Como é
perceptível na figura 9, o defensor lateral pode variar a profundidade
alterando a configuração relacional entre os defensores. O posicionamento do
pivot (que pode ser livre ou condicionado) define também os pares e comportamentos
defensivos subsequentes. O defensor central adapta o comportamento em função
das decisões tomadas pelo defensor lateral. Como em exemplos anteriores, o
exercício inicia após o terceiro passe e pode ter um número máximo de passes (por
cada drible desconta-se um passe).
quarta-feira, 21 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Defesa adaptativa 6
À imagem do
que sucede no exercício anterior, a figura 8 apresenta um trabalho entre o
defensor lateral e o central num formato que varia entre relação escalonada ou
alinhada. Este tipo de relação pode ser aplicado a qualquer sistema defensivo
sobretudo a formatos aproximados a sistemas 5:1 e 6:0.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Defesa adaptativa 5
Até ao
momento só foram dados exemplos de relações defensivas entre defensores
centrais, laterais e avançados. O exemplo apresentado na figura 7 mostra um
exercício de relação entre o defensor exterior e o defensor lateral. Neste
caso, o pivot integra-se na defesa após passe ao Lateral esquerdo. O defensor
do exterior pode ter como par o pivot ou o lateral. Se o pivot se posicionar
entre os dois defensores, o defensor do exterior pode optar por ter como par o
pivot (ganhando vantagem posicional) ou o Lateral esquerdo ganhando antecipadamente
profundidade para evitar uma desmarcação favorável ao interior. O defensor
lateral adapta o seu comportamento em função do contexto.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Influência do aquecimento e do alongamento estático/activo em tarefas de desempenho anaeróbio em jovens atletas de andebol (última parte). Amílcar Rocha (2011)
Rotinas
de aquecimento em situação de jogo
Durante
a realização do aquecimento, devemos seguir alguns critérios de ordem
fisiológica, não significando uma padronização, já que cada atleta possui o seu
estilo de trabalho. Ao longo dos meses e das épocas, algumas adaptações são
feitas no sentido de dinamizar o aquecimento e atender possíveis necessidades
imediatas da equipa. Normalmente o aquecimento na modalidade realiza-se da
seguinte forma:
a)
os atletas entram no
pavilhão 40 minutos antes do início do jogo
b)
o aquecimento tem a duração
de 25 / 30 minutos
c)
aquecimento específico e
padronizado dividido em 3 fases:
1.
Inicial: duração, 5 a 7 minutos – corrida em ritmo médio seguido de
alongamentos individuais
2.
Geral: duração, 7 a 8 minutos – exercícios individuais e em pares com bola
3.
Específica: duração, 10 a 12 minutos - exercícios individuais com bola
(aquecimento de guarda-redes e finalização por posto específico)
O aquecimento realizado em jogos
normalmente difere pouco de jogo para jogo. Depois da sessão de treino ou da
competição, são recomendáveis os alongamentos de tensão passiva, mantendo o
alongamento entre 10 a 30 segundos e realizando entre 4 a 6 repetições por
grupo ou cadeia muscular. É preferível aumentar o número de repetições do que o
tempo de alongamento. Assim, o alongamento constitui uma poderosa forma de
drenagem que ajuda a acelerar a recuperação pós-exercício.
Amílcar
Rocha (2011). Influência do aquecimento e
do alongamento estático/activo em tarefas de desempenho anaeróbio em jovens atletas
de andebol. Dissertação de mestrado, Faculdade de Ciências do Desporto e
Educação Física da Universidade de Coimbra; Coimbra, Portugal.
terça-feira, 6 de março de 2012
Influência do aquecimento e do alongamento estático/activo em tarefas de desempenho anaeróbio em jovens atletas de andebol (parte II). Amílcar Rocha (2011)
As
rotinas de aquecimento na modalidade de andebol como nas demais modalidades
colectivas, são realizadas de acordo com a especificidade do próprio desporto e
do esforço a realizar.
O
aquecimento na sessão de treino, deve ser variado para que durante as sessões
prevaleça a motivação e prepare os atletas adequadamente para a realização das
actividades propostas com eficiência. As fases do aquecimento em situação de
treino são semelhantes às realizadas em situação de jogo, havendo variações na
forma como são executadas. Se a sessão de treino tiver como objectivo a
condição física ou trabalho de ginásio, o aquecimento deverá ser adequado
especificamente e dividido por fases:
1. Inicial/Geral: duração, 10 a 15
minutos – corrida em ritmo médio seguido de alongamentos individuais;
2. Geral: duração, 8 a 10 minutos –
exercícios individuais para os todos os grupos musculares;
3. Específica: duração, 3 a 5 minutos -
exercícios específicos de acordo com a planificação do microciclo de
intensidade alta e curta duração.
O aquecimento com uma vertente mais
lúdica, é também uma forma de atingir os objectivos, tanto fisiologicamente
promovendo as alterações necessárias, como psicologicamente realizando
actividades fora do quotidiano comum dos atletas, de uma forma agradável, com
pequenos jogos e exercícios recreativos.
O
aquecimento alternativo, também poderá ser uma forma de mudança e quebra de
rotinas diárias instaladas, sendo realizado fora do ambiente habitual de
treino, com a exercitação de actividades e exercícios formativos ou recreativos
fora do pavilhão, proporcionando aos atletas o contacto com o ambiente externo.
Com
base numa hipotética função na prevenção de lesões, os alongamentos estáticos
incluem-se normalmente na fase de aquecimento dos desportos colectivos
(Wiemann, 2000, adaptado de Moras G 2003).
Sabendo-se
que o alongamento passivo e passivo forçado da musculatura agonista antes da
realização de acções técnicas breves (acelerações e mudanças de ritmo) podem
afectar negativamente o rendimento, é aconselhável realizar durante o
aquecimento alongamentos estáticos breves em tensão activa e alongamentos
dinâmicos, deixando os alongamentos em tensão passiva para a fase de recuperação
pós-esforço (Wiemann, Klee, 1992; Henning, 1994, adaptado de Moras G.) ou para
sessões específicas de alongamento.
Um
programa de alongamentos estáticos intensos antes do treino só pode ser
admitido em desportos que para obterem prestações elevadas seja necessário
alcançar amplitudes de movimento muito elevadas, como acontece em alguns
desportos individuais como a natação no estilo de costas (articulação
escápulo-humeral), ou na ginástica artística nas articulações escápulohumeral e
coxofemural (Wiemann, Klee, 2000). Nos desportos colectivos é muito difícil a
sua justificação porque a maioria das articulações não necessita de amplitudes
de movimento excessivamente elevadas (Moras, 2003).
O
alongamento estático em tensão activa, consiste em manter o músculo ou o grupo
muscular em contracção antes e durante o alongamento (Esnault, Viel, 2003,
adaptado de Moras G.). Este alongamento é recomendado na preparação para o
treino e para competição. O seu objectivo não é “alongar muito” o músculo ou o
grupo muscular mas sim assegurar a sua protecção.
Os
exercícios de alongamento em tensão activa antes da sessão de treino têm o
objectivo de preparar os músculos para esforços intensos muito breves e
espaçados (saltos, contactos e lançamentos) e esforços breves de carácter
aleatório de alta intensidade (movimentos curtos e bruscos, deslocamentos em
contra-ataque, transições defensivas, etc.). Em todos os casos os tempos de
alongamento devem ser breves, entre 1 a 6 segundos e somente realizáveis de uma
a três repetições por grupo muscular.
Quanto
maior for a exigência de aceleração da articulação menor deverá ser o número de
repetições. Respeitar este princípio permitirá não esgotar o potencial dos
fusos neuromusculares e alcançar um estado de alerta, de pré-contracção, tal e
qual como deve ocorrer na prática desportiva. Neste tipo de alongamentos não é
exercida uma adaptação dos tecidos para alongar (o tempo é demasiado breve) mas
uma resposta sensomotora ajustada a uma regulação de tensão muscular.
sábado, 3 de março de 2012
Defesa adaptativa 4
O exercício da figura 6a
mostra o pivot e o defensor a saírem da esquerda, no entanto a dificuldade do
exercício pode ser aumentada se a entrada em jogo for efectuada de forma
alternada da esquerda e da direita como podemos observar na figura (6b).
sexta-feira, 2 de março de 2012
Influência do aquecimento e do alongamento estático/activo em tarefas de desempenho anaeróbio em jovens atletas de andebol (parte I). Amílcar Rocha (2011)
Lembram-se do "Espaço treinador" que pretendi lançar em Agosto de 2011? Hoje recebi este documento que é apenas um resumo acerca do tipo de alongamentos mais apropriado para jogar/treinar. Sei que ninguém é obrigado a partilhar nada do que faz e porque faz e isso deve ser respeitado, mas tendo em conta que recebo aproximadamente 100 visitas diárias, não posso deixar de transcrever este comentário que fiz pouco tempo após a minha proposta:
"Estas são as ideias que pensamos que são boas e afinal não são...
Ainda não houve nenhuma iniciativa da vossa parte! Espero que não nos deixemos envolver pela crise. Se há coisas que um treinador nunca pode deixar de ter são ideias!
Ainda não houve nenhuma iniciativa da vossa parte! Espero que não nos deixemos envolver pela crise. Se há coisas que um treinador nunca pode deixar de ter são ideias!
Abraço e bom trabalho!
Obrigado Amílcar Rocha por teres aderido à iniciativa. Para mim foi um prazer ter orientado a tua monografia para obtenção da licenciatura!
Do conflito na utilização da tarefa do
alongamento no aquecimento
Apesar de
investigação recente que aponta maioritariamente para a desvantagem da
utilização de alongamentos estáticos na performance, este debate não é
conclusivo, tantas e tão variadas são as manifestações do desempenho
desportivo.
As vantagens
da utilização quer dos alongamentos estáticos ou dinâmicos como parte das
estratégias de aquecimento mantêm-se actual. O alongamento estático tornou-se tradicionalmente
parte integral das rotinas de aquecimento, supostamente como estratégia que
contribui para a prevenção de lesões e para melhoria da performance, por outro
lado a inclusão de alongamentos dinâmicos parece aproximar-se do entorno
ecológico da preparação desportiva.
Através
da revisão da literatura fica patente a falta de concordância sobre a utilidade
e implicância da utilização de exercícios estático-activos incluídos nas
rotinas de aquecimento sobre a capacidade de desempenho em provas de potência e
velocidade. Os resultados contraditórios remetem para a necessidade de
realização de mais estudos de forma bem controlada.
Rotinas de aquecimento e alongamento na prática
contemporânea do Andebol
Durante a história, no andebol, como
em qualquer outro desporto, o aquecimento sofreu mudanças, adaptações e
adequações, sejam elas ao tipo de clima, às temperaturas, à periodização do
treino da equipa e principalmente de acordo com a faixa etária.
Segundo
Weineck (1999), o aquecimento são todas as medidas que servem para a preparação
do desporto (para treino ou competição), visando a obtenção do estado ideal
psíquico e físico, a preparação cinética e coordenativa e a prevenção de
lesões.
Já
o alongamento pode ser definido como um método científico para exercitar a
flexibilidade de uma forma simples (Solveborn, 1988), ou ainda, de acordo com
Barbanti (1994), uma extensão do músculo além do seu comprimento em repouso.
O
aquecimento é um procedimento comum a toda a actividade física cuja estrutura e
desenvolvimento depende do tipo de desporto ou exercício que se praticará a
seguir, do nível do atleta, das condições ambientais, do tipo e intensidade do
esforço posterior (actividade, treino ou competição) (Sánchez, 2004).
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Defesa adaptativa 3
Ao contrário do exemplo
apresentado na figura 2, no caso apresentado na figura 5, o apoio é o lateral
esquerdo produzindo-se posteriormente 2X2 ao centro. A característica do
exercício mantém-se. Contudo, o espaço a defender é completamente distinto.
Numa fase de aperfeiçoamento, todos os defensores devem passar pelas diferentes
actividades. Numa fase de especialização e alto rendimento as posições dos
defensores devem ser ocupadas pelos jogadores que habitualmente protagonizam os
postos específicos em causa. Neste caso, o defensor A seria um dos defensores
centrais da equipa e os defensores que entram (B) são alternadamente defensores
avançados (defesa 5:1) ou centrais (defesa 6:0)
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Defesa adaptativa 2
Os
trabalhos podem ser planificados com maior ou menor controlo sobre variáveis
como o tempo ou o espaço no sentido de variar a dificuldade da acção defensiva.
O trabalho só se inicia após 3 passes (pivot/LE/central/LE). O defensor decide
se inicia o trabalho na 1ª (alinhado) ou na 2ª linha defensiva (escalonado)
como se pode observar na figura 3.
Em função
da colocação do pivot os defensores actuam após reconhecimento do par (figura
4). Podemos observar como os pares variam em função da colocação do jogador
pivot. Tendo em conta por exemplo a saída do lateral esquerdo para o interior,
e no caso de os defensores iniciarem o trabalho alinhados, as competências
alteram-se de acordo com a modificação do contexto.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Defesa adaptativa 1
Como os gráficos apresentados no livro recentemente editado (Um Caminho para o Alto Rendimento) não são claramente perceptíveis, coloco-os aqui para melhor interpretação.
Site
promocional:
O exercício apresentado na figura 2, para além
de trabalhar os conteúdos tácticos do exercício anterior, prevê uma variação na
decisão do defensor que entra para a 1ª ou para a 2ª linha defensiva gerando em
consequência uma adaptação necessária do defensor central. Este exercício,
neste formato, possui bastante riqueza táctica já que cada repetição é sempre
diferente da anterior. O pivot após passe ao lateral esquerdo entra para
próximo da linha de 6m posicionando-se no exterior ou interior do campo (linha
média longitudinal).
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Defesa em inferioridade numérica
Exercício: A bola sai do
Guarda-redes para qualquer um dos elementos da 1ª linha. Neste caso como existe
somente um pivô, os defensores laterais dissuadem o passe dos laterais ao
central. Na zona da bola procura-se manter a igualdade numérica. Longe da bola
trabalha-se em inferioridade numérica. O número máximo de passes pode ser limitado.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Actuar perante um erro defensivo
Objectivo: Actuar em situação de inferioridade
numérica após erro defensivo
Exercício: Duplo passe entre o apoio (simula defensor) e o LD para tomada de
decisão posterior. Os defensores procuram que haja igualdade numérica próximo
da bola e inferioridade numérica longe da bola. Neste caso o defensor do
exterior marca o LE e o EE.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Pep Guardiola & Fernando Trueba - conversaciones sobre el futuro
“El sueño solo es la cerilla que enciende el fuego”
Fernando Trueba (director de cine)
“Tu no tienes que hacer la película que sueñas, esa película
no existe… lo que importa és la película que vas hacer, concéntrate en la película
que vas hacer y no en la tontería que has soñado, es decir, trabaja con la
realidad.”
Fernando Trueba
“Trabajo mejor pensando que tengo la libertad de decidir mi
futuro”
Pep Guardiola (entrenador de fútbol)
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Campeonato Africano 2012
As minhas felicitações para estas atletas de eleição que mais uma vez conquistaram o título Africano. As pérolas de África, também chamadas de meninas de ouro, não se cansam de dignificar o nome do seu país. Não foi um título fácil de alcançar, mas mais uma vez foi possível. Parabéns Angola!
Luanda - O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, felicitou hoje a
selecção nacional sénior feminina de andebol pela conquista do 11º campeonato
africano das nações, disputado em Rabat, Marrocos, ao vencer a similar da
Tunísia, por 26-24. Em mensagem endereçada às
campeãs africanas, o Chefe de Estado angolano manifesta a satisfação por mais
esta vitória continental, obtida na presente edição. Acrescenta, na mensagem a que a Angop teve acesso, que as campeãs africanas
são um verdadeiro exemplo dos angolanos, demonstrando coragem, disciplina e
perspicácia que honram e dignificam a nação. Este regozijo estende-se à equipa técnica, dirigentes e demais integrantes
engajados na competição.
A equipa angolana bateu na final a Tunísia por 26-24 e apurou-se para os
Jogos Olímpicos de Londres.
Fonte: Angola press
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
50º aniversário Club Balonman Cangas
És una pena no poder estar en el 50º aniversário del club. Que sepais que para mi fué una bendicion haber decidido irme a Cangas. Mismo después de trabajar vários años en un club de referência en Portugal, el F. C. Porto, sé que si hoy estoy viviendo del balonmano y haciendo lo que más me gusta hacer en la vida, lo devo en grand parte al Cangas y à su Presidente Camiña. Muchas gracias a todos por vivir el balonmano como lo haceis. Espero poder estar en la próxima celebracion que hagais, porque seguro que habra muchas. Os deseo un dia en grande y que el futuro siga siendo brillante!
Saludos y mucha suerte!
Saludos y mucha suerte!
domingo, 8 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Novo livro de andebol

Caros amigos e amigas, caso exista alguma dúvida acerca dos dois temas que exploro neste livro, não hesitem em questionar, desejo-vos uma boa leitura!
http://www.omniservicos.pt/novidades/3391
Site promocional:
http://livro-andebol-2012.weebly.com/
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Feliz ano de 2012
Desejo um excelente ano de 2012 a todos os que dia a dia lutam para serem melhores cada ano que passa! Aos que já não acreditam, desejo animo e força para recomeçarem, vale sempre a pena até porque só seremos derrotados se desistirmos.
domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
XX Women Handball World Championship - Brasil 2011
Guardo bem na memoria o excelente jogo que fizemos contra a Dinamarca no último mundial disputado na China. Para vencermos o jogo foi necessário jogar de forma quase perfeita. Se hoje o conseguirmos fazer da mesma forma estou certo que Angola seguirá para as meias-finais. Estar já entre as 8 melhores deste mundial é por si só um feito assinalável, estar entre as 4 primeiras já é um sonho que estas atletas merecem. Tenho a sorte e o privilégio de trabalhar no Clube Desportivo 1º de Agosto com 7 atletas integrantes desta selecção.
Desejo muita sorte para a Selecção de Angola no jogo de Hoje!
Preview of Denmark vs. Angola
Time for revenge?
It was an Angolan 28:23 main round victory in Yangzhou, China, which was
the reason for missing the semi-final at the World Championship 2009 for
Denmark. “Maybe it is pay back time now,” Danish coach Jan Pytlick hopes
previously to the quarter-finals against the African Champion (14.30 local time)
in Sao Paulo. “We are really looking forward to this match, but Angola played a
great tournament,” Pytlick added. His team was the lucky extra time winner over
Japan in the eight finals, as Angola surprised Korea with a one-goal margin in
the round of the last 16 teams.
“Denmark is the clear favourite,” Angolan coach Francisco Eduardo said,
but at the same time he hopes: “We played good, and we will give all to win this
match.” The currently best Angolan result was rank seven at the World
Championship 2007 in France after beating nations like France and Hungary. Now
the African Champion hopes for the huge sensation. “We know the decisive big
points of Denmark, and we try to stop exactly those points in our match play,”
Eduardo said: “We learnt a lot.”
Angola surprisingly reached the second rank in the “group of death” below
Norway but ahead of nations like Montenegro, Germany and Iceland. Denmark won
their group ahead of Croatia and Sweden despite having a completely different
team compared with the European Championship 2010: “Eight players of our 2010
squad are not in Brazil, our line-up changed totally,” Pytlick explained: “But
we are not the favourite for the World Championship title, as we have so many
young players – and we have to see how they cope with this
situation.”
Denmark – three times Olympic Champion 1996, 2000
and 2004 – has won their last Gold medal at World Championships in 1997 in
Germany. “It’s long ago and we are still building a new team for the Olympics
2012,” Pytlick said. As the Danish team ranked fourth at the last European
Championship, Angola became African Champion.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
Pérolas de África
Pérolas de África é como chamam os Angolanos às suas andebolistas. E de facto têm razão, aqui está um exemplo. Apresento-vos duas atletas juvenis com quem trabalho no clube Desportivo 1º de Agosto. à minha direita a Liliana (16 anos) e à minha esquerda a Albertina (15 anos) que treina e joga com a equipa junior. Verdadeiros talentos com quem tenho o privilégio de trabalhar! Para quem não sabe, a minha altura é 1,86 m...
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Liga dos campeões Africana - Kaduna, Nigéria
À imagem do que sucedeu em Luanda no campeonato nacional que vencemos após dois prolongamentos, tivemos como adversário na final da liga dos campeões Africana novamente o Petro de Luanda. Desta vez foi o Petro que venceu, isso sim, também após prolongamento... 30-30 foi o resultado do tempo regulamentar, 35-32 o resultado final após o prolongamento. Confirmamos a vontade de pôr fim à hegemonia que o Petro detém há largos anos, mas ainda não foi desta vez que conseguimos vencer a competição Africana de clubes. Tentaremos no próximo ano!
Saudações!
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