Gostaria uma vez mais de agradecer a colaboração do Juan García Herrero e de todos os participantes (com as perguntas) neste espaço designado consulta. Embora as respostas aos participantes fossem claras, creio que perdemos uma oportunidade para aproveitar o saber de um treinador que neste momento trabalha com as Selecções júniores Espanholas e que com certeza vai oferecer muito ao Andebol Espanhol.terça-feira, 21 de abril de 2009
Consulta
Gostaria uma vez mais de agradecer a colaboração do Juan García Herrero e de todos os participantes (com as perguntas) neste espaço designado consulta. Embora as respostas aos participantes fossem claras, creio que perdemos uma oportunidade para aproveitar o saber de um treinador que neste momento trabalha com as Selecções júniores Espanholas e que com certeza vai oferecer muito ao Andebol Espanhol.Consulta a Juan García Herrero - Resposta à pergunta 5 (última)
Pergunta 5 - Gostaria que nos desse algumas pistas que nos ajudem a construir atletas com maior capacidade para antecipar na defesa do que somente reagir aos problemas que colocam os atacantes.segunda-feira, 20 de abril de 2009
Consulta a Juan García Herrero - Resposta às perguntas 3 e 4
Pergunta 3 - Muitos atletas não gostam de defender. Num sentido prático que estímulos deveremos transmitir aos atletas para desenvolver o gosto de defender, em função do nível: aprendizagem e rendimento.quinta-feira, 16 de abril de 2009
Consulta a Juan García Herrero - Resposta à pergunta 2
Pergunta 2 - A exposição (e dúvida) que coloco não se baseia concretamente nos objectivos das situações para o treino das múltiplas tarefas e conceitos que o atleta deverá aprender ou aperfeiçoar, mas sim da tomada de decisão do treinador relativamente à escolha das formas de organização, das situações e identificação das aprendizagens de cada um dos jogadores. Desta forma e no entendimento que faço no treino de Andebol, enquanto jogo desportivo colectivo, as actividades de e para o processo ensino-aprendizagem devem incidir neste sentido do "Pormaior ao pormenor":- jogo real- situações de jogo concretas (zonas, momentos)- exercícios analíticos (com contexto)- exercícios analíticos (sem contexto)A minha questão é a seguinte: será possível definir indicadores/critérios para que otreinador tome a decisão mais acertada na escolha do processo de treino para a transmissão de conhecimento? Resposta: Creo que si sería posible definir esos indicadores/critérios para que el entrenador pueda ajustar su intervención en el proceso de entrenamiento, pero también tengo claro que esos indicadores NO pueden generalizarse a toda una categoría (alevín, infantil, etc.), sino que esos indicadores van a ser específicos de un equipo/jugador. Ser competente en defensa pasa esencialmente por dos variables: tener los recursos técnico-tácticos y tener el conocimiento necesario para aplicar esos recursos. Cuanto más recursos técnico-tácticos se tengan y cuánto más conocimiento sobre los mismos más posibilidades de alcanzar esa competencia defensiva. El problema es diagnosticar en cada jugador y en cada equipo, el momento de adquisición por el que están pasando (indicadores) y consecuentemente ajustar el entrenamiento a esas necesidades.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Consulta a Juan García Herrero - Resposta à pergunta 1
Pergunta 1 - Quando falamos de tomada de decisão, quase sempre nos referimos ao ataque. Penso que é muito importante também falarmos de defesa associada a tomada de decisão se os exercícios procurarem defensores activos que possam provocar erros ao ataque. Para que isto ocorra, é necessário que a iniciativa pertença ao defensor para atingir este objectivo. Em que bases deve assentar a planificação do trabalho em etapas de formação do jogador?
Resposta: Estoy totalmente de acuerdo contigo cuando dices que cuando se habla de toma de decisión siempre nos referimos al ataque, pero para poder hablar de toma de decisiones en defensa los entrenadores tenemos que tener claro que hay más decisiones a tomar que hacer golpe franco.El trabajo defensivo se enriquecerá tácticamente cuando: 1. Los defensores desarrollen perfiles físico-motrices más completos (mejor desplazamiento, coordinación, resistencia, fuerza, etc.)2. Valoremos que el comportamiento individual defensivo OBLIGA a discriminar opciones y seleccionarlas, consecuentemente no podemos estar reforzando positivamente al defensor que siempre hace marcaje en proximidad con golpe franco (el hacer golpe franco será una de las decisiones a tomar entre varias posibles).
quinta-feira, 12 de março de 2009
Comportamento individual defensivo
Embora já existam alguma questões colocadas ao Juan García Herrero acerca do tema "Comportamento individual defensivo", creio que poderemos explorar um pouco mais esta temática. Nós treinadores, estamos sempre de acordo quando abordamos a problemática defensiva sendo ponto assente que os Portugueses por norma defendem mal, no entanto, devemos perguntar-nos se damos a importância à defesa que ela merece para algum dia podermos dizer que defendemos bem. Se a avaliação do interesse dos treinadores pela defesa fosse feita pela participação nesta iniciativa estariamos em terreno muito negativo...sábado, 7 de março de 2009
Consulta a Juan García Herrero
Convido à leitura deste artigo da autoria de Juan García Herrero, que poderá ajudar à formulação de perguntas acerca do tema a tratar!Artigo: "Algunas consideraciones sobre el entrenamiento individual defensivo en las etapas de formación"
link:
http://www.aebm.com/documentos/archivos/Entrenamiento%20defensa%20individual%20en%20jóvenes.pdf
sexta-feira, 6 de março de 2009
Consulta a Juan García Herrero
Após ter feito uma proposta ao Juan García Herrero sobre um tema possível acerca da defesa, ele respondeu-me com uma proposta associada à componente prática que segundo ele pode interessar aos treinadores. Assim, o tema será: “Comportamento individual defensivo” relacionado sobretudo com os objectivos e conteúdos mais importantes a trabalhar para desenvolver um comportamento racional que favoreça tomadas de decisão defensivas adequadas. Aproveitem!
Ao Juan deixo o meu agradecimento por colaborar nesta iniciativa!
Esta foi parte da sua resposta:
"…resultará más util a los entrenadores hablar de comportamiento individual defensivo (que es donde creo que fallamos muchos entrenadores en el trabajo con los jugadores). Por ejemplo, si un jugador toma una mala decisión respecto a dos líneas de pase, inmediatamente le damos la información para que discrimine qué pase sería más ventajoso. En cambio en defensa, el jugador que siempre hace golpe franco (marcaje enproximidad), pocas veces tiene esa matización a su comportamiento. Enseñar a los jugadores a discriminar cuándo se debe hacer golpe franco y cuando hay otras opciones creo que es tremendamente interesante. SI todo esto lo trasladas al entrenamiento colectivo (mediante un sistema defensivo) empiezas a tener ese comportamiento defensivo que le genera dudas al atacante…"
terça-feira, 3 de março de 2009
Consulta a Carlos Resende - últimas perguntas
10ª Pergunta: Gostava que desse um exemplo de um microciclo que antecede a competição do fim-de-semana?


11ª e última pergunta: Na fase de transição defensiva para a ofensiva, existem trajectórias pré-definidas para a fase do contra-ataque?
Resposta: Existem trajectórias e zonas pré-definidas para linhas de passe, porque para fazê-lo bem e rápido só é possível com muita sistematização. Existem, também, como em todas as outras fases ajustamentos estratégicos em função do nosso oponente.
Em conclusão, espero que tenha sido útil, de alguma forma, as minhas respostas, contudo, se persistirem dúvidas nas minhas opiniões pessoais não hesitem em contactar-me de novo!segunda-feira, 2 de março de 2009
Consulta a Carlos Resende - Perguntas 7 e 8
Resposta: Cada situação e atleta merecem ser tratados como merecem (passe o pleonasmo), ou seja, de forma diferente. Há uma verdade “Não nos retirem o direito de poder errar”, contudo, deveremos aprender com os erros e analisar instantaneamente as situações de insucesso para que no mesmo jogo possamos experimentar o sucesso!8ª Pergunta: Nós treinadores temos a nossa filosofia de jogo, dizendo por outras palavras um “modelo de jogo”, gostaria de saber qual a sua concepção de jogo, e de que forma essa concepção influencia o seu sistema de jogo, de acordo com a equipa que irá jogar!
Resposta: O meu modelo de jogo é algo que eu acredito profundamente, e tento transportá-lo para a equipa desde o primeiro treino.
Relativamente ao adversário poderemos abdicar ou acentuar as nossas preocupações ou requisitos em determinados aspectos em detrimento de outros. No fundo, as preocupações estratégicas de jogo a jogo.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Consulta a Carlos Resende - Perguntas 5 e 6
Resposta: Analisando apenas do ponto de vista ofensivo um jogo contra uma defesa com maior profundidade poderá ser um requisito para a utilização de um central com maior poder de organização. Contudo, nada é tão simples quanto isso! Agora uma coisa é certa, não deixa de ser um problema bom de ter!6ª Pergunta: Agora, uma questão que não tem a ver, directamente, com modelo de jogo ofensivo, mas que, de certeza, afecta a prestação ofensiva da equipa: O que diz aos seus jogadores quando eles (especialmente os pivots) sentem-se perturbados por provocações dos defesas? O que diz aos seus jogadores quando eles vêm para o banco castigados por 2 minutos por terem respondido violentamente a uma situação desse tipo (defesa da honra pessoal e da família, mas prejudicando a equipa)?
Resposta: Eu não gosto do jogo violento, nem aprecio jogadores que estão no campo com o intuito de “bater”, mas também não sou “Deus”, nem tão pouco tenho de dar a outra face!
Aquilo que peço aos meus atletas é para terem sentido de responsabilidade para com a equipa. E, muitas vezes, quando um atleta, seja ele pivot ou não, está a ter alguns problemas em determinada fase do jogo que nos ajude nas outras, sem ficar agarrado em demasia a essa situação.
Por exemplo, muitas vezes, enquanto atleta, tive dificuldades na finalização e isso não implicava deixar de poder continuar a contribuir para a minha equipa, porque, de facto, apenas eu tinha essa informação.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Consulta a Carlos Resende - Perguntas 3 e 4
Resposta: Essa é uma situação demasiado complexa para ser respondida com a simplicidade de apenas equacionar o ataque! Eu, por exemplo, utilizei mais tempo, na época passada, o Bosko do que o Kavalenka e não se ficou a dever a apenas critérios ofensivos.Quando optamos por um jogador em detrimento de outro estamos a pesar as várias fases do jogo, uma vez que se torna impensável utilizar exclusivamente os melhores em cada fase, mas antes, aqueles que melhor servem o compromisso da equipa.
Devo confessar que apesar de estar consciente dos resultados que boas equipas têm tido com a utilização de um lateral direito dextro, o jogo tem, na minha opinião, e em termos gerais, mais soluções e maior largura com a utilização de um canhoto nessa posição.
4ª Pergunta: No treino das situações de ataque, que preocupações incute aos seus jogadores quando, eventualmente, alguém da defesa rouba a bola? Há alguém destacado para, logo ali, pressionar as linhas de passe para contra-ataque (nomeadamente o jogador que ocupa a posição central da 1ª linha)?Ao treinar o ataque, costuma ter a preocupação de enquadrar isso com a recuperação defensiva? Ou só treina cada fase de jogo (neste caso, o ataque) duma maneira isolada das outras fases de jogo (recuperação defensiva, defesa, transição ofensiva)?Acha que a grande maioria dos jogadores consegue, durante a acção de ataque, estar a pensar no seu posicionamento para a recuperação defensiva, sem que tais pensamentos afectem a capacidade de finalização da equipa?
Resposta: Gosto muito de enquadrar o ataque com a recuperação defensiva e a defesa com o contra ataque/contra golo (ou reposição rápida).
Para lá das trajectórias/corredores normais da recuperação defensiva poderemos agir de forma estratégica, ou seja, atribuir responsabilidade a um ou outro atleta para sair do seu corredor e acompanhar determinado adversário, corredor ou zona!
O mais difícil no treino da recuperação defensiva resulta na mentalização dos atletas para o trabalho em prol da equipa, porque não é fácil perder a bola, e toda a carga negativa que isso transporta, e instantaneamente efectuar uma recuperação. Contudo, há que premia-lo como se de um golo trata-se!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Consulta a Carlos Resende - Perguntas 1 e 2
Resposta: Em primeiro lugar, queria agradecer ao anfitrião do blog pela amizade e consideração. Em segundo lugar, dizer-vos que dada a minha diminuta experiência, ainda, me sinto um pouco confuso a falar para treinadores, quando deveria era ouvir e ler treinadores mais experientes.“Atacando” a questão, na minha forma de ver o treino, faz todo o sentido a utilização do modelo de treino integrado nas diversas fases de jogo. É bem verdade que é mais fácil colocar um conjunto de atletas a correr/sprintar “isoladamente” e muito mais difícil construir um conjunto de exercícios que possam modelar e sistematizar a nossa transição e ao mesmo tempo pincelar sobre os aspectos físicos necessários para essa fase de jogo!
2ª Pergunta: Gostaria de poder colocar as seguintes questões ao enorme jogador que foi (e ao enorme treinador que se está a fazer) Carlos Resende.
Aquilo que treino são um conjunto de situações que temos previsto caso nos sancionem com jogo passivo.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Consulta - "Modelo de jogo ofensivo: Treinar para jogar"
Embora já exista material mais do que suficiente para entregar ao Carlos Resende para possível discussão e partilha de opiniões, lembro que ainda temos dois dias para colocar mais alguma questão de algum tema ainda não abordado nas perguntas efectuadas até ao momento (podem consultar as perguntas na mensagem do dia 11 de Fevereiro de 2009). Recordo que o Tema é: “Modelo de jogo ofensivo: Treinar para jogar”.quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Consulta - "Modelo de jogo ofensivo: Treinar para jogar"
Como tem sido hábito, os participantes nesta iniciativa, devem formular as perguntas que posteriormente são enviadas por mim ao "consultor" convidado. Devem colocar neste espaço as perguntas até ao dia 22/2/09.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Nova consulta
Os próximos amigos a serem consultados são Carlos Resende e Juan García Herrero, o primeiro dispensa qualquer tipo de apresentação, quanto ao Juan, para quem não o conheçe, é professor de Andebol na Universidade de Salamanca e treinador de Andebol, tem um livro editado sobre defesa interessantíssimo. Os temas a desenvolver por eles são ataque e defesa respectivamente. Brevemente iniciaremos com o Carlos Resende com um tema sobre ataque a lançar posteriormente. O tema do Juan como já foi referido será sobre defesa pelo que deixo à vossa disposição para leitura um artigo sobre o paradoxo das defesas zonais na iniciação com o qual estou plenamente de acordo!Obrigado aos dois por terem acedido ao convite para participarem neste espaço!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Gracias Pasqui!
Muchas gracias Pasqui, espero no volver a molestarte en los próximos tiempos. Estoy seguro que valió la pena tenerte como “consultor”. Tu experiencia se nota perfectamente en tus contestaciones.Te deseo mucha suerte en tu vida personal y deportiva!
Fuerte abrazo!
Brevemente anunciarei o próximo colaborador neste espaço de consulta. Obrigado a todos os que participaram!
Consulta - Respostas 8 e 9 (última)
8º - Que critérios devem ser utilizados, na rotação dos guarda-redes? Fazem eles a gestão ou o treinador decide sempre quem deve jogar?Cada entrenador debe tomar sus decisiones. Decir que un criterio u otro es mejor o peor no creo que sea relevante, ya que en unas situaciones habrá unos que sean mejores y en otras esos mismos criterios en otras no lo son.
Para mí la gestión es responsabilidad del entrenador, y lo que debe hacer es explicar cual es su criterio, del cual pueden estar conformes o no los porteros, pero es importante que lo conozcan
Nosotros anteriormente, utilizamos un criterio de rotación: un partido uno, un partido otro. No es ni mejor ni peor, es solo eso un criterio, pero dependerá de la calidad que tengan tus porteros.
En primer lugar, debemos tener en cuenta que, bajo mi punto de vista, la experiencia conduce a la maestría. Todos los jugadores, no solamente los porteros se encuentran en esta situación. Desde mi parecer debemos de basar nuestros entrenamientos en aspectos mucho más tácticos y estratégicos. Creo que la experiencia se debe a situaciones vividas, y estas situaciones debemos de intentar asemejarlas en los entrenamientos. Creo que este es nuestro problema, que no se acaban de ajustar los ejercicios propuestos en los entrenamientos a lo que realmente sucede en el juego, sobretodo cuando hablamos de especificidad.
En la metodología de trabajo que nosotros utilizamos es muy importante el trabajo de preíndices de lanzamiento. Este trabajo muchas veces conduce a errores, ya que se entiende que un tipo de apoyo del lanzamiento, o un tipo de armado supone una localización “segura”. Esto no es cierto, ni es la intención del trabajo, sino que la intención es la de hacer que el portero tome decisiones constantemente, para que pueda autoformar unas estrategias propias que le permitan poder ejecutar la acción motriz correspondiente.
En definitiva, mi creencia va enfocada a que debemos de crear una base de acciones técnico-tácticas, que se correspondan a una determinada situación, y debemos tener en cuenta que estas situaciones son muchísimas, y la adquisición de este trabajo requiere tiempo. Para mí, la única forma es destinar más tiempo al trabajo táctico-estratégico.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Consulta - Respostas 4, 5, 6 e 7
4ª - Na sua opinião, o guarda-redes deve saltar para chegar aos cantos superiores da baliza?Si el portero no llega tendrá que saltar, no veo otra solución. De todas formas lo que hay que tener presente es no por donde entra el balón en la portería, sino porque zona se ubica cuando el balón pasa por el plano del portero, ya que la trayectoria del lanzamiento puede ser de arriba abajo, de abajo arriba o intermedia. Esto supone que el balón pasa por un plano diferente en la zona en la que está el portero del lugar en el que se localiza el balón en la portería.
5ª - Há alguma diferença entre trabalhar com guarda-redes seniores / formação, masculinos / femininos?
No puedo contestarte con certeza. No tengo experiencia en entrenar porteras femeninas, pero creo que no tiene porque haberla.
6ª - Como é que se consegue atenuar o medo que os guarda-redes têm de levar "boladas" na cara, no peito, na barriga, etc ...?"
Agradecendo pela atenção prestada, subscrevo-me ...
JORGE ALMEIDA
Difícil, porque tener miedo es una de las peores pesadillas de un portero. Hay algunos ejercicios que reducen ese miedo, o que ayudan a “esconderlo”. Creo que en el clínic de oporto hicimos alguno, pero es complicado, ya que una de las características importantes de los porteros son sus cualidades volitivas.
7ª - Prof. Paulo Pereira:
Se calhar para a minha dúvida até o Prof. me daria algumas soluções dada a sua experiência também com guarda-redes, mas uma vez que podemos contar com a colaboração de Xavier Fuertes aproveito para lhe colocar a seguinte questão:
Tenho um excelente guarda-redes, com muito potencial mas tem medo da bola, ou seja, nos remates aos 6 metros vira a cara. O que devo fazer, ou que exercícios devo realizar para que perca o medo? Se é que existe algum tipo de trabalho para esta situação.
Obrigado desde já pela atenção.
Tiago Oliveira
Hola Tiago. Un poco en la línea que he comentado al anterior compañero, es difícil, pero debemos trabajarlo. Intenta poder conseguir el clínic de oporto en el que hicimos una pequeña demostración de un ejercicio que a mí me ha funcionado bastante bien.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Consulta - Resposta 1,2 e 3
1ª - Na sua opinião, quando é que se deve começar a fazer trabalho específico com os jovens guarda-redes?
"Pienso que siempre se debe hacer trabajo específico con los jóvenes. Me explicaré. Si cuando hacemos entrenamientos para los pequeños pensamos en los lanzamientos, los pases, etc, ¿porqué no podemos hacer juegos en el entrenamiento pensando en los porteros?. Es decir, todos hemos utilizado juegos como los 10 pases, pensando en mejorar los pases y las recepciones, pero, ¿no podemos diseñar algunos juegos para que los niños experimenten en la portería? Yo creo que sí. De todas formas, me imagino que tu pregunta va enfocada a cuando empezar a realizar ejercicios específicos para el portero. Personalmente, creo que en el segundo año de alevines, primer año de infantiles, hay que empezar a realizar cosas mucho más específicas para los porteros".
2ª - Qual a importância que dá ao ensino da técnica de guarda-redes?
"Mucha, pero no más ni menos que la táctica, la estrategia, … La idea sobre la cual trabajamos nosotros es crear una amplia base o repertorio de movimientos técnico-tácticos, pero que el portero sepa siempre en que momento utilizarlos. A mí personalmente me gusta muchísimo juntar los elementos técnicos con las tomas de decisión".
3ª - Na sua opinião, nas bolas dirigidas à parte inferior da baliza, o guarda-redes deve ir com a mão abaixo do nível do joelho?
"Creo que cada portero es diferente, y que como tal su forma de deterner los balones será la mejor para él mismo. En definitiva, se trata que el entrenador se adecue a las características del portero y no al revés. La pregunta ante esto es sencilla: ¿Qué escuela de porteros es mejor la sueca, la rusa, la balcánica? No son ni mejores ni peores, son diferentes, porque en cada sitio el balonmano se entiende de forma diferente".




