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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Espaço Croácia 2009
Destaque para a excelente recuperação da Polónia que superou o mau início de campeonato e demonstrou que é uma das grande selecções do andebol actual.
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Últimos segundos Alemanha-Noruega
Seria injusto se o resultado fosse outro entre a Noruega e a Alemanha(25-24), mas fruto de vários factores repartidos pela má sorte dos Noruegueses (escorregam perdendo a bola duas vezes em 15 seg.) e excesso de zelo de um árbitro, quase podia ter acontecido... Heiner Brand parece não ter gostado... Vejam!
Consulta a Xavier Pascual Fuertes
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domingo, 25 de janeiro de 2009
Resumo França-Suécia
Embora neste momento França e Coreia do Sul estejam empatadas ao intervalo, tudo indica que o mais lógico seja uma final entre Croácia e França. Os Franceses têm demonstrado uma vez mais uma qualidade táctica individual de excelência quer na defesa quer no ataque.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Espaço Croácia 2009
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Regarding the biggest surprises, that is certainly Macedonia, as like as South Korea. Macedonians have shown that they are not accidentally ejected the Olympics vice-champions Iceland, and led by phenomenal Kiro Lazarov, managed to get the Main Round. Lazarov is by the way the top scorers at the tournament and great credit for this success have also their fans, which in huge number came in Varazdin to cheer their team.
South Korea with the win over Spain also regains the competition in Zagreb and this is a right award for a great play at the court. They caused big troubles to Croatia and Sweden, and defeated the Spain. Compliments to the team who had also altered line-up, comparing to that one at the Olympics, and brought to Croatia some new players.
For Slovakia the biggest success was win over Slovenia, in the World Championship’s qualifications, but, Slovaks are also win the Main Round competition in Zagreb. Selector Heister selected very solid line-up, with no great names and European stars.
We believe that excellent handball show will continue at the World Championship, and who knows, maybe some new surprise will happen.
Z. Vujic
Fonte: Site Mundial 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Parabéns, Alexandrina!
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A par com Alexandrina, Vanessa Fernandes e Michelle Brito completavam o lote de candidatas ao prémio Personalidade do Ano 2008 - Desporto, mas a eleita do Ano 2008 foi a atleta nacional Alexandrina Barbosa: "Em primeiro lugar, quero agradecer à Revista Lux, por pensar em mim enquanto candidata a Personalidade Feminina 2008. Quero agradecer também às pessoas que votaram em mim e que me ajudaram a conseguir este prémio, à minha família e amigos, mas de uma forma especial aos meus pais, que sempre mostraram o seu apoio e carinho. Lembro-me perfeitamente do meu primeiro clube, Pedreira dos Húngaros, equipa onde disfrutei muito a jogar Andebol e onde me ensinaram a ter capacidade de esforço, sacrifício e espírito de equipa. Foi onde, apesar de todas as dificuldades por falta de recursos no andebol feminino em Portugal, sempre conseguimos ultrapassar os obstáculos, com vontade e apoio da Câmara Municipal de Oeiras. Também aprendi coisas muito positivas em todos os clubes onde estive, serviu para melhorar o meu jogo e ajudou a formar-me como pessoa. Este prémio, que também mereciam de igual forma as minhas duas companheiras Michelle e Vanessa Fernandes, vai servir para me esforçar ainda mais e cabe-me ainda continuar a ter os pés firmes e trabalhar com a mesma humildade com que tenho trabalhado até agora."
Espaço Croácia 2009
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França, Croácia, Alemanha e Dinamarca, passam à segunda fase bem posicionadas para disputarem os melhores lugares.
A Macedónia parece ser a equipa sensação da prova muito ajudada pela enorme quantidade de seguidores que se deslocaram à Croácia.
A Polónia, não tanto como a Espanha está longe do rendimento que se esperava.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Espaço Croácia 2009
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Sondagem - Quem visita este blogue?
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Consulta a Xavier Pascual - F.C.Barcelona
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Aproveitem!
Será para mi un honor poder contar con la colaboración de Xavier Pascual Fuertes, segundo entrenador y de los porteros del F.C. Barcelona en el espacio denominado “consulta”. Podéis desde ya proceder al envío de preguntas relacionadas con el tema: “Factores condicionantes del rendimiento del portero”. Las preguntas pueden ser enviadas hasta el dia 27/1/09 por lo que tendremos una semana para hacerlo. Posteriormente, las agruparé por prioridad, temas y las enviaré a Pasqui que responderá de acuerdo con la velocidad que su vida le permita, no existiendo ninguna fecha limite para devolver las respuestas.
Aprovechen!
Espaço Croácia 2009
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Foi muito interessante ver a vitória do Brasil sobre a Sérvia (completamente apática), um Brasil que neste mundial se apresenta muito mais equilibrado com alguns jogadores jovens que fazem prever um futuro promissor. Esta equipa do Brasil não se parece em nada com a que vimos em Portugal no mundial de 2003, apresentando agora um jogo em continuidade muito distinto.
A Suécia uma vez mais venceu a Espanha (11 vitorias de 13 jogos nos últimos anos) num jogo de extrema importância para ambas as equipas. Esta Suécia ainda está distante da Suécia dos anos 90, embora esteja no bom caminho. A Espanha perde o jogo na 1ª parte, fruto do mau desempenho defensivo.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Espaço Croácia 2009
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Pude assistir ao jogo entre a Rússia e a Alemanha do qual ressalta o facto da Rússia apresentar uma defesa 6:0, contrariando a eterna tendência à utilização de um sistema defensivo 5:1 que muitos créditos lhe rendeu num passado recente. A pergunta que fica é: Será que os Russos já se deram conta que nestas coisas não podemos ser Talibãs e devemos também ter outras possibilidades estratégicas no que respeita ao domínio de diferentes sistemas defensivos?
Hoje estou curioso para ver o jogo entre Espanhois e Suecos que pode marcar a alteração de uma tendência de vitória para os Nórdicos, dado que nos últimos 12 jogos em Competições internacionais, a Suécia ganhou 10 vezes.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Benfica vence Taça da Liga
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A vitória foi festejada por inúmeros benfiquistas, que assistiram e vibraram durante todo o jogo, em especial as crianças do Lar "Bom Samaritano".
Cerca de 120 atletas participaram no Torneio organizado pela Associação de Andebol do Algarve e Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Portimão.
Ao longo dos 4 dias de competição foram visitadas seis escolas e quatro instituições.
O mini-campo de andebol, montado especialmente para a Taça, foi muito concorrido pelas crianças e quase sempre esteve ocupado.
As sessões de autógrafos "junta-te às estrelas", após os jogos, faziam fila com adeptos miúdos e graúdos.
Pelo terceiro ano consecutivo, a Taça da Liga em Portimão foi um sucesso e a prova é cada vez mais sinónimo de espectáculo e diversão.
Fonte: LPA
sábado, 17 de janeiro de 2009
Consulta - Respostas 7, 8 e 9
Pegunta 7:
Que problemas a solucionar no que respeita à gestão de conflitos?
Que problemas a solucionar no que respeita à gestão de conflitos?
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Prgunta 8:
Os factores de ordem afectiva são mais difíceis de controlar no feminino?
Creio que sim. Na sequência do que já foi referido anteriormente as atletas são muito sensíveis a quaisquer situações que entendam configurar um tratamento preferencial dentro de um grupo de trabalho, pelo que se torna decisivo ter atenção a esta questão. A acrescer a este factor, é ainda necessário atender ao facto das atletas terem por vezes dificuldade em discutir os problemas e resolvê-los de imediato, o que pode provocar com o decurso do tempo, que essa questão assuma uma dimensão exagerada.
Outro aspecto que me parece importante referir, é o facto das atletas quando confrontadas com críticas à sua prestação, muitas vezes reagirem com uma quebra de confiança nas suas capacidades, pelo que existe a necessidades de gerir bem a informação a transmitir. Assim sendo, as críticas negativas podem e devem surgir sempre que se justifique, desde que possam ser encaradas como uma forma de apontar aspectos menos positivos e deixando espaço para a resolução do comportamento apontado.
Última pergunta:
Gostaria de saber se no entendimento do Professor José António Silva, não devem existir diferenças ao nível do treino da força. Sou treinador de Andebol Feminino e por vezes tenho receio em utilizar cargas mais fortes no treino desta capacidade.
A primeira questão a referir é que existem particularidades no treino das atletas que devem ser atendidas e que são fundamentalmente determinadas pelas suas características fisiológicas. No que diz respeito à questão das cargas, creio que não existirão quaisquer problemas na sua utilização desde que estas estejam adaptadas à capacidade das atletas. O treino da força deverá ter na minha opinião como referência uma repetição máxima para cada exercício, pelo que o trabalho a desenvolver pelo que em função do objectivo a atingir será utilizada uma percentagem dessa carga. Creio que desta forma será sempre evitada a utilização de cargas desajustadas, não se correndo qualquer risco.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Croácia 2009
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Faltam 10 horas (Croácia - Coreia do Sul) para começar outra batalha que presenciarei ao vivo na parte final do campeonato. Depois contarei algumas coisas que vir, se for interessante.
Consulta - Respostas 5 e 6
Pegunta 5:
Que diferenças ao nível dos conteúdos tácticos habitualmente empregues no jogo, sobretudo referindo-nos ao jogo de alto nível?
Como já referi anteriormente, creio que não existem diferenças nos conteúdos de ordem táctica (meios tácticos de grupo e táctica colectiva) no Andebol praticado por atletas femininas e masculinos. O que se verifica é uma diferente utilização (que na forma quer na frequência) desses conteúdos, em função das características das jogadoras e jogadores em confronto. Assim, tendo atenção por exemplo a maior capacidade de remate dos atletas masculinos, é natural que os mecanismos tácticos que conduzem à finalização a partir de zonas mais afastadas da baliza seja utilizada com maior frequência, relativamente ao que se verifica no jogo de Andebol praticado por equipas femininas.
Pergunta 6:
Existe uma base no relacionamento entre jogadoras/es e treinadores que é semelhante e que depende fundamentalmente do tipo de liderança que se pretende implementar. De facto, penso que independentemente de se tratar de equipas masculinas ou femininas, o relacionamento a estabelecer depende do tipo de liderança que o treinador pretenda utilizar. Apesar disso, existem algumas particularidades no trabalho de equipas femininas que importa realçar:
As jogadoras necessitam de ter uma liderança mais próxima, o que permite estar mais disponível para perceber problemas que as possam afectar;
No relacionamento a estabelecer o treinador deve assegurar que existe um clima de confiança mútua, sob pena de do trabalho ser seriamente prejudicado;
Independentemente do que atrás foi referido, deve ser colocado um grande rigor no cumprimento das regras estabelecidas;
Deve existir uma preocupação permanente no sentido de que todos os problemas sejam devidamente esclarecidos. Pela experiência que tenho, as jogadoras por vezes não abordam as situações que as incomodam, pelo que esses problemas acabam por se revelar impeditivos da criação de um bom clima de trabalho.
Que diferenças ao nível dos conteúdos tácticos habitualmente empregues no jogo, sobretudo referindo-nos ao jogo de alto nível?
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Pergunta 6:
Será a mesma coisa ao nível do relacionamento atleta/treinador funcionar com o feminino ou com o masculino?
Existe uma base no relacionamento entre jogadoras/es e treinadores que é semelhante e que depende fundamentalmente do tipo de liderança que se pretende implementar. De facto, penso que independentemente de se tratar de equipas masculinas ou femininas, o relacionamento a estabelecer depende do tipo de liderança que o treinador pretenda utilizar. Apesar disso, existem algumas particularidades no trabalho de equipas femininas que importa realçar:
As jogadoras necessitam de ter uma liderança mais próxima, o que permite estar mais disponível para perceber problemas que as possam afectar;
No relacionamento a estabelecer o treinador deve assegurar que existe um clima de confiança mútua, sob pena de do trabalho ser seriamente prejudicado;
Independentemente do que atrás foi referido, deve ser colocado um grande rigor no cumprimento das regras estabelecidas;
Deve existir uma preocupação permanente no sentido de que todos os problemas sejam devidamente esclarecidos. Pela experiência que tenho, as jogadoras por vezes não abordam as situações que as incomodam, pelo que esses problemas acabam por se revelar impeditivos da criação de um bom clima de trabalho.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Novas regras e tecnologia no Mundial 2009
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· Los árbitros usarán por primera vez los interfonos · El balón llevará incorporado un chip para saber si atraviesa la línea de gol · Los equipos podrán hacer dos cambios tras la primera fase y otros dos para la ronda final
La tecnología avanza y el balonmano de elite se sube al carro para el inminente Mundial de Croacia (16 al 2 de febrero) con tres novedades en cuanto a la reglamentación: los árbitros usarán por primera vez interfonos (como en fútbol), el balón llevará incorporado un chip para saber si atraviesa la línea de gol y los equipos podrán hacer dos cambios tras la primera fase y otros dos para la ronda final.
En Croacia los árbitros deberán adaptarse con rapidez a la novedad de poder comunicarse entre ellos, y ambos con la mesa de anotadores.
Las dudas sobre si el balón supera o no la línea de gol después, por ejemplo, de golpear el larguero y caer (muy frecuente en balonmano) quedarán resueltas con un nuevo chip adosado al esférico. La experiencia piloto fue un éxito y en Croacia el problema quedará de esta forma solucionado.
Por último, la IHF permitirá introducir dos nuevos jugadores en sustitución de otros tantos (lesionados o por decisión táctica) tras la primera fase. Acaba la segunda, igualmente las selecciones podrán efectuar otros dos nuevos relevos para afrontar la fase final
Consulta - Resposta 4
Pergunta 4:
Que características tem a jogadora Portuguesa (positivas e negtivas)?
Nunca treinei o andebol feminino.
De todas as características que se podiam enumerar, entendi realçar aquelas que na minha opinião se apresentam como mais relevantes.
Os treinadores que já trabalharam com equipas femininas reconhecerão certamente que as atletas têm uma característica particular que muito lhes agrada e que contribui para o sucesso: o empenhamento que colocam nas tarefas de treino e competição. Este é um dos aspectos mais positivos nas equipas femininas e que condicionam todo o trabalho que é realizado. Outras das características importantes que reconheço às jogadoras portuguesas é a sua capacidade de sacrifício, que as leva, não só a superar problemas no treino e na competição, mas também na sua vida pessoal. De facto, muitas vezes me questiono como é que atletas que não beneficiam de condições económicas semelhantes às dos seus colegas masculinos, conseguem obter níveis semelhantes de dedicação ao trabalho da equipa.
No aspecto menos positivo, gostaria de realçar a falta de confiança que algumas atletas demonstram. Esta falta de confiança para realizar algumas acções, necessita ser combatida para que possam ser atingidos níveis de rendimento mais elevados.
Outro aspecto que creio ser comum nas jogadoras portuguesas provêm do trabalho de formação que deveria ser mais eficaz. De facto, salvo algumas honrosas excepções, o nível de exigência, o volume e a qualidade de trabalho, impedem que as atletas possam explorar de forma cabal o seu potencial. Outra das características menos positivas das nossas atletas são as deficiências ao nível do trabalho das capacidades condicionais e coordenativas, bem como algumas deficiências técnicas, particularmente ao nível defensivo.
Que características tem a jogadora Portuguesa (positivas e negtivas)?
Nunca treinei o andebol feminino.
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Os treinadores que já trabalharam com equipas femininas reconhecerão certamente que as atletas têm uma característica particular que muito lhes agrada e que contribui para o sucesso: o empenhamento que colocam nas tarefas de treino e competição. Este é um dos aspectos mais positivos nas equipas femininas e que condicionam todo o trabalho que é realizado. Outras das características importantes que reconheço às jogadoras portuguesas é a sua capacidade de sacrifício, que as leva, não só a superar problemas no treino e na competição, mas também na sua vida pessoal. De facto, muitas vezes me questiono como é que atletas que não beneficiam de condições económicas semelhantes às dos seus colegas masculinos, conseguem obter níveis semelhantes de dedicação ao trabalho da equipa.
No aspecto menos positivo, gostaria de realçar a falta de confiança que algumas atletas demonstram. Esta falta de confiança para realizar algumas acções, necessita ser combatida para que possam ser atingidos níveis de rendimento mais elevados.
Outro aspecto que creio ser comum nas jogadoras portuguesas provêm do trabalho de formação que deveria ser mais eficaz. De facto, salvo algumas honrosas excepções, o nível de exigência, o volume e a qualidade de trabalho, impedem que as atletas possam explorar de forma cabal o seu potencial. Outra das características menos positivas das nossas atletas são as deficiências ao nível do trabalho das capacidades condicionais e coordenativas, bem como algumas deficiências técnicas, particularmente ao nível defensivo.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
CONSULTA - Resposta 3
Pergunta 3:
Creio que a principal diferença ocorre ao nível da autonomia que os atletas revelam em jogo. Enquanto numa equipa masculina muitas vezes os atletas conseguem de forma autónoma encontrar as soluções que entendem mais adequadas a uma determinada situação de jogo, as jogadoras por vezes necessitam de indicações mais precisas para conduzir as suas acções na competição. Este aspecto, que pode constituir-se como uma desvantagem em ambientes onde a comunicação seja difícil, permite por outro lado que o treinador tenha um maior controlo relativamente ao desempenho das jogadoras e da equipa. No caso das equipas masculinas, por vezes este controlo é menos efectivo levando a que haja situações de jogo em que a prestação da equipa se afaste do que o treinador pretende.
Em situações de jogo, quais as diferenças de orientar masculino ou feminino?
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
CONSULTA - Resposta 2
Pergunta 2:
Gostaria de saber que tipo de perfil deve-se ter para treinar o feminino?
Gostaria de saber que tipo de perfil deve-se ter para treinar o feminino?
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Esclarecido este ponto, entendo que para além da formação e características normais necessárias num treinador, entendo que as pessoas que trabalham com atletas do género feminino devem ter três preocupações fundamentais:
- Libertar-se de quaisquer preconceitos relativamente ao género feminino, encarando as suas jogadoras como atletas, às quais devem ser colocados níveis de exigência e empenho semelhantes aos de atletas masculinos com estatutos similares;
- Ter sempre presente as características particulares das jogadoras, nomeadamente os aspectos fisiológicos e psicológicos. Estes dois aspectos têm uma influência directa no trabalho a realizar;
- Por último, uma referência às questões da gestão do grupo, nas quais creio residir uma das maiores diferenças entre equipas masculinas e femininas. Baseando-me na experiência que tenho, entendo que as atletas são mais sensíveis ao que entendem ser tratamentos diferenciados dentro dos elementos do grupo. Como consequência, por vezes têm maior dificuldade em ultrapassar pequenos conflitos que são normais num grupo de trabalho, comparativamente ao que se passa com os atletas masculinos. A compreensão e gestão correcta deste facto deverá ser, na minha opinião, um dos principais atributos de um treinador que trabalhe com equipas femininas.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
CONSULTA
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Aproveito para informar que o próximo convidado a participar nesta iniciativa será o actual treinador adjunto do F.C.Barcelona, Xavier Pascual Fuertes. Como ele acumula funções de treinador dos Guarda-redes e coordena um modelo de formação de um grupo de jogadores jovens a integrar no mais curto espaço de tempo na equipa sénior, fica desde já aberto o espaço para propostas de discussão com esta personalidade do mundo do andebol de altíssimo nível.
Como sempre digo, aproveitem!
Obrigado José António!
Muchas gracias Pasqui!
CONSULTA - Resposta 1
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Por último, deixar claro que as opiniões apresentadas são o resultado da minha experiência e reflexão resultantes do trabalho com as equipas, pelo que não pretendo que sejam encaradas como respostas definitivas acerca das questões abordadas.
Pergunta 1:
Gostaria de saber se reconhecem diferenças ao nível do jogo 1x1 quando comparamos um jogo sénior masculino e um feminino. Dois anos como treinador do feminino parecem indicar que neste contexto a frequência de ocorrência é menor.Se sim, será que estamos perante uma problema de formação respeitante à metodologia de treino?
Relativamente à primeira parte da sua questão, penso que tem uma visão correcta do que se passa no jogo. De facto (sem que tenha dados objectivos resultantes de estudos...) estou convicto de que existem menos situações de 1X1 no jogo de Andebol praticado por equipas femininas. As razões que levam a que este facto ocorra são, a minha opinião de vária ordem, das quais destacaria:
- Creio que existe um deficit ao nível das capacidades condicionais e coordenativas das atletas que as impede de obter maior sucesso neste tipo de acções e consequentemente inibe a sua utilização. Esse deficit (particularmente ao nível da força explosiva) é determinante para o resultado deste tipo de duelos, podendo contribuir também para uma diminuição da sua frequência de utilização em jogo, quando comparado com a verificada em equipas masculinas;
- Por outro lado, também devido ao deficit de força explosiva que inibe o aparecimento de mais rematadoras de 1ª linha, a estratégia assume um papel determinante para a criação de situações de finalização. Como consequência, parece natural que o jogo seja mais colectivo, o que provavelmente também contribui para a diminuição de situações de 1X1;
- Por último e ainda relacionado com o ponto anterior, penso que a utilização de defesas mais fechadas, onde as ajudas e as outras formas de colaboração entre defensores permitem uma oposição mais eficaz às situações de 1X1 por parte da atacante, podem contribuir para explicar o facto em discussão. Como as atletas habitualmente não conseguem explorar de forma imediata os pequenos desequilíbrios provocados na defesa, acabam por permitir que a acção defensiva tenha sucesso. Como consequência, muitas vezes treinadores e atletas evitam o 1X1 como forma de ataque;
Em relação à segunda questão, creio que realmente existe uma relação com os conteúdos de treino. No entanto não vejo este aspecto como um problema dos treinadores, mas sim como uma consequência do tipo de jogo praticado. Assim entendo que a metodologia de treino utilizada procura dar resposta aos problemas colocados no jogo, encerrando algumas das características anteriormente referidas.
Na minha opinião é decisivo que na formação se procure dar maior ênfase ao trabalho individual (capacidades físicas e condicionais/técnica e táctica individual), em detrimento de um trabalho apenas baseado na componente táctica colectiva que muitas vezes se observa. Seguindo a perspectiva inicialmente apontada, as capacidades das atletas seriam enriquecidas abrindo possibilidades de evolução para o jogo.
Portugal vence Torneio das 4 Nações
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Os Juniores "A" de Portugal vganharam, por 25-24, à Espanha e venceram, pela 2ª vez consecutiva, o Torneio das 4 Nações. Wilson Davyes recebeu o prémio de Melhor Jogador.
Portugal regressou às vitórias no último jogo a contar para o Torneio das 4 Nações, que termina este domingo, em Rennes. A Selecção Nacional de Juniores A masculinos, que entrou bem no jogo, conseguiu ganhar vantagem sobre a Espanha no decorrer da primeira parte do jogo. Ao intervalo, o resultado era 14-12. Na segunda parte do jogo, a Espanha tentou dar a volta ao resultado mas Portugal manteve-se sempre na frente e alcançou a vitória, por 25-24.
Portugal regressou às vitórias no último jogo a contar para o Torneio das 4 Nações, que termina este domingo, em Rennes. A Selecção Nacional de Juniores A masculinos, que entrou bem no jogo, conseguiu ganhar vantagem sobre a Espanha no decorrer da primeira parte do jogo. Ao intervalo, o resultado era 14-12. Na segunda parte do jogo, a Espanha tentou dar a volta ao resultado mas Portugal manteve-se sempre na frente e alcançou a vitória, por 25-24.
Fonte: FAP
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Eu voto!
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Espanha empata com Noruega
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España ha empatado 26-26 ante Noruega en el primer partido de preparación para el Mundial de Croacia. Los de Valero hicieron un buen partido, sobre todo teniendo presente que llevan sólo cuatro días juntos. En todo momento se notó la juventud del equipo nacional, para bien y para mal, ya que las ganas y la velocidad estuvieron presentes todo el partido, pero la falta de pausa y experiencia hicieron mucho daño a la hora de frenar a los Noruegos.
sábado, 3 de janeiro de 2009
2º Curso Master Coach Andebol e II Seminário Internacional
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O 3º Bloco do Curso de Master Coach vai ter lugar nas instalações da Universidade Lusófona do Porto em regime presencial. O II Seminário Internacional está marcado para 10 de Janeiro de 2009, no auditório da Universidade Lusófona, no Porto. O painel de prelectores do II Seminário Internacional é o seguinte: - Xavier Pascual Fuertes ("Paski") Treinador Adjunto da equipa da Liga Asobal - FC Barcelona Especialista de Treino do Guarda-Redes - Marko Sibila EHF Master Coach Professor de Andebol na Faculdade de Desporto da Universidade de Ljubliana (Eslovénia) Todas as informações em http://www.formand.com/.
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