individual defensivo” relacionado sobretudo com os objectivos e conteúdos mais importantes a trabalhar para desenvolver um comportamento racional que favoreça tomadas de decisão defensivas adequadas.

A partir de hoje e até ao dia 13 de Março, teremos oportunidade de lançar algumas questões acerca deste tema de extrema importância para podermos influenciar positivamente o crescimento dos nossos atletas enquanto defensores.
Aproveitem!

Ao Juan deixo o meu agradecimento por colaborar nesta iniciativa!

Esta foi parte da sua resposta:

"…resultará más util a los entrenadores hablar de comportamiento individual defensivo (que es donde creo que fallamos muchos entrenadores en el trabajo con los jugadores). Por ejemplo, si un jugador toma una mala decisión respecto a dos líneas de pase, inmediatamente le damos la información para que discrimine qué pase sería más ventajoso. En cambio en defensa, el jugador que siempre hace golpe franco (marcaje enproximidad), pocas veces tiene esa matización a su comportamiento. Enseñar a los jugadores a discriminar cuándo se debe hacer golpe franco y cuando hay otras opciones creo que es tremendamente interesante. SI todo esto lo trasladas al entrenamiento colectivo (mediante un sistema defensivo) empiezas a tener ese comportamiento defensivo que le genera dudas al atacante…"

quinta-feira, 5 de março de 2009

LES APPORTS THEORIQUES ET PRATIQUES DE MARTIN BUCHHEIT

http://www.martin-buchheit.net/Dossiers/3eme%20Journee%20Technique%20Tours%20-%20M.%20Buchheit.pdf

Women's EHF EURO 2010 Qualification Draw

For the first time in the history of an EHF EURO Event, the Women’s EURO 2010 will take place in two countries that won the organisation rights back in 2006 with a joint bid. Denmark and Norway will host the top national teams of Europe from 9 to 19 December 2010.
The joint bid, however, is not the only new feature of EHF EURO 2010. The road to the Final Tournament will be similar to that already seen in the case of the Men’s EURO 2010 Austria. There will be a qualification phase with matches played in groups on home and away basis.

Europeu Austria 2010

Ticket sales start

You can book your seats online for the Men's EHF EURO 2010 in Austria.

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quarta-feira, 4 de março de 2009

Prevenção de lesões - um programa por Martin Buchheit

Não podia deixar de agradeçer o comentário do Dr. Ricardo Amorim ao programa relativo à prevenção de lesões de Martin Buchheit.
Abraço!

Bom dia...
Óptimo artigo que aqui foi apresentado. De qualquer das formas deixo aqui algumas considerações...
As causas de um desequilibrio postural passam por 1- microtraumatismos por movimentos repetidos; 2- pela postura profissional ou desportiva; 3- e por disfunção visceral.Estando um destes 3 elementos presente, ocorrerá então um aumento da descarga nociceptiva sobre um determinado grupo muscular, o que activará o sistema Beta (é um sistema de alerta, de segurança...), o que originará uma contractura muscular permanente, o que culmina no surgimento de uma cadeia miotática lesional estando portanto associada aos sinais clínicos de dor miofascial.Importante ter sempre em conta que tentar tratar uma qualquer dor consiste em obrigatoriamente conhecer as suas origens e não simplesmente implementar um dado programa de prevenção sem que o mesmo esteja devidamente adaptado às características de cada atleta.A origem da dor em aproximadamente 10% dos casos é de origem psicossomática; em 15% dos casos é de origem traumática - onde existe uma dor aguda e localizada; mas em aproximadamente 75% dos casos o origem da dor é um desequilibrio postural, onde o atleta apresenta uma dor sem causa aparente, progressiva, difusa e muito persistente, sendo denominada como Crónica.Assim será muito interessante antes de se instituir um programa como o que é apresentado no artigo, reequilibrar a postura do paciente, libertar compressões articulares, suprimindo a sua dor sintomática.Sempre que existe um desequilibrio, este tem como origem um traumatismo primário o que induz um desequilibrio articular associado a uma contractura muscular primária. Assim todo o segmento que fica em desequilibrio obriga a que segmentos superiores e inferiores se adaptem, compensem a lesão primária. Então irá aparecer uma cadeia de reequlibrio em todo o segmento que poderá tornar-se um ponto de fixação, provocando ao seu redor, compensações e sobretudo desencadear os seguintes sinais clínicos:compressão articular; restrição da mobilidade;dor expontânea ou ao movimento; fraqueza muscular; desequilibrio postural;degeneração discal e surgimento de pontos gatilho miofasciais...Portanto e resumindo há que tentar garantir a ausência de todos estes sinais para que o programa apresentado tenha uma eficiênca máxima!!

Cumprimentos a todos,
Ricardo Amorim

terça-feira, 3 de março de 2009

Consulta a Carlos Resende - últimas perguntas

9ª Pergunta: Em termos ofensivos, todas as movimentações delineadas são sempre estruturadas em função da equipa que joga semanalmente, após feita a analise do vídeo, ou já são predefinidas no início da época.
Raul

Resposta: Existem um conjunto de sistemas ofensivos que trabalho desde o início, principalmente, os nucleares para cada sistema defensivo. A partir de aqui, vamos crescendo consoante a evolução da nossa equipa, por um lado, e as necessidades impostas pelos nossos oponentes, por outro.

10ª Pergunta: Gostava que desse um exemplo de um microciclo que antecede a competição do fim-de-semana?


Resposta: Para simplificar a questão vou apenas mencionar aspectos gerais dos 2 exemplos dados, com um jogo e com dois jogos por semana.







11ª e última pergunta: Na fase de transição defensiva para a ofensiva, existem trajectórias pré-definidas para a fase do contra-ataque?
Marco

Resposta: Existem trajectórias e zonas pré-definidas para linhas de passe, porque para fazê-lo bem e rápido só é possível com muita sistematização. Existem, também, como em todas as outras fases ajustamentos estratégicos em função do nosso oponente.

Em conclusão, espero que tenha sido útil, de alguma forma, as minhas respostas, contudo, se persistirem dúvidas nas minhas opiniões pessoais não hesitem em contactar-me de novo!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Análise de tempo e movimento em escalões de formação

QUANTIFICATION DE L’ACTIVITE HANDBALL CHEZ DES JEUNES JOUEURS
HERMASSI S.1, CHAMARI K.2, MAHFOUDI M.E. 1, BOUDHINA N. 1, HACHANA Y. 1, HAJ SASSI R. 1
& HAJ-YAHMED M. 1

link:

Consulta a Carlos Resende - Perguntas 7 e 8

7ª Pergunta: Outra questão de ataque, mas que não tem a ver propriamente com o modelo de jogo, mas que não posso deixar de colocar a quem foi considerado o melhor lateral esquerdo do Europeu Croácia 2000: O que diz a um jogador (especialmente da formação) que acabou de não marcar golo (nomeadamente, remates de 1ª linha e cobrança de livres de 7 metros)?Muito obrigado pela atenção dada a esta minha mensagem.
Jorge Almeida

Resposta: Cada situação e atleta merecem ser tratados como merecem (passe o pleonasmo), ou seja, de forma diferente. Há uma verdade “Não nos retirem o direito de poder errar”, contudo, deveremos aprender com os erros e analisar instantaneamente as situações de insucesso para que no mesmo jogo possamos experimentar o sucesso!

8ª Pergunta: Nós treinadores temos a nossa filosofia de jogo, dizendo por outras palavras um “modelo de jogo”, gostaria de saber qual a sua concepção de jogo, e de que forma essa concepção influencia o seu sistema de jogo, de acordo com a equipa que irá jogar!

Resposta: O meu modelo de jogo é algo que eu acredito profundamente, e tento transportá-lo para a equipa desde o primeiro treino.
Eu acredito numa defesa muito sólida com uma postura muito pró-activa, ou seja, não esperar pelo erro do adversário, mas antes provocá-lo, ou ainda “atacar” o atacante. Um contra ataque em duas fases o directo, com a participação de um ou dois jogadores e o apoiado com os restantes. Acredito, também, que qualquer das fases de jogo tem que ser bem trabalhadas e alvo de sistematização pela equipa. Apenas é possível efectuar bem quando não possuímos alguma mestria a executá-lo, e, para isso é fundamental dar trabalho e muitas repetições, corrigindo e incentivando quando necessário.
Relativamente ao adversário poderemos abdicar ou acentuar as nossas preocupações ou requisitos em determinados aspectos em detrimento de outros. No fundo, as preocupações estratégicas de jogo a jogo.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Consulta a Carlos Resende - Perguntas 5 e 6

5ª Pergunta: Quais são os factores que considera para utilizar um central de características de maior organização de jogo, ou um central com maiores capacidades de finalização de 1ª linha (supondo que tem, à disposição, na sua equipa, jogadores com estas características)?
Jorge Almeida

Resposta: Analisando apenas do ponto de vista ofensivo um jogo contra uma defesa com maior profundidade poderá ser um requisito para a utilização de um central com maior poder de organização. Contudo, nada é tão simples quanto isso! Agora uma coisa é certa, não deixa de ser um problema bom de ter!


6ª Pergunta: Agora, uma questão que não tem a ver, directamente, com modelo de jogo ofensivo, mas que, de certeza, afecta a prestação ofensiva da equipa: O que diz aos seus jogadores quando eles (especialmente os pivots) sentem-se perturbados por provocações dos defesas? O que diz aos seus jogadores quando eles vêm para o banco castigados por 2 minutos por terem respondido violentamente a uma situação desse tipo (defesa da honra pessoal e da família, mas prejudicando a equipa)?

Resposta: Eu não gosto do jogo violento, nem aprecio jogadores que estão no campo com o intuito de “bater”, mas também não sou “Deus”, nem tão pouco tenho de dar a outra face!
Aquilo que peço aos meus atletas é para terem sentido de responsabilidade para com a equipa. E, muitas vezes, quando um atleta, seja ele pivot ou não, está a ter alguns problemas em determinada fase do jogo que nos ajude nas outras, sem ficar agarrado em demasia a essa situação.
Por exemplo, muitas vezes, enquanto atleta, tive dificuldades na finalização e isso não implicava deixar de poder continuar a contribuir para a minha equipa, porque, de facto, apenas eu tinha essa informação.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Consulta a Carlos Resende - Perguntas 3 e 4

3ª Pergunta: Tenho notado que muitas equipas, tendo laterais direitos canhotos, preferem jogar com laterais direitos dextros (vide selecção A francesa nos Jogos Olímpicos, onde Cedric Bourdet só começou “a jogar” após a lesão de Jerome Fernandez). Em que situações é que, tendo um lateral direito canhoto na equipa, considera utilizar mais tempo um lateral direito dextro?
Jorge Almeida

Resposta: Essa é uma situação demasiado complexa para ser respondida com a simplicidade de apenas equacionar o ataque! Eu, por exemplo, utilizei mais tempo, na época passada, o Bosko do que o Kavalenka e não se ficou a dever a apenas critérios ofensivos.
Quando optamos por um jogador em detrimento de outro estamos a pesar as várias fases do jogo, uma vez que se torna impensável utilizar exclusivamente os melhores em cada fase, mas antes, aqueles que melhor servem o compromisso da equipa.
Devo confessar que apesar de estar consciente dos resultados que boas equipas têm tido com a utilização de um lateral direito dextro, o jogo tem, na minha opinião, e em termos gerais, mais soluções e maior largura com a utilização de um canhoto nessa posição.

4ª Pergunta: No treino das situações de ataque, que preocupações incute aos seus jogadores quando, eventualmente, alguém da defesa rouba a bola? Há alguém destacado para, logo ali, pressionar as linhas de passe para contra-ataque (nomeadamente o jogador que ocupa a posição central da 1ª linha)?Ao treinar o ataque, costuma ter a preocupação de enquadrar isso com a recuperação defensiva? Ou só treina cada fase de jogo (neste caso, o ataque) duma maneira isolada das outras fases de jogo (recuperação defensiva, defesa, transição ofensiva)?Acha que a grande maioria dos jogadores consegue, durante a acção de ataque, estar a pensar no seu posicionamento para a recuperação defensiva, sem que tais pensamentos afectem a capacidade de finalização da equipa?

Resposta: Gosto muito de enquadrar o ataque com a recuperação defensiva e a defesa com o contra ataque/contra golo (ou reposição rápida).
Para lá das trajectórias/corredores normais da recuperação defensiva poderemos agir de forma estratégica, ou seja, atribuir responsabilidade a um ou outro atleta para sair do seu corredor e acompanhar determinado adversário, corredor ou zona!
O mais difícil no treino da recuperação defensiva resulta na mentalização dos atletas para o trabalho em prol da equipa, porque não é fácil perder a bola, e toda a carga negativa que isso transporta, e instantaneamente efectuar uma recuperação. Contudo, há que premia-lo como se de um golo trata-se!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Prevenção de lesões - um programa por Martin Buchheit

O link abaixo mencionado foi gentilmente partilhado pelo colega Fenando Gomes da FMH, a quem agradeço a disponibilidade de colaboração. Esta problemática deve ter a máxima atenção por parte de todos os profissionais do desporto já que por vezes e enquanto treinadores, também temos responsabildade directa em determinadas lesões que parecem ser obra do acaso...

REVUE BIMESTRIELLE DE LA DIRECTION TECHNIQUE NATIONA LE / AOÛT 2OO8

JEUX OLYMPIQUES 2008,LES ÉQUIPES DE FRANCE

10 / aPPROCHE(s) - N° 106
PRÉPARATION PHYSIQUE
Un programme simple
et rapide pour la prévention
des blessures en Handball:
le 2 x 7 + 1

Proposé par Martin BUCHHEIT (Maître de conférences (1) et préparateur physique (2))et Benoit LAVAL (Kinésithérapeute (3))
Contacts:
mb@martin-buchheit.net
(1) Faculté des Sciences du Sport, Laboratoire de recherche 'Adaptation physiologiques
à l'exercice et réadaptation à l'effort', Allée P. Grousset, 80025 Amiens Cedex 1, France.
(2) Association MYOROBIE, 8 rue Millevoye, 80100 Abbeville, France.
(3) Groupe France Jeunes Fille, FFHB - Cabinet de kinésithérapie, 72 rue Bourgneuf 28000
Chartres, France. Voici Marie (droite) et Claudine (gauche), deux jolies joueuses du collectif
France Jeune 90-91, qui ont bien voulu se prêter au jeu de la démonstration.
N° 106 - aPPROCHE(s) / 11

Vejam o artigo neste link:

Consulta a Carlos Resende - Perguntas 1 e 2

1ª Pergunta: No que diz respeito ao jogo de ataque no andebol, eu gostava de saber qual a opinião do sr. Carlos Resende em relação à utilização do modelo de treino integrado nas situações específicas do ataque (transição, 2.ª Fase e ataque posicional) e como o organizaria num microciclo competitivo, no escalão de seniores, tendo em conta a intensidade e o grau de dificuldade nas tomadas de decisões dos exercícios em questão.
Duarte Miguel Henriques NetoBalonmano ONDA - Espanha.

Resposta: Em primeiro lugar, queria agradecer ao anfitrião do blog pela amizade e consideração. Em segundo lugar, dizer-vos que dada a minha diminuta experiência, ainda, me sinto um pouco confuso a falar para treinadores, quando deveria era ouvir e ler treinadores mais experientes.
“Atacando” a questão, na minha forma de ver o treino, faz todo o sentido a utilização do modelo de treino integrado nas diversas fases de jogo. É bem verdade que é mais fácil colocar um conjunto de atletas a correr/sprintar “isoladamente” e muito mais difícil construir um conjunto de exercícios que possam modelar e sistematizar a nossa transição e ao mesmo tempo pincelar sobre os aspectos físicos necessários para essa fase de jogo!

2ª Pergunta: Gostaria de poder colocar as seguintes questões ao enorme jogador que foi (e ao enorme treinador que se está a fazer) Carlos Resende.
Na questão do modelo ofensivo, parece-me importante a questão do jogo passivo. Como é que treina os seus jogadores de modo a que eles não caiam em jogo passivo? Costuma controlar os tempos de ataque nos treinos?

Resposta: Apenas controlo os tempos de ataque em situações específicas onde tenho um objectivo próprio. Mais que controlar o tempo de ataque, tento, sempre, incutir um espírito de ataque permanente, ou seja, atacar sempre a baliza! Contudo, não confundir o atacar sempre a baliza, com o rematar de qualquer forma. São aspectos diferentes. Atacar sempre a baliza, significa procurar insistentemente e com responsabilidade, individual, procurar colaborar permanentemente com os meus parceiros. É muito diferente passar a bola sem atacar ou conduzir o meu adversário directo para onde o devo conduzir.
Aquilo que treino são um conjunto de situações que temos previsto caso nos sancionem com jogo passivo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

European Cup Quarterfinals

The Men’s European Cup competitions have arrived to the quarterfinal stage. On Tuesday, 24 February 2009, a draw took place in the EHF Headquarters, Vienna, to determine the pairings of the eight best teams in each competition.
At this stage of the tournament there was no seeding before the draw – or as usual – any protection for the teams coming from the same country.
Please click on the links below for the draw results:
Men’s EHF Cup, Quarterfinals
Men’s Cup Winners’ Cup, Quarterfinals
Men’s Challenge Cup, Quarterfinals

Important dates:
1st leg: 28/29 March 2009
2nd leg: 4/5 April 2009
Next draw event: Tuesday, 7 April 2009
TEXT: EHF

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Women's and Men's Summary

Hypo Niederösterreich remain the only main round team with a clean record: The Austrians beat Viborg in the top match of Round 3 and took the lead in Group I. All four teams can still reach the semi-finals from Group II, as Győr lost their first match in Valcea.
mais: http://www.eurohandball.com/article/12119

The weekend in the Men’s EHF Champions League saw the first team qualify for the quarterfinals and three other teams remain spotless.
By beating Ciudad Real very clearly, THW Kiel are through to the quarterfinals. In addition, Chambery and Hamburg have the maximum six points. Zagreb won for the first time ever in Celje – under the leadership of Cervar’s successors. Barcelona took their last chance to reach the next stage.
mais: http://www.eurohandball.com/article/12120

Carnaval

Desejos de um bom Carnaval, temos aqui um motivo para não pensar na crise!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

A fight for points and prestige

A clash of giants: THW Kiel and BM Ciudad Real will meet at their direct duel on Sunday in the main round of the CL. Both teams won all CL their matches this season and the two clubs met in the final of last season. Back then the Spaniards won due to an away victory in Kiel.
Before the first Kiel vs Ciudad game of the season, Eurohandball.com talked to both coaches, Alfred Gislasson (Kiel) and Talant Dujshebaev (Ciudad).

Eurohandball.com: On Sunday a draw would be enough for both teams to qualify early for the quarterfinals. Is it your objective to make a draw?
Gislasson: Both teams know each other very well, and if you meet Ciudad you always want to win. I don’t think that any of the two teams would like to play for a draw, only for a victory. Ciudad Real are the best team in the world, and aside we have high ambitions – so in this match you don’t only fight for points, but for prestige.
Dujshebaev: No, I don’t think that the match will end in a draw. Both teams are very close to qualification for the quarterfinals – even the team that will lose on Sunday. So both teams want to win. I believe, we’ll see a brilliant match and I don’t think about the final result right now.

ver mais em:
http://www.eurohandball.com/article/12116

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O erro de Descartes por António Damásio

Este livro de António Damásio é um livro de leitura obrigatória. Após uma pesquisa no Google não consegui obter muita informação acerca desta publicação em Portugal, pelo que coloco aqui a publicação Espanhola e um comentário de Carlos Tomaz Lilian G. Giugliano (Universidade de Brasília). Será que por ser escrito em Português não lhe damos a importância que merece? É pena que os outros reconheçam o valor da obra deste Neurólogo Português mas a nós passa-nos quase despercebido… Temos que começar a mudar meus amigos!

Reseña:
¿Cuál es el error de Descartes? Para Antonio Damasio, uno de los más prestigiosos investigadores en neurofisiología, el de separar el cuerpo de la mente, con su tesis de que pensar es igual a ser, cuando se trata justamente de lo contrario: en el principio fue el ser, posteriormente el pensar; somos, luego pensamos. Creer que las operaciones más refinadas de la mente están separadas de la estructura y del funcionamiento del organismo biológico es un error, porque el cerebro y el resto del cuerpo constituyen un organismo indisociable integrado por circuitos reguladores bioquímicos y neurales que se relacionan con el ambiente como un conjunto, y la actividad mental surge de esta interacción. Esta innovadora visión del hombre se desarrolla en un libro que es, a la vez, riguroso y accesible. Partiendo de casos reales y bien documentados, el autor nos lleva a comprender cómo se forman las imágenes que percibimos, cómo se depositan nuestros conocimientos, cómo opera la memoria, cómo actúan los mecanismos reguladores de nuestra vida, qué son las emociones y sentimientos y, en definitiva, nos proporciona los conocimientos esenciales sobre el funcionamiento del cerebro. Este libro que José Antonio Marina ha calificado de «relato intrigante» ofrece, en suma, la mejor síntesis disponible de los conocimientos neurológicos sobre un tema capital: la acción humana

Opinião de Carlos Giuliano:
http://www.scielo.br/pdf/epsic/v2n2/a13v02n2.pdf

Consulta - "Modelo de jogo ofensivo: Treinar para jogar"

Embora já exista material mais do que suficiente para entregar ao Carlos Resende para possível discussão e partilha de opiniões, lembro que ainda temos dois dias para colocar mais alguma questão de algum tema ainda não abordado nas perguntas efectuadas até ao momento (podem consultar as perguntas na mensagem do dia 11 de Fevereiro de 2009). Recordo que o Tema é: “Modelo de jogo ofensivo: Treinar para jogar”.

El balonmano en la E.S.O: una propuesta de enseñanza através de los juegos con normas (última parte)

A continuación presentamos un modelo de hoja de registro. En ella se recogen los aspectos fundamentales que faciliten poner en practica las situaciones según nuestra propuesta. No obstante, queremos destacar que esta es solo un ejemplo y que podrá sufrir diversas modificaciones en función de las características propias del contexto donde se lleve a cabo. La hoja que presentamos esta diseñada para la elaboración de unidades didácticas.
Fig. 3. Modelo de hoja de registro para el diseño de situaciones practicas.(Inarejos & Carcía Calvo, 2001)

4. ¿Qué, cómo y cuándo evaluar?

La evaluación es uno de los temas didácticos mas controvertidos , y en consecuencia, sobre el que se ha debatido mucho últimamente en el ámbito de la Educación Física.
Escudero (1992) citado por Ureña y col (1997) define la evaluación o el proceso evaluador como “un instrumento sistemático de recogida y análisis de información para emitir juicios y tomar decisiones”.
Así, desde la teoría constructivista del aprendizaje, se propone una evaluación que proporcione al profesor información para ajustar su intervención didáctica, por lo tanto, debe servirle no solo para evaluar el progreso de los alumnos, sino también para orientar y guiar el proceso de enseñanza -aprendizaje. (Ureña y col 1997)
Desde esta perspectiva la evaluación debe:
· Contemplar tres momentos: evaluación inicial, evaluación formativa (a lo largo del proceso) y evaluación sumativa o final.
· Realizarse tanto de conocimientos como de procedimientos y actitudes.
· Servir tanto para conocer el rendimiento de los alumnos como para valorar la intervención del profesor y la eficacia del proceso.
No obstante, una de las dificultades que presenta la utilización de modelos de enseñanza del Balonmano centrados en la táctica frente a los modelos técnicos, radica en las mayores dificultades de los primeros para evaluar los aprendizajes adquiridos.
Así, la evaluación de los juegos de predominio táctico implican conocer el nivel de comprensión y análisis que poseen los alumnos en relación a las actividades planteadas, y en consecuencia esto supone: (Qué evaluar)
· Conocer sus conocimientos teóricos sobre los aspectos y fundamentos tácticos básicos así como reglamentarios (nomenclatura, reglamento de juego...) (conceptos)
· Conocer su capacidad de resolver los problemas tácticos , esto es de tomar decisiones adecuadas ante las diferentes situaciones de juego. procedimientos)
· Conocer su grado de interés y participación en las actividades planteadas así como respeto al material a las normas del juego y actitudes de colaboración con los compañeros y de juego limpio. (actitudes)
Todo ello implica recoger información diaria sobre los acontecimientos que se producen en cada sesión en un proceso programado, sistemático y continuo de recogida de datos a través de procedimientos de observación sistemática de diferentes parámetros que deben hacer referencia tanto a la asimilación de contenidos conceptuales, como a la capacidad de los alumnos de ejecución y resolución de los problemas tácticos y a su actitud. (Cómo y cuándo evaluar)
No obstante, también será necesario plantear una evaluación inicial que nos permita conocer el nivel de partida de los alumnos para poder realizar un adecuado diseño de las actividades, y en ocasiones una evaluación a través de una prueba teórica o teórico practica.
En cualquier caso, nos encontramos ante un proceso abierto de readaptación que debe servir no solo para evaluar al alumno sino también para conocer la eficacia del proceso de enseñanza-aprendizaje con el fin de poder perfeccionarlo en sucesivas aplicaciones.

Bibliografía

· BLÁZQUEZ, D. (1995). La iniciación a los deportes desde su estructura y dinámica. INDE. Barcelona.
· CARDENAS, D & LOPEZ, M. (2000). El aprendizaje de los deportes colectivos a través de los juegos con normas. Habilidad Motriz, N° 24 pp. 22-29
· LLORENTE, B. & DIEZ, E. (1996) El Balonmano en la Educación Primaria. SHEE/IVEF. Vitoria, Gazteiz.
· MENDEZ, A (1998).
Los juegos de predominio táctico: una propuesta eficaz para la enseñanza de los deportes de invasión. Lecturas: Educacion Física y Deportes. Revista digital. N° 11, Octubre.
· UREÑA Y COL. (1997). La Educación Física en Secundaria. Elaboración de materiales Curriculares. Fundamentacion teórica.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

El balonmano en la E.S.O: una propuesta de enseñanza através de los juegos con normas (Parte VII)

3.4. El diseño de situaciones practicas

El diseño de las actividades o situaciones practicas debe tener como punto de partida una elaboración del listado de normas que se ajusta a la realidad del juego del Balonmano y que se dirija de forma coherente a la consecución de unos objetivos claramente definidos.
No obstante, consideramos que el profesor debe cumplir 3 requisitos fundamentales para llevar a cabo de forma eficaz esta propuesta.
· En primer lugar, el profesor debe conocer perfectamente el Balonmano, de tal forma que sea capaz de distinguir aquello que es importante de lo accesorio y en consecuencia pueda planificar y dirigir el proceso de enseñanza-aprendizaje, introduciendo las variantes de juego en cada momento, seleccionando los contenidos específicos y en definitiva, planteando una progresión de dificultad ajustada las características de los alumnos.
· Relacionado con lo anterior, el profesor deberá conocer las características psicoevolutivas de los niños, su grado de maduración, el nivel de experiencias previas adquiridas y su capacidad para poder diseñar y regular el proceso de asimilación de contenidos.
· Y por ultimo, el profesor deberá también conoce la metodología, los principios didácticos, los fundamentos que definen los estilos de enseñanza y en definitiva las características propias de un proceso de intervención que debe guiar al alumno hacia la adquisición de los aprendizajes o capacidades previamente definidas.
Para Blázquez (1995) el diseño de cualquier situación motriz viene dado por la definición de sus dos componentes esenciales: las condiciones del entorno (condiciones para la praxis) y su objetivo motor.
Estas condiciones del entorno hacen referencia a la definición de una serie de características que determinan las condiciones de realización de la actividad y la relación entre los distintos elementos de la misma, en base a los cuales puede desarrollarse el juego (formas de consecución de un tanto, uso del balón, delimitación espacial y temporal, acciones técnico tácticas permitidas...)
Es lo que nosotros hemos denominado, en base a nuestro planteamiento, condiciones reglamentarias.
Por otro lado, el objetivo motor hace referencia a aquel elemento que se pretende alcanzar con la definición de esas condiciones de practica. Nosotros hemos adoptado el término objetivo táctico ya que tales condiciones del entorno o reglamentarias están dirigidas hacia el aprendizaje de los fundamentos o conceptos básicos relacionados con la táctica del Balonmano.
De esta forma, podríamos decir que el diseño de situaciones practicas vendría definido en un primer momento por la determinación de las condiciones reglamentarias así como los objetivos tácticos a alcanzar:
Situación motriz = condiciones reglamentarias + objetivo/s táctico/s
No obstante, la incorporación de nuevas variantes que modifiquen las condiciones iniciales de juego deben permitir, por un lado, reorientar la actividad hacia la consecución de los objetivos tácticos definidos, o en su caso, dirigir la actividad hacia los nuevos objetivos una vez alcanzados los anteriores
.
Fig. 2: Elementos que configuran el proceso de enseñanza aprendizaje.

Nos adentramos, por lo tanto, en un proceso que tiene como finalidad que los alumnos adquieran una comprensión básica del juego cimentada en el conocimiento de los conceptos y fundamentos tácticos del Balonmano a través de un proceso guiado que solicite su participación activa en la resolución de los problemas motores planteados.
Todo ello concretado en una intervención didáctica que esta en consonancia con los principios de actuación que marcan los nuevos planteamientos de la Reforma (aprendizaje significativo, constructivismo...)
Una vez diseñada una situación motriz o un conjunto de situaciones, el siguiente paso será definir una serie de elementos que facilitan su puesta en practica.
Esto supone determinar aspectos tales como:
· Las condiciones materiales
· Las instalaciones disponibles paran la practica
· El tiempo asignado para la practica
· Observaciones sobre las situaciones planteadas
· Etc.
En definitiva, para facilitar el proceso de puesta en practica, será necesario construir una hoja de registro donde se detallen de forma sistemática y operativa, las características propias de la actividad, esto es, las condiciones para llevar a la practica.

FIRMA DEL NUEVO PROGRAMA DE ATENCIÓN AL DEPORTISTA DE ALTO NIVEL

Este é um problema de todos, mas sobretudo dos políticos que devem dar a importância devida a esta problemática, no sentido de que os desportistas consigam acreditar que realmente existe vida para além do desporto quando terminem as suas carreiras!

El CSD se compromete a demostrar que hay 'vida' después del deporte


El convenio pretende demostrar el compromiso del CSD con los deportistas de elite españoles y asegurarles una formación profesional y laboral una vez acabadas sus carreras deportivas.

GLORIA MARTÍN GUERRA. Madrid 17/02/09

El Consejo Superior de Deportes (CSD) ha puesto en marcha el Programa de Atención al Deportista de Alto Nivel (PROAD), acuerdo con cuya firma rubricaron este martes el secretario de Estado para el Deporte, Jaime Lissavetzky, y el decano del Colegio de Doctores en Ciencias Políticas y Sociología, Miguel Ángel Ruiz de Azúa.
Un convenio mediante el cual el CSD pretende demostrar su compromiso con los deportistas de elite españoles y asegurarles una formación profesional y laboral una vez acabadas sus carreras deportivas.
"Es muy importante que podamos devolverle a nuestros hombres el esfuerzo que hacen"
La finalidad del PROAD no es otra que la de mejorar las condiciones de integraciópn laboral de los deportistas, ofreciéndoles soporte, asesoramiento y formación para acceder al mundo laboral. En definitiva, y en palabras del propio Miguel A. Ruiz, una buena manera de que de que "no haya más juguetes rotos" en el deporte español.
El propio Lissawetzky no pudo evitar su satisfacción por el acuerdo alcanzado y la puesta en marcha de este programa que ya vivió el pasado año una experiencia 'piloto' con resultados más que satisfactorios. "Estamos pasando por un momento muy dulce en el deporte español y es muy importante que podamos devolverle a nuestros hombres el esfuerzo que hacen", destacó el secretario de Estado."Que el deportista sepa que cuenta con el apoyo de la administración""La relevancia que tiene socialmente un deportista de alto nivel es notable y eso al Estado le interesa porque nos representan a todos, fomentan los valores asociados a la práctica deportiva y, además, animan a que haya mayor promoción de la actividad física", añadió Lissavetzky en un discurso donde destacó además lo "ambicioso" de un programa donde "lo más importante es que el deportista sepa que cuenta con el apoyo de la administración".
"Una carrera deportiva no puede truncar la profesional, por muchos obstáculos que haya", matizó.
Álex Corretja, que ejerció de excepcional maestro de ceremonias en el acto de presentación del nuevo convenio, destacó la importancia de semejante acuerdo en su papel de ex deportista profesional ya que "nos creemos muy superiores cuando estamos arriba pero luego te das cuenta de que eres como todos". "Ojalá yo hubiera tenido un programa como este", añadió.
"Ojalá yo hubiera tenido un programa como este"
Deportistas de alta revelevancia como Paola Tirados, componente del equipo nacional de natación sincronizada y estudiante de Arquitectura al mismo tiempo, la tenista Vivi Ruano o el atleta de 20 kilómetros marcha Juan Manuel Molina tuvieron la oportunidad de comentar su propia experiencia en el programa piloto, destacando el PROAD como una herramienta "útil y necesaria" para asegurar el final de sus carreras.